quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Mais uma primavera chegou!

Literalmente!



Mais um ano se passou, depois dos 20 o tempo passa rápido, depois dos 30 voa! Só tenho a agradecer por tudo que aconteceu nesse ano que passou: meus filhos estão crescendo saudáveis, estou conseguindo conciliar a maternidade com trabalhar, fiz novas e queridas amizades, minha afilhada cresce linda e esperta, viajei bastante, meus pais estão vivos e com saúde. Como eu disse, só agradecimentos!

Eu ganhei experiência, comecei um novo trabalho, segui em frente com o Passeiorama (se não conhece, clica lá e dá uma espiada, escrevo com todo amor!). Fiz mais três tatuagens. Descobri que tenho pedra nos rins e que dói mais que parto e que está me dando um trabalho do caramba para curar. Resolvi cuidar mais da minha saúde e quem sabe perder uns quilinhos também. Resolvi que quero sair do Brasil, mas isso ainda só é um plano.

Nesse ano minha bebê cresceu. Aprendeu a andar, já me chama de mamãe. Meu filho cresceu junto, está super esperto e super birrento, coisas da idade. Todo mundo cresceu, na verdade. Meus gatos já estão com 3, 2 e 1 anos respectivamente. Meus jabutis cresceram e descobrimos que temos um casal! Arthur os batizou certinho: cookie é a fêmea, Ninja é o macho. Fico maluca com a minha grande família, mas tudo que é bom, um grande prêmio ou algo do tipo dá um trabalho conquistar, né? Amo essa vida toda lá de casa!

Viajei bastante. Conheci o Halloween americano, levei a Rafa para conhecer o Uruguai, fomos com as crianças à Páscoa de Gramado e todos conhecemos a Califórnia. Me casei em Las Vegas (meta estipulada há cinco anos atrás e perfeitamente cumprida!) e finalmente terei uma lembrança dessa na vida, casar de noiva, véu, com minha filha de daminha e meu filho de pajem, só por eles já valeu a pena demais todo esse deslocamento!

Internei duas vezes por causa da querida pedra no rim. Descobri o que é dor com D maiúsculo, de chorar, de urrar, de achar que vai morrer. Sigo me tratando porque a danada não quer sair de mim, não, aff!

E é isso. Quero viver muito e com saúde para poder ver meus filhos crescerem, acompanhar a vida deles de pertinho, ser presente. Ver o sorriso deles, o desenvolvimento, a alegria é o maior presente! Não quero mais nada, sabe? Minha vida até aqui foi boa e plena, intensa. Sorri, brinquei, viajei, chorei, sofri, vivi! Tudo resultou na pessoa que sou hoje, sempre grata! Que venham mais sei lá, 40 anos?

Feliz aniversário pra essa véia aqui!

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Hoje eu assisti - Tallulah

E adorei!



Eu adoro a Ellen Page e esse foi o maior motivo para ter assistido Tallulah. O drama conta a história de Tallulah (Lu), que é pobre e tem seu pouco dinheiro roubado pelo namorado, que a abandona. Então ela decide ir a Nova York atrás dele e acaba chegando até a mãe dele, Margo, que a rejeita. Em busca de comida, Lu chega em um hotel e acaba virando babá por uma noite de uma bebê, que tem uma mãe muito relapsa e descuidada. Nisso, Tallulah resolve levar a bebê com ela e dizer para Margo que a criança é sua neta. 

O filme é daquele tipo que dá frio na barriga, é drama com um pouco de ação e comédia, porque rende algumas risadas com a leveza e loucura de Tallulah. É uma crítica ao lado ruim dos Estados Unidos, com sua desigualdade social e problemas familiares. 

Recomendo e facinho de assistir, tem na sagrada Netflix ;)

Assista ao trailer de Tallulah aqui!

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Hoje eu assisti - Hope

Semana passada eu tive umas madrugadas insones, Rafita ficou meio doente e eu não consegui dormir... aproveitei para tentar por em dia uns filmes na Netflix.

