sexta-feira, 31 de julho de 2009

Frase do dia

"A verdadeira bravura está em chegar em casa bebado, de madrugada, todo cheio de batom, ser recebido pela mulher com uma vassoura na mão e ainda ter peito pra perguntar: vai varrer ou vai voar?"


E desenterrando do tempo do Guaraná com rolha... http://www.youtube.com/watch?v=ewO5NWQ97sI&feature=channel

Pra terminar...

mais fotos do Piauí! Dessa vez com Piripiri, Piracuruca e fim de viagem!





Pôr do sol

Prova de que em Teresina faz 30º graus a noite e no inverno!

Pedra do Beijo dos Lagartos - Parque Nacional de Sete Cidades


Mapa do Brasil e Águia alimentando um filhote


Gruta do Catirina, homem que viveu por 13 anos nessa gruta com seu filho



Local de enterro do filho do Catirina

Pedra de Pedro II

Pedra do Dedo de Deus

Passagem no meio do caminho com formato do estado do Ceará

Pedra dos Três Reis Magos

Pedra do Descanso

Pedra do Boi


Vista do Mirante

Ajuda a mãe aí, Gugu!

Perfeito turista!

Pinturas rupestres

Pinturas rupestres com 10 mil anos de idade!

Arco do Triunfo

Trilha!

Pedra do Elefante


Buscapé Family e a Pedra da Tartaruga

Chegamos ao Parque Nacional de Sete Cidades!

Igreja Matriz de Piripiri

Praça da Bandeira em Piripiri

E eu ainda reclamava do meu nome...

Wonarllevyston, aos 13 anos, consegue mudar nome na Justiça de MS

Mãe do garoto, Dalvina, acrescentou Xuxa ao próprio nome.Prima dele se chama Linda Blue Junia Sharon Mell Melina Marla Cyndi.


O cidadão brasileiro que quiser mudar o nome que o incomode, provoque constrangimento ou o exponha ao ridículo pode pedir na Justiça a alteração do Registro Civil. Esse foi o caso do estudante Wonarllevyston Garlan Marllon Branddon Bruno Paullynelly Mell (e outros três sobrenomes, que não serão citados para preservar o jovem, de apenas 13 anos).

A mãe dele, Dalvina Xuxa (e dois sobrenomes), entrou com o processo de retificação de registro civil em Campo Grande, em abril de 2007. O juiz Fernando Paes de Campos, da Vara de Fazenda Pública e de Registros Públicos, autorizou, em agosto do mesmo ano, a mudança do nome do garoto, que hoje passou a ter um nome composto e dois sobrenomes.

Veja lista com pessoas que pediram para mudar o nome na Justiça de MS (detalhe: só no Estado de Mato Grosso do Sul!)

Altezevelte
Alucinética Honorata
Maxwelbe
Claysikelle
Maxwelson
Mell Kimberly
Wildscley
Frankstefferson
Hedinerge
Starley
Hezenclever
Uallas
Udieslley
Ulisflávio
Hollyle
Hugney
Necephora Izidoria
Kristofer Willian
Locrete
Venério
Walex Darwin
Yonahan Henderson
Maxwelson
Wochton (Kkkkk, muita gente escreve o nome do Otto assim!)
Wallyston
Waterloo
Wolfson



Segundo o cartório de Ilha Solteira (SP), onde o estudante foi registrado, o atual nome dele, apesar da retificação, pernanece com Wonarllevyston. A alteração do registro foi concretizada em setembro de 2007. "Este é um tipo de processo que não costuma demorar muito", disse o advogado Fabrizio Tadeu Severo dos Santos, que representou Dalvina e o filho na ação judicial.

Na sentença, o magistrado informou que o garoto disse que sofria constantes transtornos e constrangimentos, principalmente em ambiente escolar, durante as chamadas de presença em sala de aula.

Ainda segundo a sentença judicial, o menino pediu que fosse mantido apenas o nome Wonarllevyston, pois gosta dele e por ele é chamado por várias pessoas. "Hoje ele está feliz com o nome que tem. Na família, ele é chamado por Wonarllevyston. Na cidade, todos o chamam de Bruno", disse Dalvina Xuxa.

O juiz explicou ainda, em sua decisão, que a mãe escolheu sete prenomes e quatro sobrenomes de família para nomear o filho, mas não usou critério adequado, deixando de lado os sobrenomes que faziam referência ao pai do garoto, utilizando apenas os maternos.


