segunda-feira, 25 de julho de 2016

Tem formiga na cadeirinha do carro!

Só pode, porque como meus filhos choram na cadeirinha do carro!

Aqui meus filhos sempre me deram trabalho com a cadeirinha. Arthur, quando era bebê, dava altos escândalos, parecia que tinha espinho no bebê conforto. Irresponsabilidade à parte, ele mal usou o bebê conforto, foram muitas viagens com ele solto no meu colo (me arrepio só de lembrar, como tivemos coragem?). Ele chorava tanto, mas tanto que ficava roxo, enlouquecia quem estava dentro do carro, principalmente quem estava dirigindo.

Que inveja desse bebê sereno no bebê conforto...


Uma vez, ele tinha 4 meses, estávamos eu e ele voltando de uma sessão de fotos na Vila Maria. Nem era tão longe de casa, mas pegamos muito trânsito para voltar. E esse menino chorava, berrava, se estrebuchava, um desespero. Eu, sozinha, parada na Marginal Tietê e esse menino berrando, ficando vermelho, roxo, uó! Quando finalmente saí da Marginal, parei num posto de gasolina e acudi o menino, que só parou de chorar quando peguei no colo e pus no peito. Pingava suor. Dormiu de tão exausto.

Aqui em casa chamamos carinhosamente esse momento chorão de "Arthur Birra"


Depois dessa evitei sair sozinha com ele. Preferia pegar metrô e ônibus com carrinho e tudo para poder acudir as crises de choro (afinal, se o bebê conforto tinha formiga, o carrinho tinha pernilongo, também choraaaava). Para ajudar no carro, o pai instalou aquelas telinhas de LCD no banco para Arthur assistir desenhos. Ajudou muito mesmo, ele se distraia com a Galinha, Patati e Backyardigans,

Ele hoje tem 5 anos e não morre de amor pela cadeirinha, mas fica. Reclama que só, diz que tá dura, que incomoda, que ele não gosta, mas fica. Mas demorou, viu, só com uns 3 anos que ele parou de dar baile na gente.

Aí veio a Rafa, que ficava relativamente quieta até um ano de idade. Mas de uns meses pra cá, socorro! Como chora! E ela chora MESMO, grita, perde o ar, fica "mamãaae, mamãaae", quem ouve de fora do carro deve pensar que estou matando a criança! Enquanto isso, a loka-mãe aqui canta todo o repertório de músicas infantis possíveis, é Galinha Pintadinha, Pintinho Amarelinho, Sapo não lava o pé, tudo numa afinação (sqn). Às vezes funciona, mas às vezes... vou até em casa com essa menina gritando. E como isso me deixa péssima. Fico desestabilizada, de coração partido, nervosa, triste, é tudo junto. Quando acaba a sessão choro, seja porque parei o carro num lugar, porque ela dormiu ou porque chegamos ao destino, estamos as duas acabadas!

Hoje Rafa foi promovida a "Rafaela Birra"! (infelizmente)


E conversando com amigas mães, muitas, mas muitas mesmo relatam o mesmo desespero que vivo com meus filhos. Falam que seus bebês choram, berram, ficam sem ar, pingando de suor. Algumas cedem e pegam no colo, outras deixam chorar, outras param para acudir. Varia muito da pessoa e situação. Cheguei à conclusão que algumas coisas ajudam, tipo:

- instalar TV para verem DVD no carro

- cantorias

- espelhos para mãe e bebê poderem se olhar

- brinquedos que a criança goste

- ir um adulto no banco de trás para distrair o bebê

- músicas infantis tocando no rádio

- procurar dirigir num momento que o bebê esteja cansado e acabe dormindo

- dar um paninho ou brinquedinho que a criança goste e se acalme (tipo naninha)

Mas uma dica que dou pra vocês: evitem soltar os bebês das cadeirinhas, principalmente na estrada. Na estrada NUNCA solte, pare num posto de gasolina, num Graal da vida, mas pare. Um acidente de trânsito com um bebê solto pode virar uma grande tragédia, então vale a pena chegar meia hora atrasado, mas fazer uma paradinha para ver o que o bebê quer. Bom, esse recado é mais para os homens, né... porque homem que é mais impaciente e apressado no volante. Sem pressa, papais!