Obs: meu perfil na Netflix estava tão, mas tão parado, que não tinha NENHUM filme em "continuar assistindo", acreditam? E nos últimos vistos tinha só Peppa e Galinha #vidademain

Voltando!

Aí comecei a pesquisar, já que desde a última vez que vi foram lançados vários e vários filmes novos. E aí eu caí no Hope.



Hope é um filme sul coreano que conta a história de uma menina de 8 anos (que tem o mesmo nome do título) e vive uma vida humilde com seus pais. Sua mãe tem um pequeno comércio na frente da casa deles e seu pai é um metalúrgico muito trabalhador. Um dia, Hope vai para escola e é sequestrada e brutalmente estuprada e espancada por seu agressor. Ela sobrevive ao ataque, mas luta para se recuperar física e psicologicamente desse grande trauma, com ajuda de seus amorosos pais, além de lutar por uma punição para seu agressor.

Bom, nem preciso dizer que o filme é triste e pesado, né? E que eu logo me arrependi de ter assistido, mas fiquei curiosa em terminar. Não é um filme ruim, pelo contrário, é muito bom! O elenco é muito talentoso, a fotografia é interessante, mas pra gente que é mulher, que é mãe, é difícil ver um filme desse...

O que deixa mais pesado ainda é que o filme foi baseado em fatos reais, num caso de estupro que chocou a Coréia do Sul. Em 2008, a menina Nayoung (pseudônimo para proteger a identidade da vítima) foi sequestrada e estuprada enquanto ia para escola e seu agressor teve a pena atenuada por estar alcoolizado, situação que revoltou o povo sul coreano.

A parte boa é: eu nunca imaginei que um filme coreano fosse bom, apesar de saber que a molecada hoje em dia aqui no Brasil curte umas músicas e bandas coreanas.

Então fica a minha resenha sobre o filme, gostei, mas achei muito forte! Prepare os lencinhos e o coração se for assistir.

Assista ao trailer de Hope aqui!

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Pérolas do Arthur

Dia desses estava fazendo um miojo pro Arthur. Quando acabo, pego o pacotinho de tempero e ele me pergunta:

- o que é isso?
- tempero, filho.
- pelo?
- tempero.
- pero?
- tempero, menino!
- tá bom mamãe, eu entendi que tem pero, mas o que é pero?


Segue falando que ketchup é kepchup =)


Elevador para ele é "ovulador" (e eu sempre dou muita risada pensando o que seria um ovulador!)


Segue falando que Kombi é "kongi"


Essa pérola não é falada, é "acontecida": ele pegou o barbeador elétrico do pai semana passada e tascou nos cabelos, ficou cheio de falhas! Sorte que ele é muito cabeludo e nem dá para perceber tanto...


Na nossa última viagem para os Estados Unidos, Arthur voltou com duas manias fofas: falar "oh my gods" e "hi" para todo mundo. O hi ele falava só lá, né, mas era fofo ele dar "hi" para as pessoas, pensa numa mãe coruja...


E tem mais um monte de pérolas, tenho que começar a anotar antes que esqueça tudo! Essa fase dos filhos é tão fofa... já morro de saudade, passa muito rápido! Te amo, filho!

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Setembro chegou!

Chegou o meu mês!


E que com ele venham muitas alegrias, calma e coisas boas na minha vida, ando tão cansadinha... fico toda emotiva num misto de inferno astral nas vésperas do meu aniversário. Fico crítica demais comigo, chorosa (odeio chorar!), meio perdida e cheia de dúvidas, como se o ano novo que vai começar na minha vida fosse trazer muitas mudanças e novidades. E geralmente traz, né? Teve um ano que fiz aniversário e engravidei logo em seguida. Outro que fiz aniversário mudando de casa recentemente. E por aí vai. E esse ano sinto que novidades grandiosas acontecerão, que será que me aguarda? Sei que escrevo esse post comendo uma necessária travessa de brigadeiro =P

Só sei de uma coisa: que seja lindo!

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Hoje eu assisti - Real Beleza

Depois de um tempo sumida (por um ótimo motivo, viagem em família), volto com uma resenha de um filme que assisti no avião, Real Beleza.



