quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Frase do dia

Clichê, mas verdade: o tempo é senhor da razão e cura todas as feridas!

To dance: R.I.O. - Shine On

Exposição Corpos

Alguém teve a oportunidade de ir a essa exposição? Enrolei tanto pra postar que a danada já acabou em Sampa, me parece que está em Brasília agora, no Park Shopping. Eu sempre quis conhecer essa exposição, em 2007 rolou uma parecida em Sampa, na Oca, e eu não fui. Esse ano a exposição começou em maio se não me engano, quase que perco de novo. Um dia criei coragem, peguei Bruno e fui, embaixo de chuva, péssimo dia para ele conhecer o Parque do Ibirapuera. O preço era salgado, 30 reais a inteira, 15 a meia, isso porque era 40 a inteira uma semana antes. Pior foi ter que pagar zona azul pra estacionar dentro do parque... mas no geral valeu muito a pena, assim passou um pouco minha frustração de não ter feito faculdade de biologia (eu sou uma indecisa mesmo, não liguem). A exposição tinha corpos dissecados de vários chineses, tinha esqueletos, partes de corpos, corpos só com músculos, de mulheres, de homens, muito interessante. Pena que ninguém queria ir, a Ju disse que ia vomitar, a Dani que ia ter pesadelo, perderam, rs. Eu fiquei muito interessada em tudo, adoro museus de qualquer coisa, mesmo quando não entendo bulhufas sobre o quadro exposto. Pra quem estiver em Brasília, não perca essa oportunidade e pra quem está em Sampa, o negócio é esperar a exposição voltar.

Música: Liah - Outra Porta

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Hoje eu assisti

Garota Infernal: Jesus Mary Joseph, uma tranqueira de filme. Mas era domingo, na casa da mãe, chuva, nada pra fazer, passando na TV... a gente assiste, né? O filme conta a história de uma menina, que era uma tremenda vaca, que é usada num ritual de magia negra que dá errado e ela incorpora a alma do diabo, comendo (literalmente) os meninos da cidadezinha onde vive. O filme é sanguinolento, com bastante sexo, bebidas e pessoas bonitas, beeeem comercial. Venho comunicar que não vale alugar, se tiver Telecine em casa e fazendo nada, assista!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Derik

Esse será o nome do meu filho, Derik. Sempre viciada em Grey's Anatomy, adoro esse nome há anos e sempre quis um filho Derik, assim como o Dr. Sheppard no seriado. Tudo bem que o certo seria meu filho chamar Derek, mas pense como ele seria chamado na escola no começo do ano pelos professores? Quando você entra na escola, a professora faz a chamada por nome e com certeza chamarão meu pequeno de Derék, tadinho. Como sofri muito com meu nome, sempre penso como será a vida dos meus filhos, principalmente na escola, que a gente passa boa parte da vida (e tem boa parte das decepções) por lá. Meu filho nem nasceu, nem está dentro de mim, mas eu já o amo tanto... o amo desde o momento que comecei a pensar como mulher. Tenho certeza que meu primeiro filho será menino, e será meu Derik. Voltei a assistir Grey's feito uma condenada e lembrei que esse nome ficará lindo no meu baby. Derik, tá escolhido, não tem erro, Derik Rhein e sobrenome do pai, já está até sonoro em meus ouvidos. Agora a pergunta: quando o Derik vem? Se depender do meu medo, daqui uns 50 anos!

Música a la Grey's: Chasing Cars - Snow Patrol

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

25 primaveras!

Há uns dias eu fiz aniversário, 25 anos. Ainda estou me acostumando à nova idade, quando me perguntam quantos anos eu tenho, respondo 24 às vezes. Achei que ia ser tão estranho chegar no tal quarto de século, mas não mudou nada, pra variar, assim como não mudou quando fiz 18. Comemorei com pessoas muito queridas, amigos de curta e longa data, familiares, foi muito bom. Esse ano dei um talento, me programei e com ajuda de amigos e família a festa foi um sucesso, não faltou nada. Sobrou tanta cerveja que vivo fazendo cervejadas em casa, com jurupinga e vodka de acompanhamento. As meninas me ajudaram, meus pais e Bruno também. Arrumamos as mesas com toalhas de TNT, pensei em pequenos detalhes (dias planejando...), fiz mesa de saladas com várias opções, meu pai fez as carnes e muitas caipirinhas, ele tava tão engraçado... ri muito com as palhaçadas dele, até no parabéns ele foi pra mesa cantar comigo e até dançou! Encontrei amigas de colégio, boadrastas, da Federal, primos, gente de tudo que era lugar, duro foi colocar a fofoca em dia com tanta gente (imagine eu recém separada, quanto assunto e perguntas que não tinham...). Queria comemorar meus 25 anos com estilo, amigos e bebidas e deu tudo certo. Espero que o niver de 30 seja tão bom quanto esse e que eu lide bem com a nova idade. Será que vai ser ruim virar balzaquiana? Isso é pra outro post e mais pra frente.




Viciada nessa música: Bizzare Contact - Here Comes The Revolution

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Hoje eu assisti

Ultimamente ando assistindo tantos filmes, adoro! Estava meio enferrujada, sem tempo e sem hábito de ir ao cinema ou alugar um DVD, mas tirei o atraso todo de uma vez nos últimos tempos. Vamos lá com a pequena maratona.


Ilha do Medo: Esse filme assisti em casa, o Bru tinha no note dele. Gostei muito, o Leonardo di Caprio atuou bem, fugindo do papel de mocinho e o final é surpreendente, você acha mil coisas durante o filme e quando vai ver não tem nada a ver com o que você achava. É mais ou menos assim: dois policiais vão a uma ilha para investigar o sumiço de uma mulher que estava presa lá. O lugar abriga uma prisão que é como um hospital psiquiátrico e a história desenrola de uma tal forma que te prende. As cenas de suspense são legais e o filme é bem sacado, fora que o cenário é bem adequado, meio sombrio, uma ilha onde o clima parece ser bem frio, um monte de gente louca reunida... recomendo!


Up - Altas Aventuras: Esse desenho foi surpreendente, sério! Fiquei apaixonada pela história, pelos personagens, muito legal e sinceramente, nada infantil. Já tinha ouvido muita coisa boa a respeito dele, muitas recomendações, mas nunca alugava, perdi a chance de assistir no cinema, enfim, não sabia muito bem nem do que se tratava (só lembrava da história do padre que sumiu com os balões...). O filme conta a história de um velhinho que fica muito rabugento depois que a esposa morre (a parte que conta a história dos dois é muito linda, até chorei!). Eles sonhavam em viajar para um lugar na América do Sul, mas a velhinha morre antes. Então o velhinho decide se aventurar sozinho, pendurando sua casa em milhares de balões... acontece que no meio da viagem ele descobre que um escoteirinho veio sem querer junto... muito bacana, recomendo muito!


A Verdade Nua e Crua: Eu sou suspeitíssima para falar de qualquer filme que tenha Katherine Heigl no elenco, ela é simplesmente demais! Já me identificava pacas com ela nos tempos de Grey's, aí virei muito fã mesmo. O filme é uma comédia romântica gostosa de assistir, engraçada, vale assistir abraçadinho embaixo das cobertas dando muita risada ou com um grupo de amigas. Típico de comédia romântica, conta a história de uma mulher perfeitinha que não arruma namorado e de um cara galinha assumido que acabam trabalhando juntos em um programa de TV. Ele a ajuda a conquistar o cara dos sonhos, ela a fixar o espaço dele na TV. Resultado: confusões mil, claro! Filme bom*



Amor a Distância: Esse foi para tirar meu atraso de cinema, a coisa tava feia, uns 3 ou 4 meses sem ver a cor da pipoca do Cinemark... convenci Bru a assistir essa comédia romântica ao invés de Resident Evil 4 (eca, hauhaha!) e, apesar de meio parado, o filme é gostosinho de assistir e o final surpreende, não é o famoso água com açúcar esperado. Com a Drew Barrymore (que é uma fofa, adoro os filmes dela), conta a história de um casal que se conhece em Nova Iorque e se apaixona perdidamente, mas a moça está com passagem comprada para São Francisco, para terminar uma pós. Com a mudança, eles decidem namorar a distância, vivendo a saudade, o ciúme, a paixão, o amor... gostei! Mas dá pra esperar sair em DVD, viu?


Se Beber Não Case: Esse é um dos melhores filmes de comédia que assisti, dei risada do começo ao fim! É a história de quatro amigos que decidem fazer a despedida de solteiro de um deles em Las Vegas. Lá, ficam bebem todas e no dia seguinte descobrem que o noivo sumiu! Gente, é muito bom, vale muitooo a pena alugar!

E até o fim de semana provavelmente terei mais filmes para postar aqui =)

Você sabia?

De acordo com uma pesquisa da Datafolha sobre animais de estimação dos paulistanos, 52% das casas de Sampa tem animais de estimação. Bastante, né? Nem imaginava... eu faço parte dessa estatística com meu Max, meus pais com a Lua, a Dani com a Lilika e a Tekila e vários vizinhos do condomínio tem pets, a maioria cachorros. Já tive gatos e os adoro, mas cachorro é realmente tudo de bom! Dá um trabalho que só, são amorosos, apegados, precisam passear, gostam demais de carinho e o meu Max adora pular, falar e lamber que só.

Outros dados da pesquisa:

37% das casas tem cachorro
8% tem só gato
6% tem só pássaro
1% tem só tartaruga
1% tem só peixes
1% deram outra resposta

40% dos que moram em casa e 20% dos que moram em apartamento tem cachorro.