Bom, é isso. Espero que a minha Rafita pare de dar esses bailes, porque hoje mesmo eu tô maluquinha de tanto que ela chorou durante o dia no carro! Boa sorte, mamães e papais!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Festa Infantil - Angry Birds

Oie!

Aproveitando a onda por causa do filme Angry Birds, segue ideias para fazer sua festinha! Até eu e meu filho ficamos com vontade de fazer uma dessas, muito lindas as ideias! Fotos tiradas do Google ;)










































segunda-feira, 27 de junho de 2016

Preocupação com P maiúsculo

Antes de ser mãe, eu nunca tive uma preocupação com P maiúsculo.

Passei uns apuros, uns sustos, senti uns frios na barriga. Mas nada que me deixasse realmente angustiada. Já me faltou grana, já tive pepino bravo para resolver, prova difícil para passar, TCC dusinferno para fazer. Mas nada que preocupasse ao ponto de me deixar dias sem dormir. 

Arthur nasceu há cinco anos e na maternidade já comecei a me preocupar. Ele nasceu quase meia noite e foi pro berçário. Eu fui pro quarto depois de me recuperar da cesária e fiquei esperando, esperando e nada dele vir pro quarto. Ligava pro berçário e diziam "calma, mãezinha, daqui quinze minutos ele vai". E não vinha. Nessa fiquei até sete da manhã esperando ele chegar, agoniada. Ele chegou, não queria que fosse mais embora do quarto. Pensava, para que deixar o bichinho no berçário se ele pode ficar comigo? Aí ele no segundo dia a noite ele começou a chorar, chorar e chorar de fome. E eu preocupada porque meu leite não descia (mesmo tendo entrado em trabalho de parto, demorou uns três dias para descer meu leite nos dois filhos). E aí me preocupei se teria leite, se saberia dar banho, se daria conta. Me preocupei com as vacinas, com o teste do pezinho, da orelhinha. Me preocupei se não seria trocado na maternidade, se ele era perfeito, se tinha todos os dedinhos, se ouvia, se enxergava, se eu seria uma boa mãe, se o carro tinha uma cadeirinha adequada e se a mesma estava amarrada direito, se o inverno seria muito rigoroso, se o aquecedor que compramos funcionaria bem, se ele estava suficientemente agasalhado, se encontraria um bom pediatra (afinal ele tinha que passar em consulta com 10 dias de vida), se, se, se.

Isso tudo na primeira semana. 

E aí ele foi crescendo. E me preocupei se a escola que escolhi seria boa pra ele, se ele se adaptaria. Se ele continuaria mamando no peito, se meu leite o sustentava. Ele levou uma mordida feia de cachorro com um ano, me senti um lixo, culpada, me preocupei se ele sararia logo, se ficaria uma cicatriz feia. Ele demorou para falar, levei no neuro, na fono, para ver se estava tudo bem.

Fiquei grávida da Rafa, segundo filho a gravidez voa! Nem me preocupei tanto, mas claro, né, me preocupei se ela era perfeita, cada ultrassom era um frio na barriga. Me preocupei com meu parto, que deu mais que certo, mas deu aquele medo de ter que fazer outra cesária, de não dar para pagar, de não ter leite. Ela nasceu, perfeita e aí veio o medo do Arthur sofrer, de não dar conta de dois filhos. Optei por me afastar do serviço por um bom tempo, e aí me preocupei se o dinheiro faria falta, se ficaria muito ociosa, triste por não trabalhar (e realmente trabalhar me fez uma falta danada, mas compensou ficar com as crianças).