Assisti porque gosto de filme nacional e no elenco tinha a querida Adriana Esteves, o marido dela Vladimir Brichta e Francisco Cuoco.

A película é um drama romântico, estilo de filme que nunca fui muito fã, mas como tô ficando véia e sentimental, estou começando a curtir esse tipo de filme. Não vou falar para vocês que nossa, é um filme ótimo, imperdível porque não é. Mas matou um tempo no avião e é um filme que não queima muito a cachola, é bom de ver de vez em quando.

O filme conta a história de João, um fotógrafo decadente que decide partir para o Sul do país para fotografar meninas aspirantes a modelo, na esperança de descobrir um novo rosto para lançar e reerguer sua carreira. Nessa viagem ele encontra a jovem Maria e se encanta por sua beleza. Decide então, convidá-la para partir com ele, mas precisa da autorização de seu pai, que reluta. No meio disso tudo, ele se envolve afetivamente com a mãe de Maria, Anita.

Bom, é um rolo só esse filme, deu para perceber, né, rs. Assista ao trailer de Real Beleza aqui!

Besos!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Tem formiga na cadeirinha do carro!

Só pode, porque como meus filhos choram na cadeirinha do carro!

Aqui meus filhos sempre me deram trabalho com a cadeirinha. Arthur, quando era bebê, dava altos escândalos, parecia que tinha espinho no bebê conforto. Irresponsabilidade à parte, ele mal usou o bebê conforto, foram muitas viagens com ele solto no meu colo (me arrepio só de lembrar, como tivemos coragem?). Ele chorava tanto, mas tanto que ficava roxo, enlouquecia quem estava dentro do carro, principalmente quem estava dirigindo.

Que inveja desse bebê sereno no bebê conforto...


Uma vez, ele tinha 4 meses, estávamos eu e ele voltando de uma sessão de fotos na Vila Maria. Nem era tão longe de casa, mas pegamos muito trânsito para voltar. E esse menino chorava, berrava, se estrebuchava, um desespero. Eu, sozinha, parada na Marginal Tietê e esse menino berrando, ficando vermelho, roxo, uó! Quando finalmente saí da Marginal, parei num posto de gasolina e acudi o menino, que só parou de chorar quando peguei no colo e pus no peito. Pingava suor. Dormiu de tão exausto.

Aqui em casa chamamos carinhosamente esse momento chorão de "Arthur Birra"


Depois dessa evitei sair sozinha com ele. Preferia pegar metrô e ônibus com carrinho e tudo para poder acudir as crises de choro (afinal, se o bebê conforto tinha formiga, o carrinho tinha pernilongo, também choraaaava). Para ajudar no carro, o pai instalou aquelas telinhas de LCD no banco para Arthur assistir desenhos. Ajudou muito mesmo, ele se distraia com a Galinha, Patati e Backyardigans,

Ele hoje tem 5 anos e não morre de amor pela cadeirinha, mas fica. Reclama que só, diz que tá dura, que incomoda, que ele não gosta, mas fica. Mas demorou, viu, só com uns 3 anos que ele parou de dar baile na gente.

Aí veio a Rafa, que ficava relativamente quieta até um ano de idade. Mas de uns meses pra cá, socorro! Como chora! E ela chora MESMO, grita, perde o ar, fica "mamãaae, mamãaae", quem ouve de fora do carro deve pensar que estou matando a criança! Enquanto isso, a loka-mãe aqui canta todo o repertório de músicas infantis possíveis, é Galinha Pintadinha, Pintinho Amarelinho, Sapo não lava o pé, tudo numa afinação (sqn). Às vezes funciona, mas às vezes... vou até em casa com essa menina gritando. E como isso me deixa péssima. Fico desestabilizada, de coração partido, nervosa, triste, é tudo junto. Quando acaba a sessão choro, seja porque parei o carro num lugar, porque ela dormiu ou porque chegamos ao destino, estamos as duas acabadas!