As raças mais comuns nas casas:
15% - vira-lata
9% - poodle
4% - pinscher
3% - pitbull
2% - pastor-alemão
2% - cocker
2% - rottweiler
1% - labrador
1% - dachshund
1% - boxer
1% - fox paulistinha
1% - pequinês
1% - basset
1% - outras raças

Bacana, né? E viva os vira-latas, melhor raça do mundo!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

E a vida segue

Certa vez eu vi uma frase: "a vida é muito curta pra ser vivida mais ou menos". Na época não dei atenção, afinal eu tinha a vida "perfeita", família, amigos, uma casa, um emprego... um tempo depois eu percebi que eu estava bem enganada e sim, estava vivendo uma vida mais ou menos. Parei para pensar, pra que isso? A gente tem que pensar que se nosso emprego não está bom, temos que procurar outro. Se no amor não estamos bem, pense se não está perdendo tempo ao lado de alguém que não te merece, que está ocupando o lugar de uma pessoa que poderia estar sendo muito mais bacana para você. Não gosta de onde mora? Economize, estude a possibilidade de mudar de casa, de bairro, para um lugar que lhe agrade mais. Mas chega, pare de viver na mesmisse, procure sua felicidade. Aquela velha frase faz muito sentido, o segredo não é correr atrás das borboletas e sim cuidar do seu jardim para que elas venham por conta própria. Viver não é fácil, mas se a gente pode descomplicar, fazer coisas boas acontecerem, se a gente pode correr atrás da nossa felicidade, mãos à obra! O negócio é mesmo ser feliz!

Música que me lembra você: O Rappa - Mar de Gente

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A Federal

Taí um lugar que eu amo e me deixa louca ao mesmo tempo. Adoro ir pra lá, ver os amigos, as aulas são boas, os professores melhores ainda, mas... ando doida com tantas matérias novas, trabalhos, provas, seminários... hoje mesmo terei um seminário sobre o ciclo do oxigênio e carbono. Diz pra mim, para quê um turismólogo precisa MESMO saber disso? É cultura, ok, conhecimento nunca é demais, mas isso me deixa louca de pedra. Esses tempos estou rebelde, dou umas escapulidas da aula para fumar ou paquerar com a Bruna pelos corredores (trocar olhares e risadas, porque acho ridículo fazer isso, hauhuahua!), andei chegando atrasada, estou tendo sérias dificuldades em Economia... tenho trabalhos de planejamento para fazer, livros difíceis para ler. Me disseram que entrar na Federal era fácil, difícil era terminar o curso e estou começando a achar que é verdade. Meus amigos de lá fazem toda a diferença. O Val é maduro e tem uma cabeça muito boa pra conversar, principalmente quando o assunto é amor. O Jhonnie é do tipo intelectual, temos altas brigas, mas a gente se ama mesmo assim. Cássio é o metaleiro cheio de histórias pra contar (já morou no Japão por anos) e conselheiro amoroso (palpita sobre os casos e caras). Zuim é o ácido da turma, irônico de um jeito que eu adoro, fala boas verdades sobre como os homens pensam. Quando trazemos dúvidas pra ele de como agir, o que será que o cara está pensando, lá vem ele com sua resposta sem sorriso e sincera. Parece frio, mas é honesto e claro, muito amigo. Minha fiel companheira é a Bru, doida que nem eu, anda na minha cola e juntas fazemos umas boas besteiras, teremos muita história pra contar da Federal juntas. Essa galera me faz ter muito mais pique de ir pra aula, são uns amores e me fazem rir demais, é muito bom poder contar com eles. Duro é sobreviver aos trabalhos, parte complicada... mas eu termino essa faku, de um jeito ou de outro, ou não me chamo Guaciara!

Um bom som: Shocking Blue - Venus

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Frase do dia

Dia desses, na aula do Valério, ouvi uma frase que achei interessante: "Tenha certeza de que a pessoa que te apunhalou sorria minutos antes de fazê-lo. A traição é cordial". E não é que é verdade? Gostei dessa frase, é vivendo e aprendendo mesmo, um dia de cada vez.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Frase do dia

"Mentira tem perna curta, mas para alguns ela é perneta mesmo!"

Rá, peguei no pulo!

Rinite que me persegue

Pra variar, estou com uma crise de rinite terrível. Semana passada eu posso dizer que foi a semana do dedo podre: minha mãe caiu e machucou o pé, me ligou quase chorando no serviço para contar e quase me deixou chorando também, fiquei com muita peninha dela... dias depois, foi minha vez, filho de peixe, peixinho é. Na escola, estão pintando tudo, o que deixa o ambiente com um cheiro horrível de tinta. Além do mais, semana passada foi a fase da tinta esmalte, aff... o cheiro começou a incomodar minha garganta e quinta não deu, tive que ir ao médico. Chegando lá, a novela de sempre e o médico na hora atestou, rinite alérgica. Estava tão entupida que ele me receitou inalação e uma injeção de uma tal hidrocortisona. Pra que inventei de tomar aquilo... tomei a injeção e fui para a sala de inalação, com uma crise idiota de riso. Depois de rir, comecei a chorar, ficar com vontade de vomitar, até que juntou umas três enfermeiras em volta de mim e começaram a me fazer perguntas, gritando, dizendo que eu ia desmaiar. Dito e feito, depois de ver pontinhos pretos e ouvir as enfermeiras falando em "baleiês", caí dura. Estava sozinha no hospital, fiquei em observação, zureta de tudo. Quando voltei, fiquei com tremedeira, efeito colateral do remédio muito forte (nunca tomem isso!) e fui pra inalação. Depois dessa pequena maratona que durou a manhã toda, fui trabalhar, pra não perder o dia. Pior de tudo foi acordar péssima sexta e ter que ir ao médico de novo, dessa vez para passar o dia em casa, não teve jeito. Ainda estou me recuperando, mas o cheiro forte de tinta tá me deixando trilili das idéias, além de meu nariz estar péssimo... o doc disse para eu me alimentar melhor e tomar bastante água e isso está mesmo ajudando, não estou tão mal hoje. No fim, confirmo: ter rinite é um saco, te torna um fresco e quem não tem acha que você tá fazendo tipo. Espero ficar 100% logo.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Frase do dia

O amor é lindo e o sapo não tem pescoço, mas separa pra ver o que acontece!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Frases

As frases que ouvi nas últimas semanas, umas pra rir, outras só podem ser pra chorar, hauuahua!

- "O Washington é um %$#¨%$&¨*&#$%@#%@¨%*", by uma amiga evangélica fervorosa.

- "Você usa Close Up Whitening?", by Felipe.

- "Mudanças são necessárias, sem elas não haveriam borboletas", by Elvis.

- "É, filha, acho que você andou levando chifre...", by meu amado pai.

- "Nossa, Sá, você tá muito gata agora, nada a ver com quando você era casada, mais parecia uma empregada!", by meu amado irmão.

- "Você é linda e simpática, seu ex-marido é muito burro! A propósito, quer casar comigo?", by Bruno.

- "A Guaciara é a única pessoa que consegue voltar de férias com olheiras profundas", by Andrea, sem saber de nada ainda.

- "Menina, você tá parecendo um zumbi! Maquiagem AGORA!", by Aline.

- "O mundo tá de ponta cabeça", by Shirley.

- "O negócio é cair na putaria (minha cara...)", by Dadá.

- "A ex dele fez macumba pra separar vocês!!!", by amiga crente fervorosa.

- "Amiga, admiro sua força, como está lidando com isso, dando a volta por cima. No seu lugar eu teria comprado 12 gatos e viraria a véia esquisita da rua", by Aline.

- "Você é linda, jovem e cheia de vida, vai ser feliz!", by Bárbara.

- "Tem caroço nesse angu...", by Val, sobre o fim do meu casamento.

- "Que chato pensar que 3 anos de casamento hoje se resumem a uma merda de video game...", by Ju, sobre o fato dele me ligar todo dia perguntando do video game.

- "Guaci, eu te amo muito!", by Biel.

- "Guaci, quando você vem me ver? Tô com muita saudade!", by Ana Clara.

- "Você tem o sorriso mais lindo que já vi", by Ricardo.

- "Obrigada por me fazer lembrar o quanto você é bacana", by Elvis.

- "Depois que descobri que você tá solteira, não consigo mais dormir", by Felipe, chaveco véio.

- "Geeeente, não sei mais paquerar!", by Guaci.

- "Então toma mais uma cachacinha que logo você lembra!", by meninas.

- "Acho que seu ex-marido é gay", by Bruno.

- "Isso é um recomeço na sua vida", by Preto Velho.

- "Guaci linda, você merece ser muito feliz!", by Audrey.

- "Guaci, você tá muito linda!", by Vitinho.

- "Quero que você seja muito feliz e dizer que te amo, como uma filha", by Belinha, diretamente de Paris!

- "Bebe que passa", by Luiz.

- "Você é linda e simpática, demais!", by Thirso.

- "Sua sobrancelha tá horrível, vamos AGORA marcar de arrumar isso!", by Adriana.

- "Supere, meu bem, engordei 25 kg no fim do meu casamento enquanto ele estava se esbaldando com outra...", by Denny.

- "Pelo menos você emagreceu, né?", by Beth.

- "Nunca se esqueça das merdas que ele te falou, pra você não cogitar ir atrás dele, senão te mato!", by Milena.