Xuxa na Justiça


Dalvina afirmou ao G1 que não gosta de seu nome e pretende mudá-lo novamente, já que acrescenteu, em 1999, o Xuxa em seu registro civil. "Me arrependi de colocar aquele nome todo para meu filho e de ter colocado o nome Xuxa para mim. Mas se eu puder, gostaria de mudar meu primeiro nome para Tina, pois não gosto de Dalvina. Ai que nome feio!", disse a dona-de-casa.

Ela disse ainda que vai pensar bastante antes de fazer a segunda alteração em seu nome. "Dá muita dor de cabeça com documentação, pois terei de mudar tudo de novo. Isso foi culpa da minha irmã, que me chamava de Xuxa porque eu tinha cabelo loirinho", afirmou Dalvina.

A mãe de Wonarllevyston lembrou ainda que sua irmã, nascida Nadir, mudou o nome para Nádia.


Linda Blue

E o gosto por nomes diferentes é de família. "Tenho uma sobrinha com nome diferente também, tanto que nem lembro todos os nomes dela, só a chamo de Linda Junia". Segundo informações do Cartório de Registros de Ilha Solteira, a sobrinha de Dalvina Xuxa se chama Linda Blue Junia Sharon Mell Melina Marla Cyndi (e mais quatro sobrenomes).

Arrependida do exagero com o primogênito, Dalvina Xuxa disse que resolveu "pegar leve" para dar o nome da filha de 8 anos, fruto do segundo casamento. "Ela se chama Brenda, por pedido do pai, pois eu queria chamá-la de Vitória", afirmou Dalvina.

EU, HEIN!

Pra completar o mundo de gente maluca: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1249875-5602,00-BRHADARANYAKOPANISHADVIVEKACHUDAMANI+BATIZA+FILHO+COM+MESMO+NOME.html

Bom fds!


Fonte: www.globo.com

terça-feira, 28 de julho de 2009

Mais Piauí

Lugar lindo! Mais fotos, mas dessa vez de Parnaíba. Viagem ao lado da família, só faltou mesmo o Otto...


Por do sol na Praia da Pedra do Sal, esse ano conseguimos ver!

Farol da Pedra do Sal

Família reunida e a ventania...

Hélices da usina eólica Curtindo...

Olha esse céu!

A lagoinha cheia de peixinhos...
Gugs láááá loooonge. Oásis no meio do nada, uma surpresa!

Libélula, bicho que mais tinha no rio
O mangue
O rio Parnaíba
Bolacha do mar
Guerra de areia!
Amores...

Caminhos para o Porto dos Tatus
Caminho para o Porto dos Tatus

Chagamos em Parnaíba! Detalhe: 6 da matina!

domingo, 26 de julho de 2009

Nada sobre meu pai

Por Ruth de Aquino

A cada ano, nascem 700 mil crianças no Brasil de "pai desconhecido". Filhos de homens que não quiseram reconhece-los como seus. No Dia dos Pais, quase 30% dos brasileiros não saberão a quem dar um presente ou homenagear. Nunca souberam. A maioria dos "filhos só da mãe" nem sequer sabe o nome do pai, nunca viu uma foto, e nem tem certeza se está vivo. Muitos buscam em vão o reconhecimento na Justiça.

Histórias de rejeição e ausencia paterna estão sendo filmadas no documentário Nada sobre meu pai, da cineasta Suzanna Lira. O título é referencia ao filme de Almodóvar Tudo sobre minha mãe. Suzanna, de 34 anos, é filha de pai desconhecido. Mas não foi por isso que embarcou nesse filme.

"Fui criada por uma mãe forte, guerreira, que me contou tudo desde que eu tinha 2 anos", me disse Suzanna por telefone, de Salvador, onde filma no momento. "Meu pai, equatoriano, tinha 19 anos quando minha mãe engravidou, era envolvido com política. Deu dinheiro para ela abortar. Ela não quis. Isso nunca foi uma grande questão para mim. Mas minha filha, ao desenhar a árvore genealógica na escola, insistiu em saber quem era o avo materno, os bisavós. E aí eu decidi fazer o filme. Percebi que essa lacuna pode aparecer até em outra geração. Pelos depoimentos que registrei, compreendi como o desconhecimento do pai causa feridas profundas. Encontrei crianças e adultos em frangalhos com essa ausencia. Eles buscam o pai a vida inteira."