Hoje Rafa foi promovida a "Rafaela Birra"! (infelizmente)


E conversando com amigas mães, muitas, mas muitas mesmo relatam o mesmo desespero que vivo com meus filhos. Falam que seus bebês choram, berram, ficam sem ar, pingando de suor. Algumas cedem e pegam no colo, outras deixam chorar, outras param para acudir. Varia muito da pessoa e situação. Cheguei à conclusão que algumas coisas ajudam, tipo:

- instalar TV para verem DVD no carro

- cantorias

- espelhos para mãe e bebê poderem se olhar

- brinquedos que a criança goste

- ir um adulto no banco de trás para distrair o bebê

- músicas infantis tocando no rádio

- procurar dirigir num momento que o bebê esteja cansado e acabe dormindo

- dar um paninho ou brinquedinho que a criança goste e se acalme (tipo naninha)

Mas uma dica que dou pra vocês: evitem soltar os bebês das cadeirinhas, principalmente na estrada. Na estrada NUNCA solte, pare num posto de gasolina, num Graal da vida, mas pare. Um acidente de trânsito com um bebê solto pode virar uma grande tragédia, então vale a pena chegar meia hora atrasado, mas fazer uma paradinha para ver o que o bebê quer. Bom, esse recado é mais para os homens, né... porque homem que é mais impaciente e apressado no volante. Sem pressa, papais!

Bom, é isso. Espero que a minha Rafita pare de dar esses bailes, porque hoje mesmo eu tô maluquinha de tanto que ela chorou durante o dia no carro! Boa sorte, mamães e papais!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Festa Infantil - Angry Birds

Oie!

Aproveitando a onda por causa do filme Angry Birds, segue ideias para fazer sua festinha! Até eu e meu filho ficamos com vontade de fazer uma dessas, muito lindas as ideias! Fotos tiradas do Google ;)










































segunda-feira, 27 de junho de 2016

Preocupação com P maiúsculo

Antes de ser mãe, eu nunca tive uma preocupação com P maiúsculo.

Passei uns apuros, uns sustos, senti uns frios na barriga. Mas nada que me deixasse realmente angustiada. Já me faltou grana, já tive pepino bravo para resolver, prova difícil para passar, TCC dusinferno para fazer. Mas nada que preocupasse ao ponto de me deixar dias sem dormir. 

Arthur nasceu há cinco anos e na maternidade já comecei a me preocupar. Ele nasceu quase meia noite e foi pro berçário. Eu fui pro quarto depois de me recuperar da cesária e fiquei esperando, esperando e nada dele vir pro quarto. Ligava pro berçário e diziam "calma, mãezinha, daqui quinze minutos ele vai". E não vinha. Nessa fiquei até sete da manhã esperando ele chegar, agoniada. Ele chegou, não queria que fosse mais embora do quarto. Pensava, para que deixar o bichinho no berçário se ele pode ficar comigo? Aí ele no segundo dia a noite ele começou a chorar, chorar e chorar de fome. E eu preocupada porque meu leite não descia (mesmo tendo entrado em trabalho de parto, demorou uns três dias para descer meu leite nos dois filhos). E aí me preocupei se teria leite, se saberia dar banho, se daria conta. Me preocupei com as vacinas, com o teste do pezinho, da orelhinha. Me preocupei se não seria trocado na maternidade, se ele era perfeito, se tinha todos os dedinhos, se ouvia, se enxergava, se eu seria uma boa mãe, se o carro tinha uma cadeirinha adequada e se a mesma estava amarrada direito, se o inverno seria muito rigoroso, se o aquecedor que compramos funcionaria bem, se ele estava suficientemente agasalhado, se encontraria um bom pediatra (afinal ele tinha que passar em consulta com 10 dias de vida), se, se, se.

Isso tudo na primeira semana. 

E aí ele foi crescendo. E me preocupei se a escola que escolhi seria boa pra ele, se ele se adaptaria. Se ele continuaria mamando no peito, se meu leite o sustentava. Ele levou uma mordida feia de cachorro com um ano, me senti um lixo, culpada, me preocupei se ele sararia logo, se ficaria uma cicatriz feia. Ele demorou para falar, levei no neuro, na fono, para ver se estava tudo bem.