- "Você é linda, Guá, eu te amo!", by Dani.

Quando lembrar de outras, posto. Um dia vou ler isso e dar tanta risada... tenho certeza!

Rotina que faz bem

Semana passada voltei a trabalhar e me surpreendi com o quanto me fez bem. Cheguei cedinho, no horário, abri a secretaria, cumprimentei pais, abracei as meninas e vários aluninhos fofos. Conversei com todos, contei como foram minhas férias, como eu estava. Sorte que o pessoal é discreto e não fica perguntando tanto da minha vida, deu pra eu explicar as coisas do jeito que eu acho melhor e acharam bom assim. Nos primeiros dias a rotina foi meio estranha, eu era acostumada com uma coisa, agora tive que me acostumar com outra. Recebia ligações o dia todo, enquanto trabalhava eu pensava o que faria de jantar. No primeiro dia foi doloroso, era inevitável não pensar, não lembrar, as pessoas perguntando, "e aí, como tá seu marido?". Mas rebolando a gente escapa e se vira, não sei ser grossa (só se estiver muito puta mesmo), porque talvez fosse bom dar logo um "foda-se, você não tem nada a ver com a minha vida". Apesar de falar pelos cotovelos, sei impor o limite, a tal linha imaginária até onde as pessoas podem ir. Só a Dri, minha grande amiga do serviço, sabe a missa verdadeira, o resto eu enrolei com um simples "conversamos e não deu certo". E pronto, acho que satisfez o povo. As crianças ajudam muito também, elas tem uma energia boa, é bom estar perto delas. Esses dias eu estava no portão e a Jamile passou por mim e me mandou um beijo. Respondi com um "linda, linda!" e ela retribuiu com um "gata, gata!" e mais dois beijinhos no ar. Ela é pequena, e os pequenos são os mais fofos. Eles abraçam, beijam, choramingam, pedem colo, são meigos, carinhosos. Dia desses o Adrian não queria entrar na escola, sem desgrudar do pai, chorando porque o pai vai passar uns meses viajando. Ninguém conseguia fazer o menino entrar na escola. Agachei, pedi um abraço e fiquei conversando com ele, da importância dele estudar (ele tem 5 anos, tadinho...) e que a escola era legal, pra ele me dar a mão que eu o levaria pra sala. Contei no caminho que um dia antes eu também não queria ir pra aula, que a tia tinha um namorado e que a gente tinha brigado. Ele ficou todo curioso, perguntando se agora eu estava bem e se eu tinha ido pra escola mesmo assim. Contei que sim, que meu irmão veio na minha casa, me pegou pela mão como estava fazendo com ele. Ele me deu um abraço e pediu para eu não ficar mais triste e ir pra escola, pediu pra gente ficar feliz. Isso porque ele tem 5 anos, sábias palavras... A faculdade tem me ajudado muito nesse processo, firmei muitas amizades, me aproximei de colegas solteiras, conheci gente nova. As matérias esse semestre estão terrivelmente chatas, mas vou sobreviver. Ando me arrumando e recebendo bastante elogios, isso ajuda pacas também! Recebo as amigas em casa, saio pra tomar uma cerveja. Às vezes tenho que driblar a bad, ela teima em se aproximar. Não é fácil, mas cada dia está sendo menos difícil, até que um dia ela vai sumir. O pessoal me aconselha, me elogia e estou enfiando isso tudo na cabeça, nem que seja a força. Descobri ter mais amigos do que imaginava, menos dinheiro do que pensava, que fase maluca! Cara... terei que aprender muita coisa com esse episódio. Essa rotina que eu reclamava às vezes está sendo melhor do que qualquer calmante ou bebedeira e sei que vou agradecer um dia por ter abrido mão de muitas noites dormindo cedo ou de muitas tardes fazendo nada em casa em troca do trabalho e estudo. Ainda bem que tenho essas ocupações, meus amigos, minha família, o Max. Não é nada fácil, mas está sendo menos difícil por conta de tudo isso que eu falei mais pra cima. É, o show tem que continuar.

5 motivos para nunca casar

Li hoje esse texto na Folha, achei pertinente e me rendeu boas risadas pela veracidade, huhuauah! Não que eu concorde com tudo, claro, afinal, adoro a Lia e o Américo, por exemplo.

Não caia nessa armadilha chamada "casamento". Ou ele foi inventado por alguém de muito mal com a vida ou por algum humorista que resolveu sacanear com a humanidade.

1- A família do outro: quando você casa, sua família duplica. Desse dia em diante, você é obrigado a conviver com a sogra e sua vassoura, o sobrinho capeta, a cunhada (bom... se a cunhada - ou cunhado - for gostosinha, isso pode ser uma vantagem).

2- Excesso de intimidade: a convivência acaba revelando coisas que a gente não gostaria nunca de ver. Você achava que tinha casado com a Gisele Bündchen, mas acabou casando com a mulher barbada do circo.

3- É contra a natureza: está provado que o homem é polígamo. Cedo ou tarde, ele vai dar uma "escapada". O casamento é, na verdade, uma bomba-relógio.

4- Liberdade: esqueça atividades fundamentais como: sair com os amigos para tomar umas e pegar minas. Fazer cocô de porta aberta ou dormir de meias sujas, nem pensar!

5- Fralda: aviso para as minas, o trabalho de trocar fraldas não acaba quando os filhos crescem. Depois você vai ter que trocar também as fraldas do seu marido e... até que a morte os separe!

Dica: se seu (sua) namorado(a) estiver a fim de "juntar os mijados", enrole o máximo de tempo. Depois de casado é muito mais difícil armar "puladas de cerca".

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Eu percebi

Que a vida às vezes dá dessas, nos pega desprevenidos, de calças curtas... mas como disse um amigo, mudanças são necessárias, sem elas não haveriam borboletas. Tudo o que passamos na vida é necessário, acredito muito em karma, destino. Coincidências não são meros fatos e sim o desenrolar de uma história já escrita. Somos atores da nossa vida, temos o livre arbítrio, mas já nascemos predestinados. Acredito que a fé é importante e que quem planta a semente do bem, jamais colherá o mal. Também penso que Deus escreve certo por linhas tortas e que Ele nunca nos dá um fardo que não podemos carregar. E que o resultado do que fazemos nos espera mais adiante. Todas as nossas experiências são aprendizados, mesmo quando sofremos com elas. Estou aprendendo que decepção não mata, ensina a viver. Estou me descobrindo muito mais forte do que imaginava e que viver de planos não nos leva muito longe, o negócio é enfiar os dois pés na jaca e poder dizer "pelo menos eu vivi, conheci". Descobri que nem sempre o choro é a melhor demonstração de tristeza, que calmantes fazem milagre pelo sono que dão, que amigos são mesmo a família que a gente escolhe, que nossos pais sempre tem razão (e mesmo assim nunca os ouvimos), que o cachorro é realmente o melhor amigo do homem, que não se morre de amor, que nunca conhecemos bem as pessoas (como elas podem nos surpreender!), que o amor de uma criança é mesmo puro, sincero e marcante, que a saudade dói de verdade, que a mesma rotina que nos mata é a que cura, que a internet pode ser muito mais legal do que parece, que um amor mal resolvido mais cedo ou mais tarde vai bater na sua porta para tirar satisfações (ou pedir para baterem por ele), que ser livre é caro, mas não tem preço, que a ingenuidade faz algumas pessoas te passarem para trás, que sogra é sempre sogra (mas existem exceções!) e que um bom copo de cerveja ou uma boa dose de uma boa cachaça ajudam pacas (e fazem amizades nascerem). No fim posso dizer: estou aprendendo. Dezessete dias de emoções, conversas, descobertas, experiências, novidades, bebidas, família, faculdade, Max, remédios, internet, saudade, superação, de (nova) vida! Como diz o texto "mude, mas comece devagar, porque o que mais importa é a direção do que a velocidade". Sempre acelerada, talvez esteja tentando ser rápida demais, mas a intenção é a inicial, mudar. E o mais difícil eu já fiz, começar.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Não vejo a hora...

Da letra dessa música ser perfeita pra mim!

Gloria Gaynor - I Will Survive

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Trecho do Pequeno Príncipe

E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho.
Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o princípe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.
Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.
Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos.

E eu não tenho necessidade de ti.
E tu não tens necessidade de mim.

Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo... Mas a raposa voltou a sua idéia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música.

E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
- Por favor, cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me!
Os homens esqueceram a verdade, disse a raposa.
Mas tu não a deves esquecer.
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

domingo, 1 de agosto de 2010

Mude

Mude,
mas comece devagar,
porque a direção é mais importante
que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira,
no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair,
procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
ande por outras ruas, calmamente,
observando com atenção
os lugares por onde você passa.
Tome outro ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os seus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira
para passear livremente na praia,
ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas
e portas com a mão esquerda.
Durma do outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv,
compre outros jornais...
leia outros livros,
viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia
em outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos,
escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores,
novas delícias.
Tente o novo todo dia,
o novo lado, o novo método,
o novo sabor, o novo jeito,
o novo prazer, o novo amor,
a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais,
vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida,
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo,
jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado...
outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas,
troque de carro, compre novos óculos,
escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas,
outros cabelereiros, outros teatros,
visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um outro emprego,
uma nova ocupação,
um trabalho mais light,
mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem
despretenciosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança,
o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual a vida
nao vale a pena!!!

Clarice Lispector

domingo, 11 de julho de 2010

Grande Paul!

