quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2009 acabou

Nossa, eu tinha tantas coisas pra escrever, tantas coisas pra falar, mas agora que o ano acabou de verdade, as palavras me fugiram. O ano voou, mais rápido que o ano passado. Eu queria ter feito um post de Natal, mas quando fui ver, já era ano novo. (Obs: espero que todos tenham tido um ótimo Natal!). Meu Natal foi tranquilo, revi uma tia muito querida lá do Piauí, que estava aqui em Sampa, vi primos por parte de pai, no almoço de Natal fiquei com minha mãe e meu irmão, porque Papis teve que trabalhar. Fiquei com meu Otto, o que foi muito importante pra mim. Ele foi o sucesso da ceia de Natal, praticamente um tira no jardim de infância, as crianças grudaram nele, o que fez as tias e primas soltarem suspiros (meu orgulho, tio Otto!). Isso gerou cobranças de quando vem nosso nenê, mas isso fica pra depois, né? Abafa o caso.

O ano passou muito rápido, lembro perfeitamente o ano novo do ano passado, na casa da minha sogra. Lembro da nossa viagem de um ano de casamento, comemorada em janeiro e de várias outras coisas que aconteceram no decorrer do ano. Em janeiro fiz uma entrevista na empresa que a Lia trabalhava, indicada por ela. Já vai fazer um ano que fiz essa entrevista e parece que foi ontem que eu acordava ceeeedo pra pegar dois ônibus pra ir até Pinheiros, todo santo dia. Parece que foi ontem que entrei na escola, mas não, já faz 5 meses de tia Guaciara. Parece que foi ontem tanta coisa... ainda bem que tiro muitas fotos pra poder ver e constatar que o tempo está voando. Há um tempo atrás revelei várias fotos do Thomas, desde os 4 anos dele. É impressionante como ele mudou, cresceu. Mais alto, com mais cara de mocinho, diferente daquele nenê de 4 anos, com a cara mais redondinha ainda, com jeitinho de criancinha. Ontem eu estava na Focus e o Otto também, tanto que ele direto confunde o nome da empresa atual dele com a Focus, a gente até ri disso, porque queríamos tanto correr daquele lugar e agora que estamos longe, lembramos de lá às vezes. Graças a Deus esse ano não me trouxe nada de ruim (demais), não perdi ninguém querido, não adoeci, terminei mais um curso, arrumei um novo emprego, não passei nenhuma grande dificuldade. Fiquei um pouco distante do Thomas, mas logo nos reencontramos e nos grudamos de novo, como sempre. Otto está bem, passou por uns altos e baixos, mas nada que não pudesse sobreviver. Juntos não morremos, e sim fortalecemos. Amadureci demais esse ano, fisicamente, psicologicamente. Mantive minhas grandes amizades, retomei contato com parte da família que eu tinha perdido. Hoje foi um dia especial, falei com uma prima muito querida por mim que eu não falava desde o falecimento da minha avó. Esse ano me matriculei na minha mais nova faculdade, o que é um desafio pra mim, mudança total de área, estou ansiosa. Parei de ligar pra algumas besteiras que falam pra mim, mas percebi que ainda preciso apertar com mais força aquela tecla conhecida por todos, porque certas coisas ainda me atingem, preciso relevar mais. Meu casamento não saiu, mais 2010 está aí pra eu sonhar mais um pouco e pensar e planejar e tentar fazer acontecer. Filhos? A cobrança está grande: as meninas aqui do prédio, alguns familiares, o olhar do meu pai, mas eu ainda não quero, até Otto está mais sossegado sobre esse assunto. Antes que alguém me aponte o dedo, EU SEI que o Thomas não é meu filho, mas ele é filho do meu marido e nos damos muito bem, além de nos amarmos muito, então ele é sim meu filho do coração, ele mesmo acha isso. Ah, e ele também quer um irmão, um menino, porque de acordo com ele meninas são muito chatas. Bom, se eu pesar tudo o que aconteceu em 2009 e tudo o que quero fazer em 2010, ficarei aqui até amanhã e agora tenho que sair, comemorar meu ano novo com meus amores. Desejo à todos um ano novo cheio de paz e felicidades e que todos possam passar esse momento ao lado das pessoas que amam, com muita energa positiva e alegria!

Não sou de mandar beijos por aqui, mas... beijos!

Hoje eu assisti

Avatar: resolvi assistir esse filme porque o Thomas estava falando que queria assistir há um tempão. No fim de semana que estreou calhou de ser o fim de semana dele com a gente, então fomos assistir. Compramos os ingressos antecipados, por causa das filas e fomos, num domingo. Eu ainda não tenho filhos, mas como o Thomas é um filho do meu coração, me aventurei no típico programa de índio dos pais, cinema de fds. Fazia anos que eu não ia ao cinema num fds, muito menos num domingo a tarde, fim de semana de estréia de um filme muito comentado, ainda mais em 3D, que é mais concorrido ainda. Chegamos ao cinema, filas pra tudo, pra comprar refrigerante, pipoca, pra entrar, mas faz parte. Os meninos entraram no cinema e eu fui pra fila da pipoca, que estava enoooorme, Deus do céu! Peguei as pipocas e fui me juntar com os meninos, todos de óculos 3D. O filme é bem fantasioso, mas muito legal, eu gostei bastante. E assistir em 3D valeu mais a pena ainda, os bichinhos que voavam na floresta passavam na nossa cara, dava a impressão que dava pra tocar! O Thomas adorou o filme, ficou quietinho o filme todo, assistindo e adorou também! Valeu cada fila que pegamos, rsrsrs. Ele adorou, e nós também adoramos, o filme é bem legal e mostra que não tem jeito, como a humanidade é mesquinha e materialista... o filme se passa em 2000 e alguma coisa, lá no futuro, nosso planeta já acabou em vários aspectos e a exploração espacial estava bem avançada. Eles acharam outro planeta que é fonte de um mineral que não existe na Terra, e que vale muito, por isso decidem explorá-lo. Como a população não é muito a favor disso, os humanos decidem criar avatares dos ET's que tem a mente controlada por um humano. Aí entra a parte melô da história, que é o amor entre uma ET e um humano, aí só assistindo pra ver. O filme tem bastante efeitos, é bem legal, gostei muito! A melhor parte foi uma parte do filme, um diálogo entre o casalzinho, mais ou menos assim:

Mocinha: agora você já acabou seu treinamento, já é um de nós, precisa escolher uma mulher.
Mocinho: uma mulher?
Mocinha: sim, uma mulher. Fulana é uma ótima cantora. (fazendo um doce)
Mocinho: mas eu não quero Fulana.
Mocinha: Ciclana é uma ótima caçadora.
Mocinho: mas eu não quero Ciclana. Eu já escolhi a mulher que eu quero.

THOMAS (em alto e bom som): JÁÁÁÁ???

O cinema inteiro: risos geral!

Definitivamente, isso valeu tudo, kkkkkkk!

Te amamos, Thomas!


Caras e bocas no cinema!


Eu e Thomas, com nossos óculos 3D

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Minha paixão por animais - Lua

Ah, essa história é especial. A Lua é uma bichinha linda e querida, mais gente do que cachorro, que viveu comigo por uns bons anos e agora mora com meus pais. Ela foi a primeira cachorrinha que apareceu na minha vida depois da Princesa. Quando a Princesa morreu, ficou um buraco muito grande em casa, então decidimos ficar sem cachorros, mas quem resistiu à Lua?



Quando eu tinha uns 16 anos, eu assisti um clipe do Groove Armada, Superstylin', onde aparecia um daschund (o famoso salsicha ou cachorrinho da Cofap). Fiquei apaixonada e comentei um dia com a minha amiga Dani que o dia que eu tivesse um cachorro de novo, seria um salsicha, igual o do clipe, pretinho e que se chamaria Lua. Aí ela me disse que a Jade, a cadelinha da prima dela, uma salsicha, estava grávida e que os donos dela não sabiam o que fazer com os filhotes, já que queria dar para pessoas próximas e de confiança. Eu disse na hora que queria um. O tempo passou, os filhotes nasceram, 7 por sinal. Desmamaram, cresceram, ficaram lindos, pretinhos, gordinhos, fofos. Um dia eu estava em casa quando a Dani chega com uma bolinha preta na mão, encolhida, fofa... era a minha Lua, escolhida pela Dani, a coisa mais linda e dengosa. Levei pra casa e mostrei pra minha mãe, que claro, ficou doida comigo, dizendo que eu sabia que ela não queria mais cachorros, que não era pra ter pegado cachorro nenhum, que era pra levar a Lua embora. Pensei um pouco e decidi deixar a Lua no colo da minha mãe enquando ia conversar com a Dani (pra ver se a fofura da Lua amolecia minha mãe). Quando eu voltei, a Lua estava toda encolhida no colo da minha mãe, confortável, em casa e minha mãe já disse que eu era uma fia da pu, por ter deixado o cachorro no colo dela pra ela se apegar. Ela disse que era pra gente esperar meu pai chegar pra ver o que ele decidia. Claro que quando meu pai chegou ele disse a frase de sempre: "Deeeixa o bicho aí!". Ele já disse isso até pra minha pata Roberta que ganhei da minha vó, imagina pra uma cachorrinha tão fofa como a Lua? A Lua ficou pra nunca mais sair e virou a daminha da casa. Apesar de eu ter ganhado a Lua, ela escolheu minha mãe como dona, porque cachorros escolhem o seu dono. Ela se apegou em mim, mas se apegou dobrado nos meus pais. Meu pai, machão valentão chama a Lua de filha, minha mãe compra roupas e ração da boa, enfim, a Lua é uma princesa. Convivi diariamente com a Lua por uns 5 anos e apesar de mordidas e rosnadas, sempre nos demos muito bem. Ela estranha um pouco o Gugu, morde de vez em quando, mas ela está só se vingando dos tempos que ele dava cambalhota com ela, tenho certeza. Ela é bravinha, esquentadinha, tem o gênio da minha mãe, digamos, misturado com o pai biológico dela, o Charlie. Esbelta, pretinha, com o pelo brilhante, unhas compridas, rabo maluco, já passou por poucas e boas. Já foi atropelada, mordida pelo Max, tomou trocentas injeções por causa das dermatites dela. A raça dela tem tendência a ter problemas de pele, então ela vive no veterinário. Dorme com meus pais, mas odeia dormir com meu irmão. Gosta de passear na praia, mas odeia passear nas ruas de São Paulo, principalmente depois que ela foi atropelada. ODEIA tomar vacina, injeções. Odeia tanto que ela já entende as palavras veterinário e banho e quando as ouve já se enfia embaixo da mesa, só saindo na base da mordida ou se enfia no esconderijo dela, um buraco no guarda-roupa da minha mãe. Ela adora virar de barriga pra cima pra ganhar carinho e morre de ciúme do meu pai. Quando ele me abraça, ela dá um jeito de se enfiar no meio, é muito engraçado, bichinha geniosa... extremamente carinhosa, adora ficar chegada na gente, pertinho. Gosta de um homem que é uma beleza, nunca vi bicha mais safada. Adora comer comida de gente, mas ai de você dar um pão puro pra ela. Ela não come, tem que ter queijo ou manteiga (a bicha é fresca que só). Uma lady, sabe andar de carro, se cobrir sozinha no frio, gosta de ficar na janela e na varanda vendo a vida lá embaixo e adora usar roupas. Roupas são um episódio à parte. Ela adora usar roupinhas, tem várias. Quando casei, minha mãe ficou mais grude com a Lua ainda. Ela tem vestidos da Hello Kitty, roupa de inverno com capuz, vestido com lacinho, fica uma fofa. Agora o cara do Pet Shot deu pra colocar gargantilhas rosas nela, fica uma boneca. Hoje Luri tem 7 anos, em fevereiro faz 8. Está mais velhinha, com uns pelos grisalhos, mas tão ou mais carinhosa do que era antes. Cada dia mais apegada na gente, temos todo um ritual para não deixá-la sozinha, sempre tem alguém em casa pra ficar com ela e quando viajamos, nos revezamos, ela nunca fica em hotel. Ela faz parte da família e não gosto nem de pensar no dia em que ela nos deixar... esse é o mal de ter cachorros. Eles viram filhos, irmãos. Parece exagero, mas só quem teve cachorro sabe como é, a lealdade, a amizade e o carinho que eles tem por nós. Só que eles duram pouco, uns 15 anos... eles vem, deixam a marca deles pra sempre e se vão, rápido demais... mas vamos parar de pensar em coisas ruins, porque a Lu tem mais uns bons 7 anos no mínimo com a gente.