Fiquei grávida da Rafa, segundo filho a gravidez voa! Nem me preocupei tanto, mas claro, né, me preocupei se ela era perfeita, cada ultrassom era um frio na barriga. Me preocupei com meu parto, que deu mais que certo, mas deu aquele medo de ter que fazer outra cesária, de não dar para pagar, de não ter leite. Ela nasceu, perfeita e aí veio o medo do Arthur sofrer, de não dar conta de dois filhos. Optei por me afastar do serviço por um bom tempo, e aí me preocupei se o dinheiro faria falta, se ficaria muito ociosa, triste por não trabalhar (e realmente trabalhar me fez uma falta danada, mas compensou ficar com as crianças).

Arthur está crescendo, mudou de escola e não acompanhou. Sofria por não saber, chorava. E eu, chorava junto durante a madrugada, sem conseguir dormir e pensando no que fazer para ajudar meu filho. Preocupada se ele estava bem, se estava certo o que estava fazendo, se ele era feliz. Questionando minhas atitudes, minha maternagem. Mesmo fazendo tudo com o maior amor e boa intenção possível, me sinto sempre errando, nem que seja na menor coisa... sei que preciso relaxar um pouco, não sou perfeita e estou longe disso (meus filhos comem salgadinho e papinha Nestlé, rs), mas a preocupação com eles é grande e constante. Não quero ser perfeita, mas quero eles bem e felizes e isso não é nada fácil... espero que com o tempo eu fique mais leve, mas acertando na medida do possível e que meus filhos sejam felizes! Vai ter tristeza, vai ter desafio, vai ter frustração, claro, eu sei. Mas que todos nós lidemos bem com os percalços!



Das coisas da vida de mãe...

Amo vocês!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Feliz aniversário, meu amor!

Já se passaram cinco anos, meu filho... cinco anos! Parece que foi ontem que você nasceu, sinto até o cheiro do primeiro dia de inverno daquele 2011, um inverno que foi bem puxado e frio. 

Como você já deve saber, porque já te contei várias vezes, eu trabalhei até tarde no dia em que você nasceu. Senti uma dorzinha chata nas costas o dia todo, mas não dei importância, achei que era por causa do peso do barrigão. Como ainda faltava praticamente vinte dias para você nascer, nunca imaginei que seriam contrações! 

Fui embora, dirigindo nas pontinhas dos pés, rs e fui pra casa. Sua vovó "minha mãe" me pegou e ainda fui pra faculdade, mas não aguentei entrar porque a dor nas costas piorou. Aproveitamos para ir ao shopping e jantar FEIJOADA, apenas. No shopping a dor aumentou e percebi que você estava querendo era nascer!

Fomos para o hospital junto com o tio Gugu. Chegamos no São Luiz, vovó foi estacionar, tio entrou com a gente. Logo fui internada e em poucas horas você nasceu! Quase virando o dia, 23:40h! Nasceu grandão, mais de 3,5 kg, um meninão lindo! Fiquei tão emocionada quando te vi, parecia inacreditável, um sonho! Como eu tinha conseguido ter um bebê tão grande e lindo como você? Como minha vida ia mudar a partir daquele momento! 

Ficamos separados algumas horas depois do seu nascimento e me senti muito perdida. Não consegui dormir de tanta ansiedade! Quando te levaram pra mim, não desgrudei mais, não deixei te levarem mais para o berçário, até na minha cama do hospital você dormia comigo. Eu já te amava muito quando você estava na minha barriga, mas quando você nasceu, te amei imediatamente... não conseguia pensar mais numa vida sem você, te achei perfeito desde sempre, um bebê lindo! E depois de você, meu filho, meu coração nunca mais foi o mesmo... nunca achei que sentiria tanto amor nessa vida! Só tenho a agradecer por você ter surgido na minha vida, filho amado, depois de você dei valor à vida como nunca, quero ter saúde, viver muito para cuidar de você, te ver crescer e te amar cada dia mais!

Parabéns, meu filho querido! Que seus caminhos sejam sempre protegidos e cheios de luz e amor, que você seja o que você quiser, meu anjo, que seja feliz! Te amo muito e seu pai e sua irmã também! Obrigada por nos escolher!