E o polvo acertou mais uma vez, Fúria campeã!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Meu orgulho

Otto é um maridão, meu grande companheiro. Tenho muito orgulho de quem ele é, das coisas que faz, das atitudes que toma. Ele é esforçado, cavalheiro, gentil, esforçado, não tenho do que reclamar. Ele completa minha vida, meu dia a dia, faz toda a diferença. Tem uma família grande, é inteligente, juntos conversamos e debatemos sobre tudo que é assunto, cada um com seu ponto de vista, seus argumentos. Adoramos seriados, passear, ver filmes, viajar, a gente se completa! Admiro muito a força de vontade dele, a garra para trabalhar, estudar, fazer cursos, cuidar da casa, de mim, do Thomas. Ele como pai é sem comentários, brinca, participa, não deixa o Thom de lado quando ele está com a gente, vai nos brinquedos, na Playland, joga bola, vai ao parque. É uma pena ele não poder participar mais da vida do filho, mas aí já não é culpa dele, ele não pode abrir mão da felicidade dele para viver ao lado da mãe do Thom, por isso assiste o filho de onde dá e mesmo com as possibilidades restritas, ele arrasa! Eu amo amar o Otto, ele me faz cada dia mais e mais feliz! Três anos juntos, compartilhando alegrias, dificuldades, histórias. Ele já faz parte da minha história, pra sempre.

Te amo demais!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Saudades de um Loiro

Esses dias eu ando com tanta saudade do Américo... queria muito vê-lo. Ontem liguei pra Li (Li, se vc ler isso me liga!) montes de vezes, pensei neles o dia todo! Estava vendo fotos do dia em que fomos ao Parque da Mônica e me deu mais saudade ainda, ele é muito lindo, esperto, danado, tudo de bom mesmo. Ele é meu único sobrinho, meu preferido. Ele é loiro, cabelo de cogumelo, branquinho feito neve, agitado, um sorriso contagiante, fala que só. Simpático, adora o tio Otto, adoro ver os dois juntos. Enorme, ninguém acredita que aquele bebê loirinho e pequeno está virando esse moção. Carinhoso, faz cafuné mesmo quando você não pede, mas se ele não está afim de papo, sai de baixo, ele é genioso (é de família, huhuhu). Sou muito feliz por ser rodeada de pessoas tão queridas e de poder ter um sobrinho tão lindo por dentro e por fora como o Américo.

Loiro, essa tia Guá te ama demais! E o tio Otto também!


Um dos meus videos preferidos do Américo (muito cara de tio Otto!)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Ainda vou entender

Um dia eu ainda vou entender o porque as pessoas são más, egoístas. Também vou entender porque a inveja é tão grande, o sentimento de disputa é tão constante. Desde quando eu era molecona, com muitas idéias, mas pouca experiência, eu já me questionava: porque uma pessoa não pode ser feliz vendo o outro ser feliz? Ouvi essa frase numa música do Natiruts e nunca mais a esqueci, sempre lembro e penso quando vejo um tentando puxar o tapete do outro, prejudicar um amigo, um amor, um irmão. Quando o assunto tem a ver com o amor entre homem e mulher eu fico mais fula ainda. A pessoa tem que pensar que se aquele cara não a quer, tem um fila querendo. A auto estima e a confiança são sagrados remédios, parece que fazem os homens babarem em você, é só querer. Uma vez eu tive um coordenador gay cheio das filosofias doidas e ele dizia que quando você quiser passar despercebido num lugar, você precisa mentalizar o roxo. Eu sempre estou mentalizando o roxo no trabalho e dá tão certo. E o negócio é rezar muito pra Deus e nosso anjo da guarda, porque a energia negativa e a inveja vem com tanta força que a gente chega a sentir. Quando a gente tem fé em Deus e se ama, se valoriza, tudo funciona, flui. Ainda vou entender tudo isso...

Ouvindo: David Guetta feat. Kid Cudi - Memories

Ritmo de férias

Eu ando nesse ritmo esses dias, contando na folhinha quantos dias faltam para eu finalmente descansar. A escola está com poucos alunos, o pessoal todo já está naquela caaalma, trabalhando só pra terminar as obrigações mesmo, está um sossego. Tem momentos que a hora não passa, mas gente, hoje já é quarta! Falta só mais um dia, nem acredito. Ando cansada, faculdade, trabalho e sei que essas férias vão me dar um up sem igual, voltarei com todo o gás para mais um semestre de faculdade (fechado sem nenhuma DP com muitooo orgulho!) e mais trabalho, pra começar a reclamar da vida só lá pro fim de novembro, quando outras férias curtinhas virão, eita coisa boa! Não vejo a hora, que venham as férias!!!

Ouvindo: Stromae - Alors On Danse (gostei do som desse francês!)

Natureza

Taí uma coisa que eu adoro, natureza. Gosto de animais, de plantas, árvores. Sou daquelas tem dó de matar barata (e medo também, claro), que tem pena de arrancar flor bonita. No meu prédio tem muitas árvores, na frente da janela do meu quarto tem uma enorme, que passa da minha janela. No verão ela é bem verdinha, cheia de folhas, no outono, que nem agora, ela está pelada, sem uma folha, parece de desenho. No verão minha janela recebe a visita de vários bichinhos, lagartas, gafanhotos, que ficam descansando no parapeito ou na rede de proteção. O prédio é bem arborizado e passear com o Max vira uma coisa muito gostosa, apesar dos puxões que ele me dá. Esses dias estava uma tarde bem gostosa e fui passear com ele. Deitei numa mesa que tem lá no fundo, embaixo de uma árvore e fiquei lá, curtindo, olhando pra cima, vendo as folhas se mexerem. Maior brisa, né? Tudo bem, eu viajo e sei disso. O Max também aproveita, depois de correr que nem louco pegando os coquinhos que caem no chão, ele se esparrama na grama e fica lá, deitadão, tomando um bronze. Aqui no prédio tem as fases de tudo, no verão, quando chove muito, é a época do caracol. Tudo que é canto tem caracol, de todos os tamanhos, por causa da umidade. Também é a época das (argh!) baratas voadoras... me pelo de medo, elas voam pra todos os lados, que agonia! Agora é a época das lagartas, por todo canto você encontra uma, tem até no hall dos elevadores. Sempre que posso pego uma perdida com um galhinho e coloco no jardim, para ninguém matar. Muita gente não gosta e uma amiga minha disse que mata mesmo quando encontra uma lagarta no caminho. Acontece que a gente não pode esquecer que na primavera elas virarão borboletas lindas! Fora que lagartas não fazem nada, só desfilam e comem o tempo todo, tadinhas. Na primavera será a época das borboletas, elas ficam dançando pelo prédio todo, de várias cores, muito lindas. Meu apê é pequenino, mas quando a gente desce e passeia pelo condomínio tudo ganha graça, não tenho vontade de trocar isso por nada. Esses prédios novos são muito cinzas, concreto puro, poucas árvores (ou nenhuma mesmo) e jardins artificiais para as crianças brincarem. Assim não gosto!

Ouvindo: Tom Novy - Your Body

sábado, 3 de julho de 2010

Frases do dia

Dunga Burro + Chupa Maradona! E dá-lhe Europa na semi!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Brasil x Holanda

Eu adoro Copa do Mundo, sempre que dá assisto os jogos, mesmo os que o Brasil não joga. Na Copa de 2006 eu pude assistir quase todos os jogos e adorei. Nessa Copa está sendo a mesma coisa, os jogos que dá, eu assisto, mesmo que um pedacinho só na hora do almoço. Agora está rolando Brasil e Holanda e pela primeira vez nessa Copa estou agoniada, com dor de estômago, mal estar. Dizem que essa Copa está vendida, ora pra Alemanha, ora pra Argentina, mas eu ainda tenho fé. Estamos na torcida aqui em casa, ver se o Brasil vira esse 2 a 1. Os outros jogos assisti em casa com Otto e as meninas, esse estamos só eu, Otto, Wé e Gugu. Será que a falta das meninas está causando esse pé frio? Temos esperança aqui que o Brasil vai ganhar, o negócio é torcer. Vai, Brasil!

Frase do dia

Só pra reforçar: o que você deseja pra mim, eu desejo em dobro pra você!

Seja felizzzz!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Parabéns, Gordinho!

Hoje meu Max faz 6 aninhos de muita vida! Acordei dando os parabéns pra ele, com muito beijo, abraço. Otto também paparicou o bichinho, que parece saber que hoje é o dia dele. Ganhou biscoitinho, passeio mais longo e agora está deitadão no sofá, bem patrão, ganhando apertos do Welington. O tempo voa, nem parece que faz quase 6 anos que encontrei aquela bolinha peluda na rua, um pingo de gente morrendo de frio naquele invernão de 2004. Apesar da enorme bagunça no começo, roendo chinelos, fazendo xixi e cocô pra tudo que é lado e as bagunças atuais como comer coisas que não deve, roer porta e outras "cositas más", ele vale demais a pena, sou muito feliz de ter meu peludo dentro de casa e saber que por muitos anos o terei ao meu lado, ele está na metade de uma vida muito boa e longa, se Deus quiser!