Te amo, malukete linda!


Lua e eu




Lua vendo o que se passa na rua, coisa que ela adora. Estava com uma alergia, por isso estava com umas falhinhas no pelo

Piercings e tatuagens

Sei lá se já estou meio velha pra essas coisas, mas eu adoro piercings e tatuagens. Tatuagem eu acho um charme, quando bem feita e piercings viram um acessório bonito quando a jóia é delicada e combina com a pessoa. Até piercing na sobrancelha, que é meio maloqueiro, fica bonito quando a menina tem um rosto delicado ou o cara tem um certo estilo. Até um alargador, quando combina com a pessoa, fica bonito. Eu tenho meus piercings e uma tattoo. Por mim, eu já seria um gibi ambulante, mas sou cagona demais pra isso, tenho medo das broncas da minha mãe até hoje. Também vivo dura de grana, isso complica pra fazer uma tatuagem num lugar bom. Como tatuagem é pra sempre, tem qu investir mesmo e fazer num bom lugar, porque senão o resultado pode não ser o esperado e aí segura. Num aniversário meu eu fiz a minha tatuagem, 3 borboletas no pé direito. Eu escolhi o desenho, sugeri cores, escolhi as posições das borboletas, foi bem legal, ficou do jeitinho que eu queria, não me arrependo. Pensei que ia morrer de dor, já tinham me avisado que tatuagem no pé é um parto, mas nem foi tudo isso, quando o tatuador começou o contorno, eu estava tensa, e aí vi que a dor nem era tudo isso, foi tão sossegado. Na hora de pintar a última borboleta, senti um pouco de dor, o lugar era mais sensível e eu já estava há um tempinho tatuando, a pele estava sensível. Adorei o resultado e queria muito fazer outra, mas fico só na vontade por enquanto. Piercings eu tenho 3 atualmente, mas já tive 4. Tinha um na orelha, o primeiro que fiz. Levei uma mega bronca da minha mãe, porque fiz escondido e ainda por cima na farmácia. Fiquei uns anos com esse piercing, mas tirei. Doeu pra fazer, doeu pra manter, não cicatrizava nunca, o lugar não é muito bom pra ter piercing, acordava de madrugada com dor na orelha, fui louca de fazer e não faria de novo (eu acho). Depois veio o nariz, a novela mexicana. Sempre quis ter um piercing no nariz, mas meus pais jamais deixariam eu fazer um. Até que quando eu tinha uns 17 anos resolvi fazer e chegar em casa com o novo adereço. Minha mãe surtou, gritou demaaais, dizendo que ia lá fechar o estúdio que fez aquilo no meu nariz, que eu era menor de idade e blá, blá, blá, rsrsrs. Tadinha, entendo a preocupação ela, mas ficou tudo bem, cicatrizou legal. Depois de um tempo, não me lembro porque, acabei tirando. Aí fui lá e furei de novo, segunda vez. Estava na Dedic, saí do trampo e fui direto fazer meu piercing. Doeu um pouco mais que na primeira vez, mas ficou lindo, fiquei tão feliz que logo saí do estúdio e fui comemorar tomando uma cerveja. Com isso vi que todo o cuidado que tive no primeiro piercing foi exagero. Sei que depois de um tempo o piercing enroscou na toalha de banho e saiu, e o furo fechou... mas eu não desistia! Furei de novo, dessa vez na galeria, sozinha, depois do trabalho. Ficou lindo de novo e dessa vez fiquei um tempão com o piercing, até o dia em que saí com o Otto, pela primeira vez. Voltei pra casa feliz da vida e fui dormir, depois de um passeio legal. Capotei e acordei sem piercing. O furo fechou e depois descobri que tirei o piercing dormindo, encontrei a jóia embaixo da cama. Fiquei uns 2 anos sem piercing no nariz, até que esse ano, no meu aniversário, fiz de novo. Pensei que minha mãe ia me matar, mas ela achou lindo, vai entender, nada a ver com a reação da primeira vez. Umbigo, esse demorou pra eu fazer. Quando eu tinha uns 14 era a moda da moda. Eu não queria fazer, achava minha barriga feia, complexos de adolescência... aí, há uns anos atrás eu fui numa feira de tatuagens. Ouvir aquele barulho da maquininha de tattoo, o povo fazendo piercings começou a me deixar louca, queria fazer alguma coisa também. Ia fazer um piercing no nariz, mas como minha mãe tinha brigado tanto quando fiz, decidi fazer um no umbigo. Escolhi um stand simpático, escolhi a jóia e fui. Deitei na maca, a mulher começou a limpar meu umbigo com éter, álcool, sei lá, sei que aquele cheiro me deixou mal e minha pressão começou a cair, cair... ela disse que ia marcar o lugar do furo, quando ela pediu pra eu ver o que eu achava, já estava com o piercing colocado, não senti dor nenhuma. Mas eu estava branca, pálida, sem cor na boca, o povo se desesperou, achou que eu ia desmaiar. E eu tava numa boa, me sentindo tão bem, aquela brisinha gostosa, huahuah! Não me arrependo, o resultado ficou lindo, aliás, não me arrependo de nenhum dos piercings que tenho, gosto de todos. O terceiro é segredo, não é todo mundo que sabe que tenho, né? =P


PS: escrevi esse texto há uns dias q tinha salvo nos rascunhos. Agora tenho mais uma tattoo! Quem diria que em poucos dias eu ia decidir tudo isso tão rápido, né?

domingo, 20 de dezembro de 2009

Hoje eu assisti

Lua Nova: o segundo filme da série Crepúsculo. Fui assistir com Otto por causa da propaganda que os amigos fizeram. Na verdade, a propaganda toda me fez assistir Crepúsculo e gostar dessa medra... gostei do filme, apesar de ter achado Crepúsculo muito melhor, com mais história. Lua Nova continua o primeiro filme e acaba sem pé nem cabeça, a gente até fica esperando sentado pra ter certeza se o filme acabou mesmo. É, com o alarde todo de sucesso que a série está fazendo, eles podem (ou pensam que podem) se dar o luxo de acabar o filme do jeito que quiserem, afinal ainda vai ter uns dois filmes que eu saiba pra explicar o que ficou pendente. A parte boa foi passear com Otto, com essa vida corrida que a gente leva acaba não dando tempo de passear como a gente gostaria e às vezes quando temos o tal tempo, não temos denero, lei de Murphy (ou seria Murfie?). O legal do segundo filme é que o tal lobisomem aparece. O segundo filme também fica com a impressão manjada que a Bella está doida pra ser mordida. Ela fica o filme todo com aquela cara de "morde eu", fora que achei ela bem rampeirinha pro meu gosto... se decide, carais, com qual vai ficar? E os tonto atrás dela que só... vai entender? Sei que não achei Lua Nova um filmão, sabe, mas vale assistir por causa da série, né? Bom, espero que até o próximo filme eu tenha lido os livros...