Arthur está crescendo, mudou de escola e não acompanhou. Sofria por não saber, chorava. E eu, chorava junto durante a madrugada, sem conseguir dormir e pensando no que fazer para ajudar meu filho. Preocupada se ele estava bem, se estava certo o que estava fazendo, se ele era feliz. Questionando minhas atitudes, minha maternagem. Mesmo fazendo tudo com o maior amor e boa intenção possível, me sinto sempre errando, nem que seja na menor coisa... sei que preciso relaxar um pouco, não sou perfeita e estou longe disso (meus filhos comem salgadinho e papinha Nestlé, rs), mas a preocupação com eles é grande e constante. Não quero ser perfeita, mas quero eles bem e felizes e isso não é nada fácil... espero que com o tempo eu fique mais leve, mas acertando na medida do possível e que meus filhos sejam felizes! Vai ter tristeza, vai ter desafio, vai ter frustração, claro, eu sei. Mas que todos nós lidemos bem com os percalços!



Das coisas da vida de mãe...

Amo vocês!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Feliz aniversário, meu amor!

Já se passaram cinco anos, meu filho... cinco anos! Parece que foi ontem que você nasceu, sinto até o cheiro do primeiro dia de inverno daquele 2011, um inverno que foi bem puxado e frio. 

Como você já deve saber, porque já te contei várias vezes, eu trabalhei até tarde no dia em que você nasceu. Senti uma dorzinha chata nas costas o dia todo, mas não dei importância, achei que era por causa do peso do barrigão. Como ainda faltava praticamente vinte dias para você nascer, nunca imaginei que seriam contrações! 

Fui embora, dirigindo nas pontinhas dos pés, rs e fui pra casa. Sua vovó "minha mãe" me pegou e ainda fui pra faculdade, mas não aguentei entrar porque a dor nas costas piorou. Aproveitamos para ir ao shopping e jantar FEIJOADA, apenas. No shopping a dor aumentou e percebi que você estava querendo era nascer!

Fomos para o hospital junto com o tio Gugu. Chegamos no São Luiz, vovó foi estacionar, tio entrou com a gente. Logo fui internada e em poucas horas você nasceu! Quase virando o dia, 23:40h! Nasceu grandão, mais de 3,5 kg, um meninão lindo! Fiquei tão emocionada quando te vi, parecia inacreditável, um sonho! Como eu tinha conseguido ter um bebê tão grande e lindo como você? Como minha vida ia mudar a partir daquele momento! 

Ficamos separados algumas horas depois do seu nascimento e me senti muito perdida. Não consegui dormir de tanta ansiedade! Quando te levaram pra mim, não desgrudei mais, não deixei te levarem mais para o berçário, até na minha cama do hospital você dormia comigo. Eu já te amava muito quando você estava na minha barriga, mas quando você nasceu, te amei imediatamente... não conseguia pensar mais numa vida sem você, te achei perfeito desde sempre, um bebê lindo! E depois de você, meu filho, meu coração nunca mais foi o mesmo... nunca achei que sentiria tanto amor nessa vida! Só tenho a agradecer por você ter surgido na minha vida, filho amado, depois de você dei valor à vida como nunca, quero ter saúde, viver muito para cuidar de você, te ver crescer e te amar cada dia mais!

Parabéns, meu filho querido! Que seus caminhos sejam sempre protegidos e cheios de luz e amor, que você seja o que você quiser, meu anjo, que seja feliz! Te amo muito e seu pai e sua irmã também! Obrigada por nos escolher!

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Testando - Mushroom Dijon, o novo sanduíche do Mc Donalds

Oie!

E essa semana eu resolvi experimentar o novo lanche da linha Signature do Mc Donalds, o Mushroom Dijon.



A linha signature é uma novidade na rede, com sanduíches gourmet e ingredientes diferenciados. Há alguns meses foi lançado o Club House (leia nosso post aqui), um sanduíche que eu gostei muito mesmo, com pão tipo brioche, bacon num corte mais grosso, apresentação diferente (numa caixinha aberta).

Como eu AMO cogumelos, fui animada experimentar o novo lanche, mas não gostei. 