Te amo, meu Méx!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Hospitais

Taí uma coisa que eu detesto, hospitais. Eu sou chata, não gosto de várias coisas, mas acho que hospitais está no meu top 10, junto com barata, avião, altura, entre outros. Semana passada fiquei doente e fui no hospital ver o que tinha, apesar de já desconfiar da sinusite. Chegando lá, fui pra triagem, tirar febre, pressão, contar o que estava sentindo. Na fila da triagem já quis ir embora, tinha gente doente de tudo que é jeito, um amputado, velhinhos em cadeiras de rodas, pessoas desmaiando e eu lá, bonita, com dor de cabeça, febre e nariz entupido. Essa é a desvantagem de não ter convênio, tem que ir no Servidor pegar fila todo mundo junto, quem está com conjuntivite até quem está infartando... Me senti muito mal em estar ali, ver aquelas pessoas doentes mesmo e eu lá, doentinha, sabe? Comecei até a melhorar, me sentia uma farsa no meio das pessoas que aguardavam atendimento. Esperei, fui bem atendida, apesar da demora e fui encaminhada pro ambulatório. Mais pessoas muito doentes e muita demora. Aproveitei para assistir um dos jogos da Copa (como eu amo a Copa!) e esperar minha vez. Dei sorte, peguei uma médica muito legal e atenciosa, que diagnosticou o de sempre, pra variar. Apesar da demora, dei graças a Deus por estar saindo dali, do meio daquela bagunça, pessoas deitadas em macas no corredor, velhinhas em cadeiras de rodas, crianças berrando. Eu odeio hospitais, pena que com a evolução o número de doenças aumentou a certo ponto que dependemos cronicamente de médicos, hoje mesmo tive o desprazer de ir em um (péssimo por sinal, nunca precisem ir ao Cruz Azul, no Cambuci, é uó!). Quando preciso ir em um hospital me cuidar, procuro sair do jeito que entrei, rápido. Quando minha avó internou, há uns anos atrás, fiquei com péssimas lembranças, tanto que cheiro de hospital já me faz mal. Quando vou visitar alguém, tento não me demorar pra chegar no quarto da pessoa e se a visita fica longa, fujo para o berçário para namorar os bebês. Uma vez fui visitar uma amiga que quebrou o maxilar no Hospital São Camilo. Ela mal falava por causa da cirurgia na boca, então não quis incomodar. No mesmo andar dela ficava o berçário, fiquei uns 20 minutos olhando para os bebês, fofos, gordinhos e tão inocentes... ficam se mexendo, olhando pra cima, nem imaginam a vida toda que tem pela frente. Ainda bem que existem os berçários para salvarem minhas passagens por hospitais =)

Sem música hoje, só ouvindo tiros e bombas do maldito video game...

domingo, 27 de junho de 2010

Thom Thom

Você vale a pena demais da conta! Te amo mto, mto, mto, mtoooo!


O caipira mais lindo!

Vuvuzelando

As vuvuzelas não são novidade aqui no Brasil. Se não me falha a memória, elas sempre existiram em tempos de copa e lembro que eu nunca soube assoprar aquilo, sempre assoprava e fazia aquele barulho sofrível de nada. Esse ano a mídia, pra variar, está fazendo o maior alarde sobre as vuvuzelas, como se fosse o fim do mundo. Enche o saco? Enche. Hoje acordei com trocentas vuvuzelas tocando pela rua, mas fazer o que, é a Copa, né? Esse ano Otto me ensinou a tocar a vuvuzela, me tornei mais uma pessoa que aprendeu a usar esse trambolho. Sexta assisti o jogo do Brasil sozinha com o Max e torci com a vuvuzela, pra não destoar, rs. O pessoal anda dizendo que odeia as vuvuzelas, que é um saco e tal, mas isso tem data pra terminar (eu acho), fim da Copa e pronto. Dizem por aí que os brasileiros vão adotar as vuvuzelas em jogos nacionais e tal, mas sei não, não boto fé. Assistir jogos da Copa da África do Sul é ouvir vuvuzelas o tempo todo, tem vez que eu até abaixo o volume, porque só dá pra ouvir as vuvuzelas ao fundo. Os sul africanos devem estar todos surdos nessa altura do campeonato. Max morre de medo da vuvuzela, coitado... aqui em casa temos duas, uma do Otto, uma do Thomas, então já viu a barulheira que é. Mas nem ligo, eu amo Copa do Mundo desde sempre, assisto vários jogos e a vuvuzela foi o símbolo dessa copa, nem ligo pra barulheira (infernal) que elas fazem.

Ouvindo: David Guetta feat. Kid Cudi - Memories

Borboletas

A borboleta é meu animal preferido. Tudo bem que adoro tudo que é bicho, mas as borboletas tem um significado muito legal pra mim, acho elas livres, elegantes, bonitas. As cores são lindas, as asas desenhadas, a delicadeza, tudo me encanta. Sempre que vejo uma borboleta eu paro pra ver a coreografia que elas fazem, dançando no ar, pode ser uma, duas, várias. Já consegui pegar duas borboletas na mão, tive a oportunidade de ficar admirando o desenho das asas, as cores vivas, é uma obra de arte. Um dia eu estava voltando do serviço e em plena Radial estava passando uma borboleta amarela, linda, dançando no meio trânsito. Parei e fiquei vendo ela seguir o caminho dela, costurando entre pessoas e carros, destoando do ambiente, mas dando um toque diferente no meio dessa cidade cinza e poluída que a gente vive. A liberdade das borboletas é invejável, vivem voando, circulando por aí, independentes. Minha primeira tatuagem foi de borboletas exatamente por isso, pela liberdade, estava numa idade em que muitas coisas estavam acontecendo, acabando a faculdade, pensando em sair de casa, acho que teve tudo a ver. Hoje minha vida está mais estabilizada, encontrei um amor de verdade, casei, mas ainda assim quero fazer outra borboleta, dessa vez pela elegância e beleza que ela transmite.

Ouvindo: Stromae - Alors On Danse

Ausência

Ultimamente ando meio ausente por aqui. Além de muito trabalho, estou na reta final do semestre na faculdade, muitos trabalhos, provas, atividades. Estou cansada, querendo mais do que nunca as minhas férias... mas a vida é feita de esforços, não é mesmo? Assim que o semestre acabar vou tentar atualizar o blog com mais frequência, se não aparecer nada mais doido para me ocupar. Vou aproveitar a domingueira para escrever, e lá vamos nós!

Ouvindo: Inna - Hot

sábado, 19 de junho de 2010

Frase do dia

Como diz o ditado, intimidade só faz duas coisas: falta de respeito e filho!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Pular corda

Isso era uma coisa que eu pensei que nunca mais ia fazer na vida. Quando eu era pequena, a corda, junto com o elástico, eram a moda da escola e do condomínio. Lá no serviço as aulas de educação física chegaram nos esportes aeróbicos misturados às brincadeiras e nisso está incluso a corda e brincadeiras clássicas como queimada. Semana passada, Selminha teve a idéia de ajudar as meninas da quarta série batendo corda pra elas. Daí fui eu ajudar também e quando vimos estávamos as duas doidas lá ensinando as meninas a entrar na corda, pular foguinho, cantando músicas do nosso tempo. Desenterrei aquela do "rei, capitão, soldado, ladrão", aquela do "homem bateu em minha porta" e aprendi uma tal de "suco gelado, cabelo arrepiado, qual é a letra do seu namorado". Estava eu tentando ensinar as meninas a entrar na corda, explicando, mas não tava rolando. Selma, que tem um parafuso a menos (mas que eu amo imensamente, né, mainha?), jogava as meninas, delicadamente, claaaro, na corda, pra elas aprenderem a entrar na marra. Ri de doer a barriga com o "vaaaaaaaaaiiiiiiii" dela, kkkkkk! Restou eu entrar ao vivo e a cores para ensinar as meninas. O melhor foi entrar de primeira e o joelho ceder, falta de prática e idade são coisas cruéis na vida de uma pessoa... mas logo na segunda já estava como antigamente, só não me atrevi a pular foguinho porque não era boa nem quando era palito e novinha, imagina agora? Sei que passamos a idéia de pular corda para o recreio e isso está fazendo o maior sucesso, até os meninos mais terríveis e mal educados estão pedindo para brincar, o recreio está um sossego irreconhecível! E eu me divirto com aquela molecada! Meu trabalho tem um defeito: paga MUITO mal, porque pra mim trabalhar com os pequenos é uma terapia, juro, nada melhor do que os abraços de urso deles... e deixa eu sofrer um pouco agora pensando que falta menos de 10 dias pra Selminha me deixar... =(

Guacinha fazendo: vendo Itália x Paraguai e gorando muito a Azurra!
Ouvindo: David Guetta - Memories (mulheres virginianas fazem 10 coisas ao mesmo tempo)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Coisa gostosa

Esse clip é a coisa mais fofa e gostosa que existe!