Hoje eu assisti

Crepúsculo: o filminho da moda. Era essa a opinião que eu tinha, não tinha interesse em ler o livro, muito menos em ver o filme. Sei lá porque criei um preconceito com essa série... me recusava a saber mais sobre e achava meio besta quem gosta muitoooo da saga (apesar que eu ainda acho meio besta quem gosta muitoooo). Eu não entendia o porque de tanto sucesso, até que me disseram tanto que o livro era bom, mas bom, que decidi ler o livro antes de ver o filme, pra não perder a graça. Acontece que Lua Nova, o segundo filme da série, está nos cinemas e disseram que valia a pena assistir na telona por causa dos efeitos, por causa disso não esperei pra ler o livro. Como Otto San está de férias, estamos mais tempo juntos em casa, a noite está ficando mais sossegado porque o serviço também está, decidi alugar. Assistimos e gostamos, muito. É bem coisa de adolescente, mas é legal, gostei mesmo. Essa história meio manjada de vampiros misturados a humanos caiu bem, o filme tem história, efeitos, aventura, gostei. E o Edward, mesmo sendo mais branco que o Otto, é muito lindinho, como dizem por aí...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Minha paixão por animais - Princesa

Há muitos anos atrás eu tive uma cadela. Ela se chamava princesa, era linda. Era uma poodle toy champanhe, mas ela era tão rosinha por baixo dos pelos que parecia ser rosa mesmo, uma boneca. Eu sempre quis ter um cachorro, mas meus pais nunca deixaram. Até entendo, porque dá um trabalho imenso ter cachorro, mas eu não desistia. Sempre pedi um irmão (menino) e um cachorro. Meu irmão veio, mas nada de ganhar o cachorro... quando meu irmão começou a falar e a entender as coisas, logo pedi pra ele me ajudar a pedir um cachorro. Enchemos tanto o saco da minha mãe que ela cedeu. Pesquisamos no jornal e achamos um cara que estava vendendo duas poodle toy filhotes, eu queria uma cachorrinha mesmo, então fomos lá ver. Não sei se era longe, mas com meus 12 anos que eu acho que tinha, pareceu ser bem longe mesmo. Chegamos lá, lembro que era uma casa com quintal. O homem nos levou pra conhecer os cachorros, eram duas cachorrinhas pequeninas e lindas. Quando me aproximei, a Princesa logo pulou, desajeitada por ser filhota ainda, e veio na minha direção. Ela era rosa, gordinha, peluda, linda! Não resisti, foi amor a primeira vista. O homem deu banho nela, secou, deixou bem perfumada e me entregou. Me apaixonei na hora, já vim com ela no colo, cuidando que nem um filhinho mesmo. Em casa ela deu os trabalhos de sempre: queria roer tudo, fazia sujeira pela casa, adorava fazer xixi no tapete do quarto da minha mãe. Mas ela era tão meiga e linda que até meus pais se apaixonaram por ela e tudo passava. Inteligente demais, logo aprendeu a não mexer nas coisas e a fazer sujeira nos lugares certos. Muito leal a mim, me obedecia sempre, nunca tive que bater nela, graças a Deus. Quando passeava com ela, não usava coleira, ela me obedecia sempre, me seguia. Se passasse um gato, ela passava por cima dos instintos dela e seguia comigo. Se meu pai vinha no meu quarto e falava um pouco mais alto, ela já rosnava. Dormia comigo, um chamego só. Todas as minhas amigas adoravam a Princesa, ela era um sucesso no prédio que eu moro. Infelizmente ficamos juntas por pouco tempo. Quando ela tinha uns 6 meses fomos fazer uma visita na casa da minha avó. Como ela tinha tosado careca, a primeira tosa, quis levá-la pra minha vó ver. Como minha avó era senhorinha, levamos ela pra fazer compras no mercado e a deixamos sozinha na casa dela. Acho que ela estranhou, ficou irritada, não sei, sei que ela inventou de brincar justamente com um fio de um rádio da minha avó e levou um choque, acho que morreu na hora. Quando chegamos, eu que achei a Princesa, chorei muito, até minha mãe chorou, porque todos se apegaram muito a ela. Fiquei muito mal, meu tio levou a Princesa embora, me disse que ia levá-la a um cemitério de animais (coisa que duvido que ele tenha feito, mas acreditei na época, criança, né). Minha avó ficou um trapo, me dizendo que daria outro cachorro pra mim, se sentindo culpada, tadinha... ninguém teve culpa, quando as coisas tem que acontecer, acontecem. Fui pra casa arrasada, contei pras minhas amigas do prédio, todas choraram. Fiquei com febre, triste. Mas apesar dessa tristeza toda, as lembranças ótimas da Princesa ficaram, e com o tempo fui melhorando. Claro que sinto saudades dela até hoje, porque ela foi especial, minha primeira cadelinha. Nunca mais esqueci dela, da meiguisse dela, do companheirismo e da cor rosa que ela tinha... foi meu primeiro amor canino.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Minha paixão por animais - James

Nossa, o James! Esse gato foi muito doido, criar ele foi muito legal, ficou saudade! Apesar dele ser bem doidão, eu gostava muito dele. Há muitos anos atrás, nem me lembro quando, eu estava no prédio com o pessoal. Aí um menino que morava aqui no prédio desceu com um filhote de gato, disse que achou jogado na escadaria do bloco 3. O gato mais parecia um rato ou um morceguinho, pequeno que só, orelhudo, olhos praticamente fechados, gritando muito, aquele miadinho fino. Ele era tão bebê que ainda tinha o cordão umbilical preso na barriga, secando. Morri de pena, ninguém queria ficar com ele e eu, com meu instinto cachorreira/gateira de sempre, percebi que se ele ficasse pelo prédio ia morrer. Levei pra casa, claro. Ele era tão pequeno que minha mãe nem brigou (muito), fui direto pro quarto arrumar um canto pra ele dormir. Peguei uma caixa de sapato, forrei com um pano, coloquei um bichinho de pelúcia pequeno e coloquei ele do meu lado da cama, embaixo do cobertor, morria de medo que ele morresse de frio. Como sempre pegava um gato de vez em quando pra cuidar, eu tinha aquelas mamadeirinhas chuquinhas em casa. Esquentei leite e coloquei na mamadeira, era um barato dar de mamar pra ele, ele era tão fofo quanto um nenê de verdade. Acordava de madrugada com os berros dele, de fome. Virei a mãe dele de verdade, acordava várias vezes pra dar mamadeira pra ele, corria da escola pra casa pra cuidar dele. Com isso ele cresceu, ficou forte e enorme, um gatão lindo mesmo. Rajado, era escuro, meio preto com cinza, lindo mesmo. Virou um gatão grande e gordo, atentado, pra não dizer maluco. Arranhava todo mundo, corria feito louco e tinha um xodó por um xale branco que ele tinha... namorava com esse xale o dia inteiro, era um tarado. Com o James tive a confirmação que gato não é bicho de apartamento, principalmente os machos que não são castrados. Eles são aventureiros, caçadores por natureza, não podem nem merecem ficar trancados num apartamento. Com isso, resolvemos deixá-lo na casa da minha vó, que morava numa casona espaçosa, com quintal. Foi muito difícil deixá-lo lá, ele não queria sair do carro de jeito nenhum. Eu não me lembro bem a sensação, mas minha mãe diz que foi horrível, que a sensação era de que a gente estava se desfazendo dele, não pensando no bem dele, sabe, que parecia que ele era muito apegado na gente... mas isso foi temporário, porque minha vó sempre dava notícias dele e dizia que ele era o garanhão da rua, que ele trazia várias namoradas pra casa dela, uma inclusive chegou a ir pra casa dela dar cria, um barato esse meu don Juan. Acho que não cheguei a ter fotos dele, mas lembro perfeitamente daquele zoiudo gigante, que pulava e namorava o xale, que arranhava todo mundo, menos eu. Esse era meu James, deixou muita saudade...

O tarado e a calcinha

Pra começar, explico: meu apelido para alguns amigos é Forest Gump, porque eu sempre tenho uma história mais louca que a outra pra contar. Mas não tenho culpa, as histórias loucas que me seguem (ou eu ando demais). Sempre acontece algum bafafá onde eu moro, trabalho, estudo ou com algum parente. Sei que a mais recente, que aconteceu mês passado foi a do tarado de calcinha. Pra entender: há uns meses algumas mães andam reclamando de um cara que fica rondando a escola e mexendo com as crianças. Falamos com a direção da escola, que contatou a ronda, que disse não poder fazer nada se não houvesse flagrante. Achei o fim da picada a "solução" tomada, mas pior ainda o cara que ficava mexendo com as crianças. Uma das mães veio conversar comigo e disse que o cara ficava abaixando a calça e que estava usando uma calcinha vermelha. Tem doido pra tudo, né? Sei que os dias passaram e nada, o cara parecia ter sumido. Aí um dia eu estava voltando do almoço e vi o tal tarado da calcinha, embaixo da passarela, de calça de moletom. Toda vez que passava uma criança indo pra escola, ele abaixava a calça e estava de calcinha branca, eu mereço... pena que tive que ver isso, porque foi zuado. Cheguei na escola e já tinham várias mães reclamando do tal tarado, chamaram a polícia e tudo. Nisso o cara sumiu e a polícia foi embora também. Uma mãe mais revoltada lá da escola não desistiu, ficou andando pelos quarteirões perto da escola procurando o tal tarado até achar. E não foi que ela achou? Ele entrou numa oficina mecânica pra tentar vender uma ferramenta que ele diz ter achado, ela foi atrás, avisou os mecânicos que ele era o tarado que estavam procurando e... os caras se juntaram e deram um pau bem dado nele. Saíram correndo atrás dele e batendo, o cara atravessou a Radial Leste no meio dos carros, fugindo dos caras. Acho que ele devia ter pensado que era melhor morrer atropelado do que levando porrada dos mecânicos armários... no fim a polícia chegou e pegou o cara, todo estropiado, e levou pro hospital, pra depois levar pra delegacia. Onde eu entro nisso? Estava eu trabalhando quando a mãe que foi atrás do tarado aparece e me chama, dizendo que a polícia estava atrás de mim, porque eu fui uma das testemunhas que vi ele abaixando a calça e mostrando a calcinha, que ela viu que eu vi e deu meu nome na delegacia. Dei uma olhada e lá estava a viatura, me esperando. Parecia até que eu era a tarada da calcinha. Só me restou ir pra delegacia também, fazer o que. Aí foi, ei, ei, ei, todo mundo pra DP e tal, chegando lá demos nosso depoimento, o cara chegou todo quebrado (deu até dó, admito, mas porque ele tinha que mexer com a molecada?). O resultado do pau: dois braços quebrados, muitos hematomas e machucados. Sei que fiquei simples 6 horas na delegacia para o cara ser solto! Ele já tinha ficha, umas três passagens, uma por atentado violento ao pudor e foi solto... aí você pensa, justiça não existe mesmo, o negócio é rezar para nada acontecer com alguém que a gente ame muito, porque a justiça não vai funcionar. Tudo bem que meu depoimento não ajudou muita coisa, na verdade nem sei porque me chamaram pra depor, mas o depoimento da mãe foi bem substancioso, com detalhes, mas de nada adiantou, o cara foi solto. Pela ficha vimos que ele é mineiro e morador de um albergue. Semanas atrás a mesma mãe viu o cara pelas ruas do Glicério, livre, leve e solto. Pensaram que iam encaixar o cara na lei anti-pedofilia, mas não foi o que aconteceu. O que restou mesmo foi pedir atenção redobrada das mães e que, se possível, elas acompanhassem os filhos até a escola, ou pagassem alguém pra levar, ou colocassem na perua escolar, ou pedissem pra vizinha trazer, porque ficou o medo de um dia ele voltar para as redondezas da escola e pegar alguma criança... seria uma tragédia anunciada, mas que a gente não pode fazer nada, as crianças tem pais, mães, avós ou tutores respónsáveis. Essa é a parte ruim de trabalhar com crianças, principalmente quando você mexe com uma população com algum nível de carência, você quer pegar no colo e criar, comprar roupas, cuidar, dar carinho... o que eu posso fazer é dar atenção, conversar, mas mesmo assim é bem difícil. Rezo muito por eles, sempre, porque a gente se apega, não tem jeito.