No Rio de Janeiro, um preso que Suzanna entrevistou compara a vergonha da prisão a vergonha de não saber quem é seu pai. Em Porto Alegre, um menino de 13 anos viver com a mãe, que se desdobra para suprir tudo sozinha. Mas ele sente falta: "Queria meu pai para jogar bola comigo". Em São Paulo, um montador de cinema sabe que o pai mora na esquina de sua rua, mas nunca conseguiu que o reconhecesse.

Nas classes sociais mais altas, a mãe se organiza, o filho faz terapia. Na periferia, a ausencia paterna é uma luta. A mãe solteira e pobre trabalha muito fora. O menino fica na rua, vulnerável, a merce de más influencias. Na pesquisa, Suzanna descobriu que 80% dos jovens infratores não tem o nome do pai na certidão.

As mães pobres costumam ser mais orgulhosas, mesmo quando passam fome. Sobre o homem que se ausentou, dizem: não quero ele para nada. Elas podem não precisar, mas os filhos precisam. Talvez devessem revelar o nome para o Ministério Público.

A busca do reconhecimento da paternidade é árdua. A consultora de Suzanna no documentário, a filósofa e socióloga Ana Liese, acaba de escrever o livro Em nome da mãe - o não reconhecimento paterno no Brasil, com estimativas e dados impressionantes sobre esse drama nacional. Ana conversou comigo por telefone, de Brasília. "Se o pai se nega a dar o nome na hora do registro, só um em cada dez reconhecerá aquele filho espontaneamente em toda a vida." Quando o Ministério Público pressiona, apenas 30% acabam reconhecendo. O prefácio do livro de Ana leva o título "Um país de filhos da mãe".

Por uma questão cultural, o Estado brasileiro também sabe pouco sobre o pai. O certificado preenchido na matenidade é o primeiro documento dos 3 milhões de brasileiros que nascem por ano. Segundo Ana, há uns 15 campos com dados sobre a mãe. E nenhum sobre o pai. "Quase não temos dados oficiais sobre o pai no Brasil. Quem ele é, em que faixa etária se torna pai. Sobre as mães, sabemos quase tudo", diz a socióloga.

O documentário de Suzanna não será um filme de "protesto contra os pais desertores". Ela almeja revelar "histórias de amor que querem e podem ser vividas". Suzanna quer fazer um convite amoroso para o homem viver a paternindade plenamente, mesmo casado ou separado. Porque só a mãe não basta.

Como diz a socióloga Ana Liese: "Esses homens nem suspeitam que são o mair obejto do desejo de seu filho ou sua filha". Não é só o dinheiro ou o sobrenome. O que falta a essas crianças, jovens e adultos sem pai, é algo chamado reconhecimento. Não o legal, mas o amoroso. E o acolhimento.

No segundo domingo de agosto, se seu pai por conhecido, vivo e presente em sua vida, de um beijo nele. E diga: valeu, pai.



Nota da Guacita: VALEEEEU, pai! O melhor pai do mundo, SEM dúvidas! Sei que não vai ler, mas te amo mto!

sábado, 25 de julho de 2009

Um perfil...

Meu perfil de órrrkut, afinal, já estou com um modificado e eu gostei desse! Dizem que me descreve perfeitamente, será?