Weezer - Island In The Sun

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Trabalhando com crianças

Quando você trabalha em escola, você ganha o dia várias vezes por semana. Eu trabalho com crianças de até 11 anos, fase gostosa em que a maioria é muito carinhosa, cheia de manhas e doçura. Na escola em que trabalho eu faço sucesso, modéstia a parte, muitos dizem que queria que eu fosse a diretora da escola, até parece, imaginem? Eu sou rígida, dou bronca, de coração partido, mas dou. Em contrapartida eu brinco, dou risada, converso muito com eles de tudo, de coisas boas, de passeios, de problemas. Como Thomas fica comigo e Otto aos finais de semana, eu sempre estou antenada no mundinho infantil. Conheço os desenhos, assisto Discovery Kids e Cartoon, vou aos parques de diversão, assisto os filmes de criança do momento, conheço os brinquedos. Isso me aproxima ainda mais das crianças, porque assunto é o que não falta! Minhas colegas de trabalho ou não tem filhos, ou tem filhos grandes, por isso acabo tendo mais assunto com a molecada. Tudo bem que quando entrei na escola eu não sabia nem fazer um curativo direito, curar galo na cabeça, roxos, estancar um nariz sangrando. Hoje, com minhas queridas amigas mães e com anos de escola, sei tirar de letra muitas mazelas infantis, tô quase uma técnica em enfermagem! Com essa aproximação com a molecada, eles tem liberdade para falar comigo, abraçar, dar beijo. O mais legal é que eles são delicados e detalhistas, é impressionante como eles reparam em tudo, em coisas que nós, adultos, deixamos passar na correria do dia a dia. Se corto o cabelo, eles reparam, se uso uma roupa diferente, reparam também. Quase todo dia ouço um "tia, como você está linda hoje!" ou "tia, seu cabelo tá lindo" ou ainda "que cheirosa que você está, tia!". É muito gostoso, porque eles são muito sinceros e tem aquelas vozinhas meigas de criança, fora que esses elogios vem junto com um abraço forte ou um beijo no rosto. Penso em procurar outro emprego para ganhar mais e pretendo fazer isso um dia, mas de pensar em sair da vida desses pequenos e eles da minha, claro, me dói muito. A gente acaba se envolvendo, conhece as histórias deles, os problemas. Como é uma escola estadual, temos muitos alunos carentes, ora de dinheiro, ora de amor mesmo. Hoje, no recreio, uma aluninha fofa estava chorando. Perguntei para ela o que ela tinha e ela disse que estava triste porque o irmão, que estuda com ela, não queria brincar com ela. Agachei e dei um abraço nela, bem apertado e disse para ela não chorar mais. Ela me abraçou e ficou com a mãozinha no meu ombro, com a cara enterrada nos meus cabelos, na maior manha, mas chorando de soluçar. Expliquei que o irmão dela será irmão para sempre, que em casa eles podiam brincar, para ela deixar o irmão brincar com os amigos e para ela brincar com as amiguinhas dela e tudo ficou bem. No fim ela queria só atenção mesmo, mas era uma meiguisse misturada com manha tão fofinha... uma cotoquinha de 6 aninhos muito da lindinha. Se eu for contar tudo o que acontece na escola, precisarei de muitos posts, mas por hoje está bom, depois conto mais. =D


Duas pequeninas lá da escola, foto devidamente autorizada pelas mães =)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Esse amor só meu

Otto san, te amo muito, cada dia mais! Só para registrar =)

Frase do dia

"Prefiro ser um fracasso em algo que amo do que um sucesso em algo que odeio."

Não que eu esteja odiando alguma coisa, mas outras coisas precisam se encaixar...

Música gostosa que ouvi hoje: Skank - Balada do Amor Inabalável

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Saudades do Thomas

Hoje pensei o dia todinho no Thomas, inteiro mesmo. Trabalhei pensando nele, até foto dele levei para o serviço, saudade grande demais. Pode parecer exagero, afinal de contas ele não é meu filho, você pode pensar. Acontece que quando o amor aparece, já elvis. Estou ansiosa pelo fim de semana, com muita saudade, muitos planos na cabeça, vejamos se teremos dinheiro e tempo para fazer tudo. Por mim eu falaria com ele um tempão no telefone, pena que a mãe dele não deixa... nesse ponto, ai que saudade da Audy!



Te amoooo, amorzinho meu!

Cafuné bom

Hoje, Selma mainha ficou uns quinze minutos fazendo cafuné no meu cabelo. Cafuné gostoso, bem de mãe mesmo, sabe? Na hora lembrei de uma babá que eu tive quando era pequena, a dona Neusa, aquela gaúcha fazia uma cafuné no cabelo daqueles difíceis de se manter acordada... não sei o que vai ser de mim quando Selminha sair da escola, já estou morrendo de saudade...

sábado, 29 de maio de 2010

Rotina que cega

A rotina é um mal necessário. A gente precisa trabalhar, estudar, fazer coisas diariamente que tornam a vida repetitiva, mas sem isso a gente não consegue viver de forma organizada. Seria bom se a gente pudesse viver um dia maluco de cada vez, cheio de novidades, mas aí o mundo seria uma bagunça, ninguém teria um emprego fixo, casa, nada. O problema é que a gente acaba ficando meio cego com essa rotina toda e não repara em coisas simples e quando repara, dá um desânimo de pensar em como a gente corre e como o tempo passa rápido. Eu trabalho todo dia, faço faculdade, minha vida é bem corrida. Moro no mesmo bairro há muitos anos, quase minha vida toda, conheço tudo por aqui, as pessoas, os lugares. Hoje eu trabalhei, mas como é sábado, estava mais tranquila, sem correr tanto. Voltando do serviço, andando devagar, comecei a reparar em várias coisas que durante a semana não consigo reparar, e nem é porque não quero, é porque acabo fazendo tantas coisas ao mesmo tempo que não consigo. Vou para o trabalho pensando no que vou almoçar, volto para o almoço pensando na faculdade, volto para casa pensando no que vou fazer para jantar e assim vai, o cérebro nunca descansa. Hoje o dia estava lindo, ensolarado, o que ajudou a andar numa boa, olhado para todos os lados e pensando em nada. Se estivesse chovendo provavelmente eu estaria enfiada embaixo de um guarda-chuva e não repararia em nada, de novo. No caminho de volta para casa, reparei numa joaninha laranja voando, linda, indo em direção ao trânsito que estava se formando. Depois, vi uma menininha andando de tico-tico, de roupinha lilás e branca, cabelo preso de maria chiquinha, uma gracinha. Reparei em um prédio antigo e bonito, que sempre esteve lá e eu, com mais de 20 anos de bairro, nunca reparei. Me envergonhei muito de pensar em quantas coisas eu já perdi andando que nem louca pela rua, quantos detalhes, quantas coisas bonitas devem ter passado e eu nem percebi. O predinho era uma gracinha, com uma varandinha para a rua, cor de salmão, arquitetura antiga. Moro no Brás, um bairro central cheio de história, colônia italiana. Combinei comigo que em breve darei uma volta pelo bairro, com calma, para reparar nas coisas bonitas que restaram da história do bairro, que apesar de toda a história que tem, vive com muita pobreza, cortiços, sujeira, empresas espalhadas no meio das residências. Se você andar com um pouco mais de calma, vai encontrar uma daquelas nonas italianas sentadas nas portas dos sobradinhos antigos que tem até as datas em que foram construídos no alto da fachada. Na minha rua mesmo, entre prédios, cortiços, botecos, você encontra perdido vários predinhos antigos que, quando reformados, ficam uma gracinha. Prometi relaxar um pouco daqui para frente para reparar mais nos lugares que eu já conheço, para não me cegar mais ainda pela rotina e pela correria.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Criando cachorros