Thomas

Hoje nosso banguelinho chegou em casa com um sorriso diferente: caíram 2 dentes dele! Quer dizer, tiveram que arrancar dois dentes dele, porque já estavam nascendo os definitivos embaixo. Agora é tarde da noite, ele já está lá no quarto dormindo, gostoso... o dia foi bom, agradável, pena que não pude aproveitar mais tempo com ele, passei o dia todo fora fazendo prova. Mas o pouco que a gente ficou já valeu, jogamos muito video game, Uno, Lig 4... ele adora esses jogos e o mais legal é que ele está crescendo e entendendo mais, até ganhou várias vezes da gente no Uno. Cada fim de semana que ele passa com a gente é uma novidade: uma palavra nova que ele fala, uma coisa diferente, uma gracinha, uma gíria, algo novo que ele aprendeu na escola. Cada dia mais esperto, mais bonito, mais parecido com o pai, inclusive no jeito, nas expressões. Ele é definitivamente filho do Washington, até as viagens deles são iguais, desligam do mundo quando estão jogando video game ou assistindo algo do interesse deles. Ele é carinhoso, mas não pegajoso. Não é chorão, mas é um pouco mimado. Adora animais. Não gosta muito de futebol, assim como o pai, mas aí não posso dizer que quando ele crescer não vai virar um louco que ama jogar futebol. Adora piscina, mas só se for pra nadar cachorrinho. Tem medo de altura, mas mesmo assim é aventureiro. Gosta de suco de uva. Não gosta de legumes. Tem nojo de carne crua, mas adora um bifinho frito. Ama assistir desenhos e ver o pai jogar video game, é o maior torcedor, mas faz complô comigo contra o pai no Uno, rs. Ele é um barato e eu o amo demais. Queria escrever mais dele aqui, mas tenho receio. Queria me dar melhor com a mãe dele, mas isso não depende só de mim. Independente do que eu quero, ou até mesmo o pai ou mãe dele querem, o que eu espero mesmo é que ele seja feliz, muito feliz, e que não ligue pras coisas ruins que acontecem na vida dele, que ele cresça e conquiste tudo o que desejar, que seja tudo o que quiser. Que ele saiba que o pai dele casou com outra mulher, mas que essa mulher o ama e o quer bem. Que ele saiba também que sempre estarei olhando por ele, mesmo que nos bastidores, por trás do show. E que estarei numa torcida imensa para que todos os sonhos dele se realizem, que ele sonhe muito, porque sonhar é fundamental...

Te amo, Thomas, muito...



Foto depois de muito pirulito de uva


O banguelinha

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Hoje eu assisti

Distrito 9: indicação da minha cunhada, um dos melhores filmes que assisti nos últimos tempos. Andei tão atarefada e louca de uns meses pra cá que nem percebi se esse filme chegou a passar no cinema, mas deve ter sim. Resumidamente: um disco voador enorme paira sobre a cidade de Joanesburgo e lá fica, não desce nem vai embora. Depois de uns dias, os humanos invadem a nave e encontram vários ETs morrendo de fome. Os ETs são resgatados e na cidade é criado um local para abrigá-los, uma área cercada chamada Distrito 9. O distrito cresce e se torna uma grande favela, só que cheia de ETs. Parece a maior brisa, mas muita coisa desenrola a partir daí e você não consegue desligar antes de terminar o filme. Pra ter uma noção, acho que o filme tem bem umas duas horas de duração, que nem vi passar. A parte ruim é perceber que o ser humano é mesmo um merda egoísta e isso não vai mudar... Mas o filme vale a pena, indico!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Minha paixão por animais - Henrique

Quem me conhece um pouco sabe que sou louca por bichos. Louca, literalmente. De acordo com nosso amigo Aurélio, pai dos burros, louco significa: alguém que perdeu a razão, demente, insensato, apaixonado, alienado, arrebatado. Em relação à animais eu sou quase tudo isso aí mesmo. Eu adoro, curto mesmo, gosto de cuidar, de brincar e não posso ver um sofrendo, abandonado, sendo judiado que eu fico um trapo, mal mesmo. Eu tenho essa sintonia com animais desde pequena, sempre gostei. Já levei trocentos arranhões de gatos que viviam aqui no prédio, mordidas de leve de cachorros e mesmo assim nunca tive medo deles. Tenho mais medo de abelha e barata do que qualquer outra coisa. Quando eu era pequena meu prédio tinha muitos gatos e poucos filhos da puta envenenadores de gatos. Então os gatos iam de lá pra cá, caçando ratos, se esfregando na gente e claro, cruzando. Vira e mexe tinha filhotes pelo prédio, de tempos em tempos aparecia uma gatona linda buchuda pra gente cuidar e elas sempre confiavam na gente, era incrível, até em parto de gato ajudamos, eu e minhas amigas, na época Dani, Margarete e Lizana, gateiras como eu. Como gato é um bicho sutil, dava pra cuidar numa boa, eles são independentes, noturnos e silenciosos, por isso tenho poucas histórias de cuidar de cachorro na minha infância, uma porque minha mãe nunca me deixou ter cachorros, outra porque cachorros são carentes e espalhafatosos (e lindos, claro) e não tem como criá-los sem todo mundo saber que você tem um. Nisso minha infância passou muito marcada pelos gatos, que adoro até hoje. Acho o fim quando uma pessoa diz que não gosta de gato. Por que não gostar? O que ele fez pra não ser querido ou admirado? É um bicho inteligente, bonito, esperto, na dele. Eu gosto de gato e cachorro da mesma maneira, no momento tenho um cachorro e só não tenho um gato porque não ia dar muito certo com esse Max temperamental e ciumento que eu tenho em casa. Ajudei, junto com as minhas amigas, a cuidar de muito gatinho aqui do prédio. Uma vez lembro que uma gata deu cria e eu fiquei com pena de deixá-los lá embaixo, no prédio. Desci com a minha lancheira da escola (aquelas caixas de plástico, a minha era da Mônica, lembram?) e enfiei toda a ninhada de gatos lá dentro. Fui pra casa, corri pro meu quarto e lá fiquei o dia todo com os gatinhos, um mais fofo que o outro. Acontece que uma hora eles tem fome e começam a gritar. E acontece que outra hora eles cagam sem parar e minha mãe acabou descobrindo o que eu fiz e me deu uma bronca daquelas, mas valeu a pena, rs. Quando eu era pequena, aqui no prédio a Mônica, uma gata rajada de cinza e preto, deu cria. Deu três filhotes: um rajado igual a ela e dois malhados de preto e branco. Eu enchi tanto o saco da minha mãe que a convenci a ficar um macho malhado, que tinha um triângulo branco na cabeça. Terrível, o batizei de Henrique, sei lá porque. Ele era terrível de verdade, corria pelo apartamento a madrugada toda, quebrando tudo o que encontrava no caminho, entrava embaixo da cama pra fazer xixi, me arranhava muito. Mas eu nem ligava, adorava aquele mini capeta. Ele ia no quarto da minha mãe às vezes e subia nas costas do meu pai para afiar as unhas, meu pai adorava isso. Uma vez ele entrou no meu quarto também e arranhou minha boca, gato doido... ele ficou com a gente um tempo, não lembro o quanto exatamente, mas minha mãe ficou grávida e o médico recomendou que doássemos o Henrique. A sorte foi que minha tia avó Teresa criava muitos gatos numa casa bem grande e resolver ficar com ele pra mim, que logo se adaptou e arrumou uma namorada, viveu feliz por lá e eu sempre podia ir lá visitá-lo. Morar numa casa pra ele foi um sonho, ele era tão doido dentro desse apartamento tão pequeno... gato em apartamento deve ser mesmo castrado, pra acalmar, porque é uma judiação manter um animal com instinto de caça tão aguçado preso em casa. Hoje fica a lembrança do Henrique, meu primeiro gato dentro de casa, bagunceiro que só, mas que deixou saudades. Tenho pouquíssimas fotos dele, um escaneio e coloco aqui.

Hoje eu assisti

2012: um filme que eu pensei que ia entrar pra coleção "não vi no cinema porque não deu tempo/fiquei com preguiça/tava dura". Tive que resolver uns pepinos perto do shopping, já tava por lá mesmo, resolvi assistir. Pois bem, tanta expectativa, empolgação e eu achei o filme uma bosta! Meu irmão já tinha assistido e dito que o filme era uma medra, que talvez valesse pelos efeitos especiais, mas insisti e fui. No começo estava um pouco massante, mas mesmo assim, bom, com história. Quando o mundo começa a acabar, o filme desanda. É uma manobra mais louca que a outra que o povo faz com carro e avião, o protagonista sempre escapa de tudo, das coisas mais impossíveis. Chegou uma hora no filme que eu e Otto começamos a zuar muito o filme, foi mais forte que nós. Enfim, não curti o filme, mas valeu o passeio. E percebi que 2012 não é um filme para para pessoas ranzinzas assistirem.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ser popstar...

deixa as pessoas meio loucas, você não acha?

Nada demais e não pretendo gastar muitas linhas com isso. Mas você já reparou que, quando o artista se consagra, ele cria manias loucas? Digo isso por conta de vários exemplos. Dizem que o Michael Jackson dormia numa câmara hiperbárica para se manter jovem, entre outras manias malucas que ele tinha.