São vários pontos positivos: a apresentação é realmente igual a foto da propaganda (tanto que eu estava sem celular na hora que experimentei e usei a foto da divulgação neste post). O pão tipo brioche é uma delícia, vem bastante cogumelos, o bacon é caprichado e também tem corte mais grosso.

Mas o único ponto negativo é a mostarda dijon. 

Mas Guaciara, se o lanche tem dijon no nome, por que a surpresa?

Porque quando o Mc vendeu um lanche com mostarda dijon há uns anos, era a dijon amarela, original, simples, que eu adoro! Mas a do Mushroom Dijon é a mostarda dijon a l'ancienne, com uns grãos de mostarda que deixam o molho muito picante e ardido, não gostei! Eu dava uma mordida no lanche e corria dar um gole de suco ou refri, porque senão queimava a boca!

Os pontos positivos são muitos, mas o único negativo foi suficiente para eu não querer comer numa segunda oportunidade, uma pena =(

Para quem gosta de cogumelos, bacon e mostarda beeeeeem picante, fica a dica, vai amar! 

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Depois que virei mãe eu nunca

- dormi uma noite toda
- ou dormi direito
- tomei banho sossegada
- parei de me preocupar (se meus filhos estão bem, felizes, saudáveis e etc)
- mais fui viciada em cigarro
- comi direito
- comi devagar
- emagreci
- amei tanto
- gritei tanto
- sorri tanto
- gastei tanto dinheiro com meus filhos
- gastei tão pouco comigo
- vi tanta importância em ter um carro
- fiquei tão cansada
- fiquei tão feliz
- chorei tanto de alegria
- chorei de preocupação
- senti mais medo de dor
- nem medo de vacina
- sofri tanto em ver alguém tão pequeno tomar uma vacina =(
- gostei tanto de festa como agora!
- tive tanto medo de morrer
- tive tão pouco tempo para estudar
- e tão pouco tempo para mim
- aprendi tanto sobre medicina e fazer curativos
- dei tanto valor ao dinheiro
- não dei tanto valor ao trabalho (controverso, mas tempo com os filhos é tudo)
- fiz tanta amizade com mulheres como agora!
- me imaginei sem minha família

Ser mãe me fez mais louca, mais paciente, mais amorosa e mais feliz, sim! Só um pouquinho cansada, rs =)

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Pérolas do Arthur

Porque ele cresce, mas as pérolas continuam!

- dia desses ele estava comendo e me disse assim: mamãe, como é a música do Pimpom? E respondi cantando "Pimpom come a sua sopa e não suja o babador, pois come com cuidado o que é feito com amor". E ele diz, "eu tô comendo com amor, né, mamãe, a sua comida?"

- Aí ele disse, mas mamãe, porque teve que quebrar o vidro do seu carro (quando a Rafa se trancou dentro, aff), aí expliquei pela milésima vez. Ele respondeu "viu, mamãe, se seu carro fosse de tijolos, não daria para quebrar o vidro!". Deu para perceber que ele está viciado em Três Porquinhos, né?

- fomos para Caldas Novas agora em maio e ele ficou doido para ir no "Beach Park". Ele vê a propaganda na TV e achou que lá era o lugar do Beach Park. Aí ensinei que era Hot Park o certo. E qualquer piscininha com escorregador virou Hot Park pra ele, rs. No fim nem fomos ao Hot Park, coitado, a irmã passou mal e ficamos de molho.

- quando ele se machuca, ele fica apavorado perguntando se "vai crescer de novo, se vai ficar normal". Fico num misto de pena com achando engraçado. Ele fica com medo de que vá cair a parte machucada, tipo a perna ou o braço, judiação.

- dia desses estava dando de mamar pra Rafa e Arthur ficou muito quieto. Fui ver, cadê ele? Não achei em canto nenhum da casa. Agasalhei a Rafa, afinal estava chovendo e frio e desci para procurar. Ele estava na PISCINA, com frio e chuva, brincando com baldinhos, pode???

- está viciado em panquecas, quer panqueca todo dia. Ontem mesmo pediu panqueca meia-noite!