Cachorro é um animal muito doido, só tendo um para entender. Eles são muito espertos, entendem tudo o que a gente fala, reagem a nossa voz, broncas. São carinhosos, carentes, amorosos, dependentes de nós. Sentem (muito) ciúme, ficam bravos, fazem birra quando não são atendidos. Eu tive três experiências com cachorros na vida: a Princesa, a Lua e o Max. Sempre quis ter cachorro, mas minha mãe nunca foi muito fã, ela sabia que ia dar trabalho e ia acabar sobrando muita coisa para ela.
Quando a Princesa chegou eu era criança de tudo. Tenho ótimas lembranças dela, ela era uma super companheira. Já gostava de cachorros antes dela, mas depois confirmei que eu era mesmo apaixonada por eles. Depois de alguns anos veio a Lua, presente da familia da Dani. Como cachorros sentem tudo quase como a gente, ela escolheu minha mãe como "dona". Ela gosta de todos da casa, até do Gugu, mas minha mãe é a preferida dela, elas tem tudo a ver. Já o Max é meu vagabundo, largado, combina comigo porque é relax e birrento. Na verdade ele consegue ser muito mais birrento do que eu. Com a idade ele melhorou muito, mas vira e mexe ele apronta uma daquelas, tipo comer um saco de pão (que ele pega não sei como, vou ter que colocar uma câmera aqui em casa), comer uma barra de chocolate ou ovo de páscoa, fazer xixi na cama... cachorro apronta muito por natureza, o Max consegue ser pior que o normal. O veterinário disse que ele tem o gênio do Marley, será um eterno filhote, que gosta de correr, brincar, comer de tudo, lamber. Mês que vem meu Pumba vai fazer 6 anos e continua um filhote gordo, não muda.
Criar cachorro dá trabalho de verdade, mas é recompensador. Cachorros são amorosos e adoram demonstrar o amor que sentem e em troca querem o carinho dos donos. Eu já tive gatos e os amo tanto quanto cachorros, mas não tem jeito, é mais fácil criar um gato do que um cachorro. O gato é independente e orgulhoso, gosta de um carinho, claro, mas se vira bem sozinho, gosta de ter os momentos na dele. Cachorros são grudentos. O Max consegue se superar, onde eu vou ele vai atrás. Se vou tomar banho, ele senta no chão do banheiro e me espera. Se vou lavar a louça, ele deita na porta da cozinha e fica lá, esperando. Quando saio para o trabalho, ele vai na janela e chora. Quando volto, os vizinhos (que também tem cachorros e entendem) dizem que ele chora a tarde. Quando Otto está para chegar do serviço, Max se coloca na janela e começa a chorar, pular. Dá 5 minutos e Otto está abrindo a porta, é fato. Cachorros são tão carismáticos que até Otto, que não era o super fã de cachorros, se apegou muito ao Max. Maxito o cativou com seu jeito molecão e carinhoso, tanto que Otto o chama de filho. Uma vez fomos à uma loja e Otto fez amizade com uma senhorinha, que perguntou se ele tinha filhos. Ele disse que sim, dois, Thomas e Max, na lata.
Apesar de todo esse amor (Max está aqui do meu lado, em pé, enquanto eu digito) que o cachorro te dá e que você recompensa, tem os momentos de "vou te matar". Max já comeu pote de manteiga, fez xixi na estante, quebrou copo, entre outras muitas artes. Ele pula nas visitas e lambe sem parar. Visita que não gosta de cachorro é até bem vinda em casa, mas não tranco meu cachorro por causa de ninguém, já logo aviso, tenho cachorro, ele é super manso, mas pula e lambe, você se importa? Uma vez, uma amiga de faculdade veio em casa e ela tem pavor de cachorro, e eu não sabia. Para almoçarmos, tranquei Max no meu quarto. Ele simplesmente comeu o batente da porta, na tentativa de abri-la. Max também tem medo de fogos de artifício, por isso evito deixá-lo sozinho por muito tempo. No último ano novo cheguei em casa e ele tinha ralado a porta do quarto do Thomas, medo dos fogos, conheço meu pelote.
Mesmo com as trabalheiras, meu Max compensa demais, ele adora crianças, se dá super bem com o Thomas, esquenta eu e Otto nas noites frias, adora ir pra praia (apesar de passar mal na estrada, tadinho...). Minha cunhada Lia diz que sou doida de criar um cachorro sem ter filhos (porque todos os filhos pedem um cachorro um dia, mesmo sem querer). Explico para ela que cachorros são cativantes, quando o Loiro torrar o saco dela querendo um cachorro e ela tiver que ceder (e não vai se arrepender), tenho certeza que ela será a pessoa que mais vai gostar do cachorrinho em casa.
Apesar disso, sempre tem um hijo de la pu que quer palpitar na minha vida e isso é froids. Certo dia, duas certas pessoas vieram me dizer que, o dia em que eu tiver filhos, terei que dar meu Max. Quando ouvi isso, fiquei muito ofendida, sei lá se é porque gosto muito de cachorro, se é porque amo o Max ou se porque eu não tenho filhos ainda. Sério, soou para mim como um crime, tipo, que absurdo me desfazer do Max! Ele virou membro da família, vai ao médico, toma vacinas, come direitinho (tirando os roubos de comida dele). Argumentei, discuti, tentei convencer as ditas de que cachorro é um ser muito leal, boa compania e que existe uma coisa chamada posse responsável, ou seja, nada de adotar e desfazer do cachorro como uma roupa velha que você passa para frente. Eu tentava convencer de que não teria que dar fim no cachorro, elas tentavam me convencer que eu teria que dar sim, sendo que nem grávida estou e nem cogito me desfazer do Max quando engravidar. Me diziam que o bebê ficaria com asma e rinite. Tenho rinite há anos e o Max não melhora nem piora o quadro. Depois de esquentar a cabeça, deixei o assunto para lá, pois lembrei de três coisas:
- Fato 1: as duas gracinhas não tem cachorro em casa;
- Fato 2: uma delas odeia cachorro;
- Fato 3: a outra se "desfez" do filho por um tempo, se desfazer de um cachorro para ela deve ser mole, mole.

Enfim, percebe-se que não dá para mexer muito comigo quando o assunto é o Max.
Vai fazer 6 anos que tenho meu Max e cada dia me surpreendo com algo que ele faz, aprende de novo e tenho certeza que vou continuar me surpreendendo. E claro, amando o Max cada vez mais. Espero de verdade que ele dure muitos anos, porque mesmo que ele viva muito, não será suficiente para mim...


Te amo, meu Vagabundo (sabem, o do desenho?)

E para matar a saudade: A Dama e o Vagabundo (como me lembra minha infância!)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Dirigir

Eu adoro, amo de paixão dirigir. Sempre sonhei em dirigir na minha vida, tanto que quando eu via alguém com mais de 18 anos e sem carta eu me questionava como alguém com idade legal para dirigir, não dirigia. Depois que eu fui entender que cada um tem um gosto, uns odeiam dirigir, outros tem medo, outros preguiça de aprender mesmo. Não sou pilota, mas posso garantir que nunca sofri um acidente (tirando a vez que a Cris bateu o carro e eu mordi minha língua, mas ela que bateu) e nunca levei multa (por sorte). Quando eu tinha 14 anos eu já sonhava em dirigir, viajava nas idéias com minhas amigas com a possibilidade de fazer 18 anos um dia (como era looonge isso na época), aprender a dirigir, pegar um carro e ir pra praia surfar. Na época eu não dirigia, muito menos surfava, mas o sonho era grande. Com 17 comecei a me aventurar ao volante, dar voltinhas braçudas no quarteirão, levar os amigos bebuns para casa. Com 18 uma das primeiras coisas que fiz foi correr pra auto escola para me matricular. Como na época eu estudava e trabalhava, demorei mais do que gostaria para tirar minha habilitação, mas com 18 mesmo saiu a tão sonhada carta, o que me gerou certa frustração. Fiz a prova prática, fiquei muito nervosa, liguei o pára-brisa na saida do carro, o avaliador do Detran deu risada. Passei, aliviada e depois de uns dias busquei minha carta. Evitei muito dirigir no primeiro ano para não ter minha carta cassada por algum motivo besta, mesmo porque eu era um braço total ao volante. Depois, achando que ia abafar dirigindo, caí do cavalo: meu pai me proibiu de dirigir, tinha medo que eu batesse o carro. Quando fiquei sem trabalhar e não tinha ninguém pra levar o Gugu na escola, futebol e cia, restou confiarem a Kadetteira a mim. Foi aí que a nossa história de amor começou, meu primeiro carro, o Kadett, nunca vou esquecer dele... comecei a levar o Gugu pra cima e pra baixo de carro e meus pais foram pegando confiança em mim. Comecei a ir trabalhar com o Kadett depois, sair a noite, mesmo que raramente, passear. Peguei o jeito do carro, mesmo com aquela direção duuura que dói, foi meu primeiro amor motorizado. No começo do meu namoro com Otto san, a Kadetteira teve um papel muito importante, com ele saímos em nosso primeiro encontro, fomos ao cinema de última hora, o deixei na casa da mãe dele. Vira e mexe íamos para barzinhos na Madelena e em Moema, sempre em compania do Kadett, às vezes com a Elba, quando ele que me buscava. Nosso namoro teve uma boa ajudinha com a Kadetteira, porque eu podia ir quase todos os dias na casa da mãe dele, nem que fosse para dar um beijinho que fosse. O amor foi tanto que logo fomos morar juntos e meu "castigo" veio junto, meu pai me tirou o carro... foi muito ruim, mas a gente tem que fazer escolhas, né? A parte muito ruim é que meu pai vendeu a Kadetteira pro meu primo e ele bateu e deu perda total no carro, quando recebi a notícias quase chorei... nem gosto de lembrar. Hoje em dia amo dirigir, mesmo que a frequêcia tenha diminuído por vários fatores. Depois que casei, dirigi menos, Otto sempre domina o volante. Quando a preguiça bate, eu dirijo. Não sei, apesar de odiar o trânsito, acho que poderia trabalhar tranquilamente com algo que envolvesse dirigir, só precisaria aperfeiçoar a arte de estacionar, meu ponto fraco. Minha paixão por dirigir não para por aí, um dia ainda tiro todas as modalidades de habilitação, vocês vão ver!

Song: Rihanna - Shut Up And Drive

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Frase do dia

Vi uma frase hoje que eu preciso aprender a usar: você não pode planejar o futuro pensando no passado. Resta colocar mais em prática.