Mas o assunto que me motivou escrever sobre isso foi ouvir hoje de manhã no rádio que a Mariah Carey pede 80 toalhas brancas no camarim dela, durantes seus shows. Aí parei pra pensar: porra, 80 toalhas brancas??? Que ela vai fazer com tanta toalha? Cheguei à conclusão que os artistas, quando ficam famosos, tem a necessidade de fazer e gostar de excentricidades para serem OS diferentes, cheios de status. Porque exigir 80 toalhas brancas no camarim é pura frescura e ostentar status, só pode ser isso. Acho que esse povo passou muita dificuldade na vida, galgou muito pra chegar onde está, fez muito teste de sofá por aí, enfim, ralou que só a porra pra chegar onde estão e aí perdem a noção (do ridículo) e pedem as coisas mais loucas do mundo. A maioria dos pedintes malucos são o povo da black music ou roqueiros loucos pegadores de groupies. Por conta disso, fiquei curiosa e pesquisei as manias de camarim mais esquisitas de artistas e achei isso aqui:

Foo Fighters: exigem 300 camisinhas no camarim, sendo que a equipe da banda tem apenas 12 pessoas, além de montes de pares de meias brancas;

Sandy e Junior: pedem que tenha um sofá branco grande;

Red Hot Chilli Peppers: cuecas samba canção pretas e decoração com móveis da Indonésia;

Rush: tomadas de 110 volts em todas as paredes do banheiro;

Cat Power: uma foto do Bob Dylan autografada para tocar no TIM Festival de 2007, sob possibilidade de não participar caso a exigência não fosse atendida (resta saber se ela foi atendida mesmo);

Lenny Kravitz: 450 kg de gelo (?);

Lulu Santos, o chato: exigiu suco de frutas feito na hora em vários shows, peste do diacho;

Prince: foi quem lançou a moda de pedir 357 mil toalhas no camarim. No Rock in Rio 2 ele pediu 200 toalhas. Usou 50. Mas é um fela da puta, né?

Fora quando aparece um cão por dentro do mato que inventa de pedir chá descafeinado (como a Alanis Morissette), frutas muito específicas, águas importadas, cervejas que só devem vender na Finlândia... ai, só de pensar em trabalhar com gente assim, minha beleza cansa.


Tem coisas que a gente tem ler e reler, de tão absurdas que são... até agora não achei explicação para as 300 camisinhas (será que é para encher de ar e decorar o camarim?) ou porque o sofá tem que ser branco... que frescura! Tenho quase certeza que é só pra se aparecer mesmo, pra mídia divulgar o show que vai ter e talz... vai entender...

PS: gastei muito mais linhas do que pretendia... eu nunca cumpro essa promessa!

Hoje eu assisti

Ou melhor, de novo, ontem eu assisti.




Munique: acabei assistindo na Globo mesmo. Sempre quis assistir esse filme, mas pelos mesmos motivos anteriores nunca dava certo. Como sou apaixonada por história, queria ver esse filme para saber mais sobre o episódio ocorrido nos Jogos Olímpicos de Munique. Pra quem não sabe, nos jogos um grupo de árabes sequestou parte da delegação de atletas de Israel, assassinando-os, em forma de protesto. Nisso, o filme tem a história de que contratam um grupo de judeus para encontrar e matar os árabes envolvidos no sequestro. Pelo que entendi, essa encomenda aconteceu de verdade. Só que o desenrolar do filme é meio viagem na maionese, uma mistura de Missão Impossível (porque o protagonista passava por rajadas de metralhadora e explosões de bombas sem se arranhar) com um documentário. Sei lá, meio doido, mas assisti até o final, sob reclamações e resmungos do Otto. Ele que pôs o filme, que quis assistir e chegou na metade ele desistiu, achou o filme ruim, mas fiz ele assistir comigo até o fim, já tínhamos assistido tanto, não é mesmo? Mas no fim, apesar das viagens do filme, eu gostei, mas não sei se recomendaria para qualquer um não... acho que recomendaria pra Hellenzita, que é louca de pedra que nem eu!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Hoje eu assisti

Ou melhor, ontem eu assisti.


O Dia Em Que a Terra Parou: eu estava há meses querendo assistir esse filme, mas cada hora era um motivo pra não dar certo: não deu tempo de ir no cinema, depois nunca estava disponível na locadora, depois não dava tempo de alugar, um saco. E o Otto louco pra assistir. Eu estava afim de assistir mais pelo Otto, de tanto que ele falava. Tanto que aluguei o filme sem saber do que se tratava. Achava que era um filme estilo 2012 (que não assisti, mas quero também, antes que saia do cinema), cheio de tragédias climáticas e ambientais e lararirará. O filme começou e eu vi que não tinha taaanto a ver com o que eu pensava, mas no fim eu até gostei. Tem uma dose gigantesca de brisa, umas viagens felomenais mesmo, mas gostei. Deve ter sido legal assistir no cinema, por causa do som e efeitos. E tinha um quase Mega Zord lá no filme, maior viagem (ou seria maior viagem minha?). Bom, agora que as aulas estão acabando pra todos, Otto, irmão, espero assistir mais filmes como antes, muita saudade.
PS: pra quem assistiu, quanta paciência a Helen tinha com o tal menino Jacob! Ela tinha que ser canonizada, fala sério.

domingo, 22 de novembro de 2009

A crise segundo Einstein

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.
A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países,
porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o
dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os
descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a
si mesmo sem ficar "superado".

Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio
talento e respeita mais os problemas do que às soluções. A verdadeira
crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos
países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise
não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem
crise não há mérito.

É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é
promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso,
trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é
a tragédia de não querer lutar para superá-la

Paulistano é chama chuva

Um grande mistério da humanidade: por que paulistano leva a chuva pra onde vai?

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O lenhador e a raposa

Essa é velha, mas sempre boa...

Antonio acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando muito tarde da noite.

Ele tinha um filho lindo de poucos meses, e uma raposa, sua amiga. Por ter perdido sua mulher há pouco tempo, tratava a raposa como bicho de estimação e de sua total confiança.

Todos os dias o Antonio ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê.

Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.

Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e, portanto não era um animal confiável, e quando sentisse fome comeria a criança.

E o Antonio dizia com grande coração, a raposa é de minha máxima confiança e jamais faria isso.

Hei!!! Jamais ela vai comer meu filho.

Um dia Antonio, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou em casa e viu a raposa com sua boca totalmente ensangüentada.

O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou um machado na cabeça da raposa.

Desesperado, entrou correndo no quarto.

Encontrou seu filho no berço, dormindo tranqüilamente, e ao lado do berço uma cobra morta.


Moral? Ficar ouvindo as merdas que os outros tem a dizer não nos leva a lugar nenhum. Muitas vezes as pessoas falam, criticam, palpitam nas nossas vidas, nas nossas ações, nas amizades que temos, no marido que temos e não sabem realmente como é nossa vida, a relação com as pessoas que tanto criticam. Muitas vezes essas pessoas não sabem que nosso maior apoio, quem realmente está do nosso lado no dia a dia, na hora das dificuldades e problemas, é a pessoa que eles tanto criticam. Por isso não temos que dar ouvidos aos comentários maldosos e quase sempre inúteis das pessoas à nossa volta, vizinhos, familiares, colegas de serviço, não leva a nada. A gente sabe muito bem com quem anda, onde o nosso calo aperta e quando a situação nos faz mal. Eu detesto quem diz "presta atenção no fulano, abre seu olho, fica esperta". Geralmente eu fico esperta com quem me fala essas coisas...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Gostei e postei

Era uma vez um sapo e um escorpião que estavam parados à margem de um rio.
- Você me carrega nas costas para eu poder atravessar o rio? - perguntou o escorpião ao sapo.
- De jeito nenhum. Você é a mais traiçoeira das criaturas. Se eu te ajudar, você me mata em vez de me agradecer.
- Mas se eu te picar com meu veneno - respondeu o escorpião com voz terna e doce - morro também. Me dê uma carona. Prometo ser bom, meu amigo sapo.
O sapo concordou.
Durante a travessia do rio, porém, o sapo sentiu a picada mortal do escorpião.
- Por que você fez isso, escorpião? Agora nós dois morreremos afogados! - disse o sapo.
E o escorpião simplesmente respondeu:
- Porque esta é a minha natureza, meu amigo sapo. E não posso mudá-la.

Esta pequena fábula de origem remota, sempre foi pra mim a história mais assustadora do mundo. Quais são as coisas que me amedrontam? A mentira e a traição.
Evani, minha grande amiga, sempre me diz que quem trai e mente, faz isso a vida toda. E eu sempre discordo dizendo que as pessoas podem mudar. Ela insiste: "Helô, um vampiro sempre será um vampiro". E eu contesto: "Dá pra desvampirizar".

Trecho do conto "Medo de Espelhos", de Heloisa Prieto.

domingo, 8 de novembro de 2009

Gostei

She Wolf - Shakira

YT: http://www.youtube.com/watch?v=4aEW_Z5Va5s

Desabafo de um marido


Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras.
Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: ‘Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar’.
Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.
Eu me casei com a ‘Sra. Certa’. Só não sabia que o primeiro nome dela era ‘Sempre’.
Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la. Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha. Ela perguntou: ‘O que tem na TV?’ E eu disse ‘Poeira’.
No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem o Mundo tiveram mais descanso.
Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim. Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.
Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa. Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei.
‘- Quando você terminar de cortar a grama,’ eu disse, ‘você pode também varrer a calçada.’ Depois disso não me lembro de mais nada. Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida’.
‘O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido…’
Luís Fernando Veríssimo


Maledeta faringite!