- agora aprendeu a gostar de 'kepchup", ou melhor, ketchup, hahaha

- segue detestando pepino, é só falar que vai dar pepino para ele comer que ele começa a ficar bonzinho, rs

E o tempo voa e meu menino cresce... daqui a alguns dias faz 5 anos!

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Mastite - o que é, quais seus sintomas e como foi minha (dolorida) experiência

Oie!

Hoje venho contar pra vocês sobre uma coisa super chata que aconteceu comigo há poucas semanas, eu tive uma mastite super dolorosa e incômoda...

Eu já tinha ouvido falar de mastite, mas nem imaginava como era. Ouvia algumas colegas e amigas comentando que tiveram mastite, que doeu muito e eu achava que era dor no bico do seio, feridas, qualquer coisa, menos o que é realmente a mastite.


Mas o que é a mastite? 

Mastite é uma inflamação nos ductos dos seios. O leite materno entra nos vasinhos sanguíneos e o nosso corpo entende que deve combater o corpo estranho. Isso gera muita dor, a área pode ficar vermelha, aparecem caroços doloridos, febre, indisposição, parece que pegamos uma gripe muito forte! Algumas vezes a mastite se torna uma infecção bacteriana e o tratamento precisa ser feito com antibióticos.


Preciso ir ao hospital?

Ficar em casa esperando passar não dá. Me recomendaram ir a um banco de leite, em São Paulo existem alguns e me disseram para ir no da Maternidade Leonor Mendes de Barros. Mas acabei indo a um hospital comum porque também estava com uma tosse tremenda e aproveitei para fazer um raio-x.

O que você sentiu, Guaciara?

Numa noite, meu seio esquerdo ficou com uma mancha vermelha, do nada. Estranhei, mas achei que logo passaria. Durante a madrugada apareceu um caroço muito grande e dolorido no local, muita dor mesmo! Aquele caroço imenso, aquela dor para amamentar, comecei a achar que estava com câncer de mama, pirar no meio da noite, cabeça a mil. No dia seguinte acordei e fui pesquisar, falei com amigas mães e tudo indicava que estava com mastite. Comecei a tomar ibuprofeno para dor e o caroço diminuiu. Parei com o ibuprofeno e logo apareceu febre, outro caroço e mais vermelhidão, uma dor tremenda! Fiquei prostrada na cama, parecia que estava com uma gripe da pior que existe! Minha mãe me arrastou para o médico e além da mastite, estava com infecção de urina (por conta do meu cálculo renal) e sinusite, ou seja, eu tava podre, rs. Comecei o antibiótico e no segundo dia os caroços da mastite sumiram, ainda bem!

Meu seio ficou assim. Crédito de imagem para tudodemae.com.br


Devo parar de amamentar com a mastite?

NÃO, por favor, não pare! Porque aí vai entupir tudo de vez. Amamentar com mastite é realmente dolorido, dá vontade de desistir mesmo, mas continue. Enquanto o bebê mama, vá massageando o seio, vai doer, mas ajudará a melhorar. E vá ao hospital ou banco de leite obter ajuda, os remédios e técnicas curam rapidinho a mastite, você vai ver!

Só mãe de recém-nascido tem mastite? 

Nananina não! Minha filha tem 1 ano e 3 meses e tive mastite! Realmente é mais comum dar mastite na descida do leite, porque o seio enche muito e muito rápido e às vezes acontece essa escapada para os vasos sanguíneos, gerando a mastite. Algumas mulheres tem mastite no desmame, quando estão tirando o leite materno da criança. A criança não mama, o seio enche e vem a mastite. Aqui não sei o motivo da mastite, já que Rafaela mama muito e em livre demanda. Mas deu, rs.

Vou deixar aqui o endereço do hospital Leonor Mendes de Barros
Avenida Celso Garcia, 2477 - Belezinho, São Paulo/SP
Telefone: (11) 2292,4188


Então é isso! Se você estiver com sintomas de mastite, vá a um médico, procure seu ginecologista, pediatra do seu filho, banco de leite da sua cidade, não fique sofrendo em casa, tá? E amamente o bebê, para ajudar a esvaziar o seio. Se amamentar estiver dolorido demais, ordenhe, mas não deixe o leite parado no seio, pode piorar a mastite.