Eu? Terrível, determinada, um pouco orgulhosa, preguiçosa, falante, boa ouvinte, enfim, opostos me atraem... estudiosa, sim, muitas formações? Sim! Técnica e bacharel em hotelaria, técnica em nutrição praticamente, terminando um MBA, falo inglês, arranho um péssimo espanhol... estudiosa e inteligente! Porém não sei fazer contas de dividir na mão (que vergonha...). Casada de coração com um marido muito querido, moro com um cachorro que é uma figura (ele fala e adora tomate!). Tenho um certo vício por animais e por mim voltava de cada visita ao pet shop com um animal, que não seja um pássaro. Sou daquelas apaixonadas por animais, que acha todos lindos (e eu acho mesmo), que não pode ver um cachorro na rua, cheio de sarna, que o acha lindo e o pega no colo (NUNCA peguei sarna na vida, ok?). O mesmo procede para gatos, os pretos são meus preferidos. Valorizo demais as amizades e sou grata aos amigos que tenho (às vezes valorizo até demais, minha mãe diz que o tempo vai me ensinar a selecionar melhor minhas amizades). Se você precisar de mim, conta comigo que estarei lá, mas não pise no meu calo... SE a amizade continuar, jamais será a mesma... Tenho uma família abençoada, com pais maravilhosos e um irmão muito do gato. Tios tenho muitos em números, mas alguns no coração... primos a mesma coisa, os poucos que gosto mesmo, eu gosto MESMO! Crianças são um episódio a parte... e se estiverem na família, melhor ainda! Adoro crianças e vai ser muito difícil você me ver um dia dizendo que quero torcer o pescoço de uma (mas se um dia me ver fazendo isso, acredite, eu tenho razão, porque paciência é meu sobrenome). Com o Otto em minha vida, ganhei muitas crianças queridas e amadas... Leo, Ana, Américo, Gabriel... tem o Thomas também, que a distância só fez aproximar... não tem um dia que não penso nele. Viajar? É comigo mesmo! Come with me and let's go, como diz em 'Destination Calabria'. Cresci viajante com a minha mãe, aprimorei fazendo um mochilão no Piauí e Maranhão com meu pai e apesar da rotina e dos estudos, procuro sempre viajar, acho que é o melhor investimento que podemos fazer, além de estudar, claro. Ambos nunca são demais. Vícios? Alguns bons, alguns ruins... louca por chocolates, beijos, animais, séries idiotas americanas que tem o dom de nos viciar... e livros! Amo, adoro, idolatro, respeito, devoro! Procuro ler um livro por semana, além de revistas (já que meu forte não é matemática, me empenho em português, né?). Raramente você me verá pronunciando algo errado e se você o fizer... eu serei a chata que vai te corrigir. Já tirei a mania de 'seje' (ainnn) e 'menas' (uuuiii) do Otto, agora só falta tirar a mania de dizer 'soe' (nem que eu 'soe' minha camiseta pra isso). PS: ele é craque em matemática! Ah, se eu errar algo em português e você me corrigir, me verá extremamente sem graça! Também sou uma falsa admiradora da arte, manjo nada, mas gosto, saca? Adoro ir a museus de tudo: conheço o Paulista, o MASP, o JK, quando dá vou à Pinacoteca, também gosto do de Zoologia, mas repito, manjo nada! Ah, falando em animais e zoologia... quando eu era pequena, tinha um sonho em ser veterinária. Quando as pessoas olham o quanto gosto de animais, me perguntam se não optei pela carreira errada. Uma época até eu me questionei sobre isso, até o dia em que fui levar o Lucky, um dog atropelado que resgatamos, para tirar pontos... juro, quase desmaiei. Então fica meu sonho de um dia fazer mesmo biologia e em paralelo, continuo ajudando meus peludos com ração. Minha mãe diz que já fiz um imenso favor de recolher o Max da rua e dar uma vida de príncipe pra ele. Mais um capítulo? Piercings e tatuagens, pode ser? Outra tranqueira que adoro. Tenho só uma tattoo, mas logo virão outras, é que me falta $$$ (acho melhor assim, porque muitas vezes eu teria me arrependido). Piercings tenho 2 hoje. Tinha um na orelha, mas nunca mais faço isso na vida, nunca cicatriza. E no nariz, tô partindo pra 4ª tentativa!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Fotos do Piauí

Viagem em família, muito bom, muitas novidades, primeira vez da Mamis e do Gugs pelas bandas do Norte, reencontro com as tias e primos de lá, muita comida boa e claro, muitas saudades que ficam por aqui! Não vejo a hora de voltar e claro, levar o Otto!


Gugu e João, quase andando!
Laysa e Toti
Deliane e Toti
João lindo!

Tia Maria do Carmo, MARAVILHOSA!
Modelo com ipe ao fundo

Jardim da Tia

Eu e Gugs na árvore, penei pra subir, é a idade

Jardim da Tia

Flor linda perdida

Eu cuidando dos meus filhotes cabritos, foram meus xodós

Perereca!

Por do sol no quintal da tia

Filhote de cabrito, fofo...
Cabritinho com pelo de ovelha

Gugu e um dos cabritos

Lupi!

Cabritos
Jardim da tia
Cacto! Jardim da tia

Família reunida embaixo do tamarindeiro

Gugu no Mestiço

Quintal da tia
Cabeça de cuia, lenda de Teresina