Pois é, essa semana eu fui atingida pela querida faringite. Faringite é um nome bonito para dor de garganta. Mas que saco, doencinha de criança e pior, chata pacas! O dotô disse que devo ter pegado de alguma criança da escola, por ser viral ela deve ter ficado encubada alguns dias e nesses dias devo ter dormido mal, me alimentado mal, alguma coisa de mal, que a danada atacou. Nem me lembro a última vez que tive uma faringite na vida. Eu sou a rainha do ite, ite é comigo mesmo! Já tive amigdalite várias vezes, tenho rinite alérgica crônica, sinusite (que não ataca há séculos, graças a Deus!), tive laringite algumas vezes. Agora faringite, nem me lembro quando tive. Começou segunda, mas achei que estava com frescura. Terça acordo com febre e ínguas gigantes, dor pra engolir, dor de cabeça, um trapo. Resolvi ir ao médico, mas antes passei no trampo, achei melhor porque trabalho sabe como é, logo iam pensar que emendei o feriado, apesar de ter trabalhado domingo. Dei sinal de quase vida na escola e fui no tal famoso Servidor... só Deus mesmo. Sei lá se sou metida, se estou acostumada com convênio a vida toda, mas estranhei muito. Falam bem de lá no geral, dizem que os médicos são bons, mas que é cheio. Descobri que lá é CHEIO de verdade, quanta gente junta no mesmo lugar! Velhinhos, grávidas, narizes escorrendo, conjuntivites, cadeiras de rodas, lá é o clubinho do dedo podre, Deus do céu! Fora que achei meio burocrático todo o processo pra passar no pronto-socorro. Acho que se você chega lá morrendo, morre no caminho, porque primeiro você tem que passar num prédio e fazer a ficha de atendimento do pronto-socorro. Depois tem que ir num prédio na rua do lado pra ser atendido pelo médico. Chegando no tal prédio, subi até o andar de otorrino e perguntei pro segurança onde ficava o atendimento de pronto-socorro. Fui até o tal corredor que ele disse e fiquei esperando, esperando... com a demora, fui me informar se tinha algo de errado ou se demorava assim mesmo. Me disseram que eu tinha que entregar meu prontuário num simpático guichê lotado de pessoas, senão não seria atendida nunca. Como não conhecia o procedimento, nem resmunguei muito por ter esperado uma hora à toa. Fui pra tal fila e esperei. Fiz amizade com dois velhinhos e uma mãe, ficamos papeando, nem demorou tanto. Assim que entreguei a ficha, fui atendida por um japa doido que disse algo assim: oitudobemoquevocêtásentindo? Ahhh,dordegarganta,praengolir,ínguas,febre? Faringite! Scaflanenovalginapor5diaseatestado,qualquercoisavocêvolta! Bom, né? Fiquei uns 2 minutos com o doctor na sala. Acreditei no diagnóstico porque pesquisei no Google depois e vi que batem todos e achei melhor acreditar também, do jeito que sou doida ia procurar pêlo em ovo. Não sou hipocondríaca porque odeio remédios, mas adoro caçar doença, tudo eu acho que vou morrer, exageraaada... enfim, estou aqui me curando dessa coisa chata e resmungando por não ter podido tomar uma cerva geladinha ou uma Smirnoff Ice com esse calor bom que anda fazendo esses dias todos por conta do remédio. Até Otto me chamou pra tomar cerveja ontem por causa do calor e tive que recusar o convite, que reiva... mas faz parte. Logo estou zerada e pronta pro porre do mês, depois do porre lindo com Otto, Guiga e Valéria mês passado, huhuhuhu! E olha que eu ando comportada, não bebia de verdá há meses, quisá anos, mas desandei, afinal, ninguém é perfeito. Pra ajudar, Juju deixou uma garrafa e cachaça de avelã aqui em casa, está lá na geladeira esperando a minha cura completa, difícil missão... alguém afim de uma dose?

O tempo passa...

Nem postei nada sobre, mas o tempo voa, passa rápido demais... o negócio é mesmo aproveitar a vida! Ele fez 6 anos já... meu Deus!

Definitivamente...

Gentileza atrai gentileza!



Uma música: 22 - Lily Allen
YT: http://www.youtube.com/watch?v=tWjNFC-FinU

terça-feira, 3 de novembro de 2009

PS

Sim, o Michael Jackson era virginiano! Só podia ser, racinha característica!

"Michael Joseph Jackson (Gary, 29 de agosto de 1958Los Angeles, 25 de junho de 2009) foi um cantor, compositor, dançarino, produtor e humanitário dos Estados Unidos."



Michael Jackson na Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Jackson

Da série "hoje eu assisti"

Nossa, assisti muuuuuuitooos filmes desde meu último post sobre filmes... assisti filmes de terror, de comédia, tantos que já esqueci de vários. Estou tanto tempo sem postar sobre filmes que aconteceram várias coisas, o Patrick Swayze morreu (eu tinha comentado sobre ele num dos meus primeiros posts), acho que o Michael Jackson também morreu nesse meio tempo de seca de posts sobre filmes. Assisti Laranja Mecânica, que eu nunca tinha assistido, só ouvido falar. Assisti o Iluminado, que ficou a desejar, porque me fizeram tanta propaganda que esse era O filme, que quando assisti, nem achei tudo isso. Mas achei bom sim. Esse post mesmo é pra falar sobre o filme do Michael Jackson, o This Is It, que está sendo tão comentado. Sábado fui com Otto assistir esse filme. Eu tava afim, mas não tava looouca pra ver o filme, sabem? Assisti e adorei, valeu cada real do ingresso (carinho por sinal, por isso que o povo não sai de casa mais). O filme fala sobre os ensaios que foram feitos para a série de 50 shows que Michael ia fazer em Londres. Detalhe: ingressos para esses 50 shows todos vendidos. Os ensaios foram gravados para arquivo pessoal de Michael e no fim as imagens foram usadas para fazer um filme mostrando como era o Michael Jackson artista, cantor, dançarino, como pessoa. O filme é muito bom, emocionante, com muita música e comentários. Você assiste o filme batendo o pézinho no chão, cantando "Smooth Criminal" ou "Thriller". É muito bom e pretendo ir de novo essa semana com mi Mamá assistir este filme, vale muuuuito a pena! Uma das melhores cenas é um dueto que o Michael faz com uma das back vocals... muito lindo! E artista megalomaníaco que era o Michael (além de perfeccioniiiista! Vou pesquisar se ele era virginiano!), os ensaios foram todos feitos num palco que lembraria o que seria usado nos shows de verdade. As roupas e maquiagens também foram usadas de acordo com o que seria usado no show. As roupas realmente era um capítulo à parte, todas muito brilhantes, várias customizadas, umas jaquetas doidas que o Michael usava com cristais e ombreiras enormes, bem 80's. Os dançarinos eram ferrados, muito bons mesmo no que faziam, as roupas lindas, tinha uma guitarrista com uma bota tão linda... Otto odiou, mas eu gostei, tão brilhante! Michael estava magro, muito magro mesmo. Com as gravações parecia que ele sabia que ia morrer. É estranho, mas quem assistiu há de concordar comigo, parece que ele sentia que ia morrer. Acho que ele estava tão debilitado mentalmente e o corpo tão magro, frágil, que a morte, até mesmo pra ele, não seria surpresa. Ele era diferente, esquisito, cheio de manias, mas ninguém pode negar, ele era um gênio, muito bom mesmo no que fazia, cantava demais e mesmo com cinquentinha, dançava muito! Uma pena que esse cara morreu, uma pena mesmo... sem hipocrisias, ele aprontou muito na vida dele, com aqueles rolos de pedofilia e tudo mais, mas vamos concordar, o céu deve estar em festa agora, o cara era genial!

Uma das melhores do Michael: Billie Jean

YT: http://www.youtube.com/watch?v=En-cHBv7UpA&feature=channel

domingo, 1 de novembro de 2009

Frase do dia

Essa eu vi na exposição do Pequeno Príncipe, que tá rolando na Oca e vale muuuuito a pena a visita!

"A coragem é apenas a soma de um pouco de raiva, um pouco de vaidade, muita teimosia e um prazer desportivo banal."

Frase de Antoine de Saint-Exupéry



Uma foto do dia na exposição, pra registrar!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Saudades da minha avó

Sempre tive saudades da minha avó. Sempre penso nela. Faz 6 anos e meio que ela foi embora e ela faz uma falta danada. Gostaria demais da conta que ela estivesse aqui agora para compartilhar as coisas que estou vivendo e vivi; tenho certeza de que ela estaria muito orgulhosa e claro, me enchendo de conselhos. Eu sou a sexta neta de todos da Dona Ercília, a terceira menina, a segunda filha da filha. Eu achava isso caxias e antiquado, mas como os filhos das filhas são paparicados! Eu sempre fui o xodózinho da vovó, porque minha prima mais velha já era adolescente quando eu nasci e minha outra prima, a Juliana (que nem tenho contato), não era muito próxima. Eu vivia visitando minha vó, praticamente morei com ela uma época, ela foi muito presente em minha vida. Era muito bom estar com ela, lembro que quando eu era pequena, era um sofrimento pra mim e meus primos irmos embora da casa dela.
Minha vó era daquelas BEM vó mesmo, mimava os netos, não sabia mais o que fazer para agradar. Comprava doces, fazia as comidas que gostávamos. Eu era ruim pra comer, mas adorava sopa. Minha vó ia lá e fazia uma sopa melhor que a outra. Eu adorava creme de leite. Minha vó abria uma lata pra eu comer de colher com minha prima Pratrícia.
Uma vez eu cismei que queria um cachorro, mas minha mãe não deixava eu ter um. Marcamos um encontro com a minha vó numa praça, e lá estava ela com uma caixona de leite, coberta. Me disse que era um presente. Quando abri, eis que encontro uma pata! Uma pata amarela, que se pos a fazer "quack, quack" e a correr. A batizei de Roberta, em homenagem a uma amiga. Levei a Roberta pra casa (ou melhor, apertamento), bem inacreditável, mas bem coisa de vó. Quando conto ninguém acredita que ganhei uma pata de presente e que a criei por uns dias no apartamento, mas fiquei tão feliz com o presente de vovó que nunca o esqueci.
Foram diversas expressões de carinho, cartões, lencinhos bordados por ela, que guardo até hoje. Quando eu era pequena e estava aprendendo a ler, minha vó me ajudava, com uma brincadeira de achar palavras na rua. Minha mãe parava o carro pra comprar alguma coisa (muitas vezes na rotisserie Pavan, não esqueço, ou nas lojas Nipon) e eu ficava no carro esperando com a minha vó. Ela escolhia uma palavra na paisagem, um letreiro ou algo do tipo e eu tinha que achar a palavra, nos divertíamos muito. Talvez isso tenha colaborado pra mania que eu tenho de observar todos os caminhos por onde passo e também de ler as placas dos carros.
Os conselhos de vovó também eram os melhores. Leoa por natureza, terminou de criar os 5 filhos sozinha e o fez bem, protegendo e cuidando da cria. Com os netos não poderia ser diferente. Minha avó dizia que os homens não prestavam, pra não deixar nenhum homem encostar em mim e que não era pra namorar os meninos. Sempre dou risada quando lembro disso, e sempre penso em como ela reagiria acompanhando e conhecendo meus namoros, será que ela levaria numa boa? E meu casamento de uma hora pra outra? Queria saber...
Queria muito que minha vó tivesse acompanhado minhas conquistas, estivesse aqui comigo agora, me ajudando a planejar minha festa de casamento, participasse da minha formatura da faculdade, conhecesse o Otto... sei que ela assiste tudo e ainda cuida de mim, porque a sinto por perto... mas a saudade é grande, penso nela sempre e cada vez mais, quanto mais o tempo passa, mais saudade dela eu sinto...