Beijocas em todas!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Hoje eu Assisti - A Quinta Onda

Estamos de volta! 

Saudade que eu tava de escrever no meu cantinho! E hoje venho falar de um filme que assistimos ontem no Now (da Net): A Quinta Onda.

Crédito de imagem para AdoroCinema


Esse filme era um dos que eu estava doida para ver no cinema. Não costumo ler sinopses nem ver trailers para não perder a emoção do filme, mas esse acabei vendo o trailer e me interessei. Tentei ver no cinema, mas não consegui (vida de main, rs). Adoro esses filmes de ficção, com ETs e tudo mais. Mas olha, me decepcionei com o filme!

Meu marido, sabendo que queria muito ver esse filme, avisou que estava no Now. Alugamos, R$9,90. Crianças dormindo, hora de ver o filme. O filme começou bem, com um suspense, imagens chocantes (prédios caindo, enchentes, nave espacial flutuando no céu da cidade). Mas aí desandou. Não gostamos do andamento, muitas partes paradas, cheias de diálogos bobos e pior, aqueles filmes com tentativa de encaixar um romance no meio da desgraça. Valeu para matar a curiosidade, mas não achei que compensa ver, não. Deveria ter gastado o tempo e o dinheiro da locação assistindo O Regresso, filme que estou LOUCA para ver e também não consegui...

Sobre o filme: a adolescente Cassie leva uma vida normal com seus pais e irmão, até o dia em que uma nave alienígena paira sobre a Terra. A primeira onda é o corte completo de energia, onde inclusive os meios de transporte param. A segunda onda é um tsunami gigante. A terceira onda é uma epidemia de gripe aviária. A quarta onda é a infiltração dos próprios aliens na sociedade disfarçados de humanos. O que é esperado no filme é a quinta onda, ou seja, a extinção total dos humanos.

Assista ao trailer de A Quinta Onda aqui! Provavelmente vai te dar curiosidade de ver o filme, rs!

E você, assistiu A Quinta Onda? Gostou?

Obrigada pela visita!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Time off

Só para avisar que darei uma folguinha daqui por uns dias. Amo de paixão meu cantinho, onde escrevo de tudo um pouco com muito carinho, mas a correria tá braba!

Nas últimas semanas ficamos todos meio doentes aqui em casa. Rafa ficou bem mal, tadica, teve que tomar antibiótico e tudo! E eu venho estranha há muito tempo, com tosse, dor de cabeça e no corpo. Até que essa semana eu fiquei derrubada de vez, não conseguia nem sair da cama! Ainda bem que tenho minha mãe e meu marido para me socorrerem nessas horas, me fizeram um comida, cuidaram das crianças para eu descansar. Mas não teve jeito, fiquei mal mesmo e tive que ir pro hospital, tomei remédio, fiz exames e estou com uma super sinusite.

Ah, não posso esquecer que fui premiada com uma mastite no seio esquerdo. Eu nunca tive isso na vida e foi um susto quando surgiu aquele caroço dolorido, achei que estava com câncer, rir para não chorar, rs. Nunca imaginei que mastite dava em mulher com bebê grande como eu, mas deu. E dói, viu, dói demais! Vou escrever mais sobre para informar outras mamães, porque eu fiquei perdidinha!

Aí a vida sozinha já é uma correria do caramba, com doença no meio aí ferra tudo de vez. Essa semana vamos viajar (eu não ia, mas tentei cancelar e perderíamos praticamente TUDO que foi pago, não dá) e quando eu voltar, boto tudo em ordem aqui na casa de novo. Amo esse espaço e não largo de jeito nenhum, rs. E como sou de virgem já viu, né, segundas e quintas são sagradas. Já tinha atrasado a segunda, ia atrasar a quinta, não consigo! Me dá neura, rs!

E é isso! Uma ótima semana à todos e até semana que vem =)