TE AMO, VÓ!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O recado está dado...

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos tendo pés, não me alcancem; tendo mãos, não me peguem; tendo olhos não me vejam e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus com sua Divina Misericórdia e grande poder seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

Sorte de hoje

Se quiser que os outros sejam felizes, pratique a compaixão. Se quiser ser feliz, pratique a compaixão.

SERÁ?

Perfil

Eu? Terrível, determinada, virginiana, perfeccionista, um pouco orgulhosa, preguiçosa, falante, boa ouvinte, enfim, opostos me atraem... estudiosa? Sim! Porém não sei fazer contas de dividir na mão, que vergonha... (mas estou aprendendo!).

Casada de coração com um marido muito querido, moro com um cachorro que é uma figura (ele fala e adora tomate!). Tenho um certo vício por animais e por mim voltava de cada visita ao pet shop com um animal, que não seja um pássaro. Sou daquelas apaixonadas por animais, que acha todos lindos (e eu acho mesmo), que não pode ver um cachorro na rua, cheio de sarna, que o acha lindo e o pega no colo (NUNCA peguei sarna na vida, ok?). O mesmo procede para gatos, os pretos são meus preferidos.

Valorizo demais as amizades e sou grata aos amigos que tenho (às vezes valorizo até demais, minha mãe diz que o tempo vai me ensinar a selecionar melhor meus amigos). Se você precisar de mim, conta comigo que estarei lá, mas não pise no meu calo... SE a amizade continuar, jamais será a mesma...

Tenho uma família abençoada, com pais maravilhosos e um irmão muito do gato. Tios tenho muitos em números, mas alguns no coração... primos a mesma coisa, os poucos que gosto, eu gosto MESMO!

Crianças são um episódio a parte... e se estiverem na família, melhor ainda! Adoro crianças e vai ser muito difícil você me ver dizendo que quero torcer o pescoço de uma (mas se um dia me ver fazendo isso, acredite, eu tenho razão, porque paciência é meu sobrenome). Com o Otto em minha vida, ganhei muitas crianças queridas e amadas... Leo, Ana, Américo, Gabriel... tem o Thomas também, que a distância só fez aproximar... não tem um dia que não penso nele.

Viajar? É comigo mesmo! Come with me and let's go, como diz em 'Destination Calabria'. Cresci viajante com a minha mãe, aprimorei fazendo um mochilão no Piauí e Maranhão com meu pai e apesar da rotina e dos estudos, procuro sempre viajar, acho que é o melhor investimento que podemos fazer!

Vícios? Alguns bons, alguns ruins... louca por chocolates, beijos, animais, séries idiotas americanas que tem o dom de nos viciar... e livros! Amo, adoro, idolatro, respeito, devoro! Procuro ler um livro por semana, além de revistas (já que meu forte não é matemática, me empenho em português, né?). Raramente você me verá pronunciando algo errado e se você o fizer... eu serei a chata que vai te corrigir. Já tirei a mania de 'seje' (ainnn) e 'menas' (uuuiii) do Otto, agora só falta tirar a mania de dizer 'soe' (nem que eu 'soe' minha camiseta pra isso). PS: ele é craque em matemática! Ah, se eu errar algo em português e você me corrigir, me verá extremamente sem graça!

Também sou uma falsa admiradora da arte, manjo nada, mas gosto, saca? Adoro ir a museus de tudo: conheço o Paulista, o MASP, o JK, quando dá vou à Pinacoteca, também gosto do de Zoologia, mas repito, manjo nada! Ah, falando em animais e zoologia... quando eu era pequena, tinha um sonho em ser veterinária. Quando as pessoas olham o quanto gosto de animais, me perguntam se não optei pela carreira errada. Uma época até eu me questionei sobre isso, até o dia em que fui levar o Lucky, um dog atropelado que resgatamos, para tirar pontos... juro, quase desmaiei. Então fica meu sonho de um dia fazer mesmo biologia e em paralelo, continuo ajudando meus peludos com ração. Minha mãe diz que já fiz um imenso favor de recolher o Max da rua e dar uma vida de príncipe pra ele.

Mais um capítulo? Piercings e tatuagens, pode ser? Outra tranqueira que adoro. Tenho só uma tattoo, mas logo virão outras, é que me falta $$$ (acho melhor assim, porque muitas vezes eu teria me arrependido). Piercings tenho 3 hoje. Tinha um na orelha, mas nunca mais faço isso na vida, nunca cicatriza. E não precisam me aguardar mais! =P

sábado, 3 de outubro de 2009

Emoções

Há coisas na vida da gente que nos deixam felizes...
Há outras que com o tempo se revelam e só nos causam sofrimento.
Há outras ainda que aos poucos nos decepcionam, ate o ponto que o entusiasmo morre e ai já não sentimos mais emoção.
Os relacionamentos são assim ás vezes...
No inicio nos transmitem tanta coisa boa, tudo é perfeito, o tratamento, o jeito de falar, de andar, de sorrir... o coração bate mais forte, as pernas tremem...
Com o tempo, com a visão do dia-a-dia, com a intimidade, as pessoas já não parecem mais tão perfeitas para nos.

As amizades acabam, os namoros, os noivados, casamentos acabam, os encantos são quebrados, a magia é descoberta e não conseguimos mais enxergar as coisas boas que a outra pessoa tem...
Analisamos tudo por um prisma implacável, que só nos diz a pura verdade, só no diz o que tem dentro da gente, o sentimento mais profundo, a percepção e a intuição de que aquela pessoa não tem mais lugar nas nossas vidas.
A vida é assim... encantamentos e decepções, amores e ilusões, alegrias e tristezas, saudade e indiferença, satisfações e frustrações...
A única coisa que fica, é a lembrança de momentos bons, de palavras de carinho, de um olhar, de um sorriso, do toque da pele, do cheiro, do sentimento que se foi.
A única sobrevivente é a esperança de um dia encontrarmos tudo isso novamente e que dessa vez o encantamento dure muito, muito tempo em nossas vidas.
Todos nos precisamos amar e ser amados, todos nos precisamos de alguém que nos de carinho, que goste de nos verdadeiramente, sem querer nada em troca, sem interesses escusos ou conveniências momentâneas, nos ame pelo o que nos somos, com todos os defeitos, com todas as virtudes...
Todos nós precisamos ser felizes!

domingo, 27 de setembro de 2009

Lição de vida

Um vídeo muito legal e que vale a pena assistir até o final, independente de religião ou crença.


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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Um pensamento revoltado

Ontem eu fui pra casa da minha mãe e peguei um trânsito daqueles. No caminho, tinha um CET em cada esquina da Celso Garcia. Lembrei que na Radial Leste também é o mesmo esquema, pouco antes das 5 da tarde a avenida já começa a encher de CETs, prontos para dar multa e pegar o rodízio. Cheguei na minha mãe e comecei a assistir Cidade Alerta, meu pai adora. E lá estava passando várias reportagens sobre crimes, assaltos, mortes e a falta de policiamento. Daí eu pensei: se tivessem tantos policiais em cada esquina como tem CETs nas ruas, duvido que teria tanta violência nas ruas, inclusive no trânsito, quando moleques se juntam para fazer arrastões no trânsito... porque as pessoas não se juntam e contestam isso?


Um música pra hoje: Trouble - Coldplay


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Niver de casório

Coisa boa, dois anos que passaram voando!

Como sempre comecei a escrever esse texto há vários dias, mas não terminei por falta de tempo. O tempo passou, setembro chegou e fiz 2 anos casadinha com meu Otto, coisa boa, né? E o melhor, 2 anos de convivência feliz, aprendendo muito, errando, acertando e se amando muito, acima de tudo. Nesses dois anos passamos por tudo, desemprego, viagens lindas, problemas, alegrias, entrada do Otto na faku, mudança de casa... minha sogra diz que demorou pra gente casar no civil, porque todas as fases que tínhamos que passar, a gente passou, as boas e as ruins. Pois eu também acho que temos que casar, Otto também acha, mas... isso fica mais pra frente, vai acontecer, mas não agora, queremos algo bem bonito, reunindo todos que gostamos. E vamos combinar, o mais difícil a gente já faz, morar juntos, dividir tudo de bom e de ruim, alegrias, problemas, não é mole não! Eu aprendi demais com todo esse tempo que passou, com as coisas novas que vivi e senti... tudo muito doido! Casei sem saber lavar roupa na máquina e fazer feijão, rsssrs, que vergonha! Mas aprendi a fazer isso muito mais, comidas gostosas, doces, cuidar da casa, com muito apoio da família e ajuda master da sogrinha, que me ajuda cada dia mais a cuidar da casa, que me ensina a passar roupa direito, ahauhuah! Parece mentira, mas não é, quem não está acostumado a cuidar de casa, limpar e tudo mais sabe bem do que estou falando. Antes de casar eu não lavava um copo! E hoje sou até prendadinha, vejam só!

Esses dois anos ao lado do Otto me mudou muito, e pra melhor! Me fez ser menos egoísta, mais centrada e eu acredito que o deixei mais leve, mais jovem. Antes de mim ele estava acostumado a ter casos e cia com mulheres no mínimo 5 anos mais velha que ele. Não que mulheres mais velhas não saibam curtir, mas como ele mesmo diz, eu fui a primeira menina dele. E continuo a menina que ele conheceu, brincalhona, palhaça, que adora um barzinho e festa, só que mais mulher, mais crescida, com mais metas... nunca me imaginei morando com alguém que não fosse meus pais ou sozinha. Nunca pensei em casar, hoje penso no meu vestido de noiva, já fui até ver um com a Hellen. Filhos? Era sonho de um dia quem sabe, hoje quero muito meus três pestinhas com o Otto, um indiozinho, um branquelo do carai e uma menina pra ele encher de mimos... todos já tem nomes, mas isso fica só pros íntimos, pra não acabar com a surpresa! Já sonho com nosso filhote sem ele nem mesmo ser proteína, vejam só, me rendi... todos já tinham percebido, menos eu. Eu nasci pra ser mãe, adoro crianças, ajudei a criar meu irmão, desde sempre sei fazer mamadeira engrossada e trocar fraldas. Ajudei muito a cuidar do Victor, meu primeiro enteado, e olha que eu era só uma menina de 17 anos quando a gente se conheceu... ajudo o Otto com o Thomas, que é meu xodózinho, meu filhote do coração, o irmão mais velho mais lindo que meu filho poderia ter... amo meu sobrinho, meus afilhados... e só agora, com o Otto ao meu lado que esse meu lado mãezona aflorou de verdade, com a gente morando junto e convivendo com o Thomas um fim de semana sim, um não, dormindo em casa, tendo horário pra tudo, pra banho, pra comer, eu senti que não é um bicho de sete cabeças e que eu tenho sim capacidade pra essa coisa doida que deve ser virar mãe... parece chato, mas é muito legal! As pessoas me perguntam se o fim de semana que o Thomas está com a gente é chato, se me privo de fazer as coisas. A resposta é não. Ele vai pra todos os lugares com a gente, dorme cedo, é comportado, só é difícil pra comer, mas de resto é tranquilo. Já estou treinando, afinal casar não me deixou quadrada, filho também não vai, né? Há umas semanas fomos pra uma chácara passar o fim de semana e o Thomas estava com a gente. Ficamos o dia todo com ele brincando na piscina, cuidando, demos banho, tudo revezado, sem cansar ninguém e sempre aproveitando. A noite ele dormiu e fomos pro segundo tempo, conversando até tarde, contando piada... muito bom, parece besteira, mas deu pra aproveitar bem e não teria sido tão bom, tão legal sem o Thomas por perto, junto com a gente...

É, esses 2 anos me mudaram muito... e pra melhor! Te amo, minha vida, obrigada por fazer isso tudo ser real e o melhor, ser tão bom...

Uma música que é, sempre, a nossa cara: Iris - Goo Goo Dolls

YT: http://www.youtube.com/watch?v=TFuJW5Bdbe4

Bancos e o desrespeito

Banco é foogoooo!

Hoje escrevo mais calma, não estou tão put* da vida como eu estava há uns dias atrás, no dia em que me estressei no banco. Mas que banco é uma safadeza, ah, se é!

A gente é obrigado a pagar taxas de tudo, pra ter conta no banco, pra poder ter cheque, pra tirar mais de não sei quantos extratos no mês, fora o absurdo de cheque especial e cia. Nossos rendimentos são taxados, tudo tem preço, acho que até se respirarmos demais na agência é cobrado taxa. O que me deixa louca é que, depois de pagar tudo isso de taxa e 'dinheiros', o atendimento do banco é péssimo. Tem uns 10 caixas, mas só dois funcionando, sendo que um é pra atendimento preferencial de idosos e grávidas. Nada mais justo, mas um caixa pra cada público é de doer! Fora os malditos (coitados, eles não tem culpa, a culpa é do banco que tem poucos caixas) office boys, que levam 357 papéis diferentes para pagar... nesse dia em que me estressei no banco tinha um office boy que estava lá, rezava a lenda, desde as 11 da manhã (sendo que quando eu estava lá eram 2 da tarde...). Nesse dia tinham 3 caixas funcionando, sendo um para atendimento especial e um tomado pelo office boy from hell. Sobrou um caixa, que demoraaaava... então, a fila de atendimento preferencial andava que era uma beleza, mas parecia que nesse dia todos os velhinhos e grávidas da Mooca resolveram ir até a Nossa Caixa. Eu lá, na minha hora de almoço, vendo a fila de atendimento preferencial andar rapidinho, mas cheia de velhinhos e eu parada no mesmo lugar... comecei a ficar com raiva dos velhinhos, mas logo me recompus, a culpa não era deles... era do banco! Se o banco tivesse a quantidade de caixas funcionando e ágeis o suficiente para atender aquela montoeira de gente, eu não teria ficado tão estressada, assim como as outras pessoas da fila... não teria ficado com raiva dos velhinhos e nem do office boy. O velhinho não tem culpa de ser velhinho e o office boy deve odiar ser boy... parei num momento de clareza e desencanei de ficar com raiva do povo, só comecei a fazer meu leve protesto Che Guevara com os outros clientes, mas aquele protesto inútil em que os clientes cochicham e dão indiretas um pouco mais alto, que não adiantam nada, que os caixas (que também devem estar de saco cheio de ouvir reclamações) já estão acostumados... É um problema que atinge só o povão, o tonto do caixa que sai de casa pra ganhar trocado e atender aquele povo pentelho, o tonto dobrado do cliente que paga taxas mil e não é bem atendido, do velhinho que tem que se deslocar da casa dele pra receber a aposentadoria e ainda pegar a fila dos idosos, que hoje já é enorme...

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Homem é foda!

Três amigas, uma noiva, uma casada e uma amante decidiram fazer uma brincadeira: seduzir seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto, para depois dividir a experiência entre elas.

No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:
- Quando meu namorado me viu usando o corpete de couro, botas com 12 cm de salto e máscara sobre os olhos, me olhou intensamente e disse: 'Você é a mulher da minha vida, eu te amo'. Fizemos amor apaixonadamente.


A amante contou a sua versão:

- Encontrei meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, me agarrou e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!


Aí a casada contou sua história:

- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga pra empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro, botas com salto de 15 cm , máscara sobre os olhos e um batom vermelho que nunca tinha usado.
Pra incrementar, comprei uma calcinha de lycra preta com um lacinho de cetim no ponto G. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só velas iluminando o ambiente. Meu marido chegou, me olhou de cima abaixo e disse:

- Fala aí, Batman, cadê a janta?

A crise

UM HOMEM VIVIA À BEIRA DE UMA ESTRADA E VENDIA CACHORRO QUENTE.ELE NÃO TINHA RÁDIO, TELEVISÃO E NEM LIA JORNAIS, MAS PRODUZIA E VENDIA BONS CACHORROS QUENTES. ELE SE PREOCUPAVA COM A DIVULGAÇÃO DO SEU NEGÓCIO E COLOCAVA CARTAZES PELA ESTRADA, OFERECIA O SEU PRODUTO EM VOZ ALTA E O POVO COMPRAVA.
AS VENDAS FORAM AUMENTANDO E, CADA VEZ MAIS ELE COMPRAVA O MELHOR PÃO E A MELHOR SALSICHA. FOI NECESSÁRIO TAMBÉM ADQUIRIR UM FOGÃO MAIOR PARA ATENDER UMA GRANDE QUANTIDADE DE FREGUESES, E O NEGÓCIO PROSPERAVA . . . SEU CACHORRO QUENTE ERA O MELHOR DE TODA REGIÃO !

VENCEDOR, ELE CONSEGUIU PAGAR UMA BOA ESCOLA AO FILHO. O MENINO CRESCEU E FOI ESTUDAR ECONOMIA NUMA DAS MELHORES FACULDADES DO PAÍS. FINALMENTE, O FILHO JÁ FORMADO, VOLTOU PARA CASA, NOTOU QUE O PAI CONTINUAVA COM A VIDINHA DE SEMPRE E TEVE UMA SÉRIA CONVERSA COM ELE :- PAI, ENTÃO VOCÊ NÃO OUVE RADIO? VOCÊ NÃO VÊ TELEVISÃO E NÃO LÊ OS JORNAIS? HÁ UMA GRANDE CRISE NO MUNDO. A SITUAÇÃO DO NOSSO PAÍS É CRÍTICA. ESTA TUDO RUIM. O BRASIL VAI QUEBRAR. DEPOIS DE OUVIR AS CONSIDERAÇÕES DO FILHO DOUTOR, O PAI PENSOU: BEM, SE MEU FILHO QUE ESTUDOU ECONOMIA, LÊ JORNAIS , VÊ TELEVISÃO, ACHA ISTO ENTÃO SÓ PODE ESTAR COM A RAZÃO.

COM MEDO DA CRISE, O PAI PROCUROU UM FORNECEDOR DE PÃO MAIS BARATO ( E CLARO, PIOR ) E COMEÇOU A COMPRAR SALSICHAS MAIS BARATA (QUE ERA, TAMBÉM, A PIOR ). PARA ECONOMIZAR, PAROU DE FAZER CARTAZES DE PROPAGANDA NA ESTRADA. ABATIDO PELA NOTICIA DA CRISE JÁ NÃO OFERECIA O SEU PRODUTO EM VOZ ALTA. TOMADAS ESSAS 'PROVIDÊNCIAS', AS VENDAS COMEÇARAM A CAIR E FORAM CAINDO, CAINDO E CHEGARAM A NÍVEIS INSUPORTÁVEIS E O NEGÓCIO DE CACHORRO QUENTE DO VELHO, QUE ANTES GERAVA RECURSOS ATÉ PARA FAZER O FILHO ESTUDAR ECONOMIA NA MELHOR ESCOLA, QUEBROU. O PAI, TRISTE, ENTÃO FALOU PARA O FILHO: - 'VOCÊ ESTAVA CERTO, MEU FILHO, NÓS ESTAMOS NO MEIO DE UMA GRANDE CRISE. ' E COMENTOU COM OS AMIGOS, ORGULHOSO:- 'BENDITA A HORA EM QUE EU FIZ MEU FILHO ESTUDAR ECONOMIA, ELE ME AVISOU DA CRISE ...'

APRENDAMOS UMA GRANDE LIÇÃO : VIVEMOS EM UM MUNDO CONTAMINADO DE MÁS NOTICIAS E SE NÃO TOMARMOS O DEVIDO CUIDADO, ESSAS MÁS NOTICIAS NOS INFLUENCIARÃO A PONTO DE ROUBAR A NOSSA FELICIDADE E PROSPERIDADE DE NOSSOS NEGÓCIOS, ENFIM ARRUINANDO NOSSA VIDA.

domingo, 13 de setembro de 2009

Imagine a vida como um jogo, no qual você faz malabarismo com cinco bolas que são lançadas no ar... Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.

O trabalho é a única bola de borracha.
Se cair, bate no chão e pula para cima.
Mas as quatro outras são de vidro.
Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.

Não diminua seu próprio valor comparando-se com outras pessoas.
Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante.
Só você tem condições de escolher o que é melhor para si próprio.
Dê valor e respeite as coisas mais queridas de seu coração.
Apegue-se a ela como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou no futuro.
Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de suas vidas.
Não desista enquanto ainda é capaz de um esforço a mais.
Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
Não tema admitir que não é perfeito.
Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
Não exclua o amor de sua vida dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, ainda dá tempo!
Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai.
Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega fácilmente.
Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se pode recuperar uma palavra dita.
A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.

Lembre-se: Ontem é hist
ória.
Amanhã é mistério e
HOJE é uma dádiva.
Por isso se chama "presente".