Song: Madeleine Peyroux - Dance Me To The End Of Love

Maquiagem

Maquiagem é uma coisa complicada para mim. Eu não sou muito chegada em me maquiar e muitas vezes penso que estou perdendo tempo, porque quando eu for mais velha, as maquiagens não terão o mesmo efeito que tem hoje em dia. Não sou nada de me maquiar pelo simples fato que tenho preguiça de passar a maquiagem e pior, de tirar depois. Aí penso nas rugas que vão me dar e desanimo mais ainda. Mas uma coisa é fato: quando resolvo me maquiar, fico lindinha que só! Há uns meses fui num casamento de um primo do Otto e a Lia me maquiou. Ela é super jeitosa para essas coisas e aproveitou para valorizar meus pontos fortes, como meus cílios a la Carmem Miranda. Como não sou muito fã de reboque, não passei nem base, mas não é que ela fez a coisa funcionar e eu fiquei super natural, mas mais bonita? Andei pensando e pesquisando sobre maquiagens. Dizem que o ideal é passar corretivo nas imperfeições e olheiras, depois passar base e, pra finalizar, pó compacto. Tipo, é quase uma obra, imagino minha cara rebocada com massa corrida depois de todas essas camadas que me dão calafios só de imaginar. Minha mãe fica doida comigo porque somos opostas: ela é toda vaidosa, se veste muito bem, sempre está impecável, maquiada, cheirosa, cabelos lindos e sempre diferentes, ora escuros, ora com luzes. Já eu sou mais ou menos assim: lavo o cabelo e saio com ele molhado, se acordo e não lavo o cabelo, nem perco tempo penteando (minha mãe diz que se eu tivesse cabelo duro estaria perdida), não passo maquiagem, não ligo muito pra roupas. Só adoro um perfume, acho que herdei isso do meu pai, raramente saio de casa sem uma borrifada de leve no pescoço. Mesmo assim, mami me diz que acha bobeira eu tingir o cabelo (coisa que nem cogito) porque ainda não tenho cabelos brancos (eu disse ainda, porque sinto que logo terei alguns para chamar de meus) e que maquiagem é uma coisa que não devo abusar para não dar rugas. Mesmo assim, comecei de verdade meu kit de maquiagem. Comprei um corretivo, depois uma base. Adorei, mas admito que ainda não usei, não encontrei ocasião. Como em breve terei o casório da Lili para ir, acho que vou estrear por lá meu kit reboque, pena que ainda não comprei o tal pó, bichinho caro! Por enquando estou treinando em casa e choquei: o negócio funciona mesmo! Que diferença que dá, some tudo de ruim que tem no rosto, cicatriz, manchinhas, olheiras. Por esse lado eu amei, o duro, como eu disse, é tirar isso tudo depois. Eu normalmente só passo lápis, blush, rímel e bem de vez em quando, sombra e já tenho um trabalho from hell pra tirar depois. Apesar de tudo, acredito que logo estarei bem adaptada às minhas massinhas corridas, porque eu destestava de morte blush e hoje em dia tenho logo dois. Não uso todo dia, mas em qualquer situação que quero dar um up, passo blush, dá uma diferença, parece que tomei um solzinho saudável, adoro! O negócio é continuar pesquisando pós compactos por aí ou me conformar logo que o trem é caro e comprar um. Casamento de Lili que me aguarde!

Song: Shakira feat. Alejandro Sanz - La Tortura

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Odeio o frio - parte 357

Só para constar, mais uma vez, eu odeio o frio. São Paulo é uma cidade com o clima de gente louca, que tem uma população que vive com doenças respiratórias (rinite, sinusite, bronquite, asma), nariz congestionado, olhos lacrimejantes. É poluição, chuva, frio, calor, granizo, tudo no mesmo dia. Eu, claro, estou meio doente, fanha, odeio estar assim. Para ajudar, é péssimo fazer qualquer coisa nesse frio, lavar louça, entrar ou sair do banho, escovar os dentes. A minha revolta toda envolve estar meio doente com uma coisa que aconteceu hoje de manhã que me deixou resmungando que nem o Muttley, o cachorro do Dick Vigarista. Acordei, sofrendo de frio, levantei, me troquei, pus meia, calça, blusa, cacharrel, jaqueta, cachecol (para daqui a pouco já ter que tirar tudo por causa do sol do meio dia, isso já me irrita). Fui escovar os dentes, outro ritual: arregaça a manga, puxa o cabelo da Rapunzel para trás, puxa o cachecol junto. O que acontece? Cai dentro da pia o cabelo, o cachecol e as mangas da jaqueta, claro! Me ensopo nesse frio, fico mais ranzinza que o normal pela manhã, saio bufando de casa sem pentear o cabelo. Ainda bem que passada meia hora, já no serviço, eu acordei definitivamente (sim, eu vou trabalhar sonâmbula todo dia) e agora estou dando risada de tudo isso que aconteceu. Espero que eu tenha um bom dia, assim como vocês!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Passeando com o Max

Ontem tive uma idéia de jerico típica de paulistano, que é chegado em coisas 24 horas (mercados, farmácias, academias e agora, pet shops). Talvez eu ainda ame coisas 24 horas por não ter filhos, apesar de ter me surpreendido ontem. Saindo da aula resolvi passar no Pet Center Marginal para ver se o meu Max podia tomar um banho. Confirmei que o salão de estética de lá é 24 horas e toca pegar o Max em casa pra ficar bonitão. Abaixei o banco do passageiro, que virou uma caminha e lá foi meu co-piloto deitadão e de língua de fora, me olhando dirigir. Chegamos, fila de espera enorme, fila de cadastro idem. Aproveitei a fila para pesar meu pequeno Pumba: 16,5kg! Dei o número de cadastro, a moça logo perguntou "é o Max ou a Lua?", falei do Méc e peguei nossa senha. Subindo para o andar do salão, fila ENORME de espera master. Meia noite, várias pessoas sentadas com pugs, boxers, gatos persas. Tinha uma mulher com um carrinho com quatro lhasas. Tinha homem, idoso, jovem, mulher com filhos, tinha de tudo. Aproveitei para passear com meu bolinha e experimentar produtos novos. Experimentei todas as escovas de cachorro que tinham, mas confirmei que o Max não precisa se pentear, o pelo dele não para quieto mesmo. Experimentei roupas, bonés, brinquedos. Tentei comprar uma coxa de frango, mas não adiantou, ele nem ligou pra coxinha que fazia barulho quando apertava, me olhava com aquela cara de aff. Comprei um shampoo pra ele, esperando criar coragem de dar banho no pequeno rino dentro de um box de 1x1m. Shampoo com óleos, anti-pulgas e queratina, muito chique, bem. Andamos mais, pena que os filhotes de cachorro e os animais exóticos já estavam guardados, era muito tarde e eles precisavam dormir. Me segurei para não comprar mil molhinhos, latinhas e cia, porque Max tem problema de estômago e não pode ficar comendo essas coisas. Uma vez quase matei meu gordo, dando latinha Pedigree todo dia pra ele. Além de gastar uma nota com veterinário, ele teve que tomar remédios por vários dias, tadinho do meu Max... mas mesmo assim compramos um sacão de biscoitos Dog Chow e ganhamos um pote para biscoitos lindo! Compramos ossinho palito, biscoito marrobone e uma frescurite nova que não resisti: biscoito de frutas e aveia, que tem cheiro de barrinha de cereal. Max, vira-lata chique que é, adorou, claro. Come um por noite, antes de dormir, depois de passear. O Max é o reizinho da casa. Dizem que isso vai acabar o dia que eu tiver um filho. Como ter um filho está beeeem longe nos meus planos, principalmente depois de ter voltado a estudar, a gente vai mimando o moda foquinha. Duro é ter tanto amor nessas noites de frio, como ele se mexe e anda pela casa, incomodado... até cancelei a tosa dele pra ele não passar tanto frio. E o banho no Pet Center? Ficou pra depois, a fila de espera, depois de uma hora esperando, era de duas horas. Paulistano é figura mesmo...


O bebê multicolor da mamãe!

Sobre Virgem

Ummmmmmmm...
Faz de conta que você tem uma empresa e acha que o seu sócio está te roubando e você precisa ter certeza e para isto, você terá que mexer em todo o complexo livro caixa, numa busca pelos últimos três anos de lucros da empresa. Que chato, não?

Não para um virginiano.

Minúcias, detalhes, cálculos complicados, deixe tudo para ele.
O virginiano é muito organizado, e não só no sentido de casa impecável e limpa, mas sim na organização mental.

A capacidade de concentração destas pessoas é impressionante e se você resolver mentir para eles, espero que seja bom, porque eles vão somando detalhes, expressões de rosto e friamente vão dizer na sua cara:
Você mentiu! E vão explicar o porquê.

Dá ódio. Não se esquecem de nada, anotam tudo, conseguem ser pontuais e obedecer a rotina de uma maneira perfeita.
Espiem só a agenda de um virginiano típico:

07:15-o despertador toca e o virginiano reza, não se esquecendo de agradecer o aumento que ganhou e os 3 kgs que conseguiu perder.

07:20-O virgianiano vai para o banheiro e faz xixi, em seguida cocô, usa 7 vezes o papel higiênico (mesmo sabendo que tomará banho em seguida), e aperta duas vezes a descarga, pois tem pavor de resíduos.

07:25-o virginiano entra no chuveiro e molha bem os cabelos e depois de bem molhado, ele passa o xampu, esfregando bem e enquanto o xampu age, ele escova os dentes com a escova elétrica. Enxágua os cabelos e a boca, e repete as duas operações (cabelos e dentes) por mais um minutos e novamente enxágua.
Não passa condicionador porque só usa dia sim, dia não. E hoje é o dia do não.

Em seguida esfrega com a esponja vegetal as partes mais ásperas do corpo(cotovelos, calcanhares, joelhos) e depois com o sabonete antibacteriano ele lava axilas, solas dos pés, e partes pudentas.
Depois lava o restante do corpo com o sabonete liquido hidratante e enxágua tudo com a água fria porque tonifica os músculos.
Sem medo de ser feliz, lava o rosto com o sabonete para peles mistas.
Depois...
E por aí vai...

Sexualmente eles usam o lado b, então fazem o sexo com muito beijo molhado, saliva, palavrões, tapas, ou seja o chamado 'sexo sujo', porque é ali que eles se soltam.
Não se esqueçam que todo mundo tem um lado b, mas o do virginiano é quase c.

As mulheres são excelentes esposas e namoradas mas são exigentes demais, detalhistas, do tipo que se o coitado deixar a toalha molhada em cima da cama ela surta.

São excelente executivas, secretárias, médicas e cobradoras de ônibus.
E quando discutem a relação é péssimo, porque fazem um apanhado dos últimos 5 anos, sem perder nenhum episódio de briga e ofensas, repetindo até frases e insultos.

Mas o virginiamo em geral é bem asseado.
Se você estiver na cama com algum deles e tiver com mau hálito, chulé ou um cheiro forte debaixo do braço... ele fala na sua cara e te manda para o banho.

E Se você quer um sexo filme pornô, pegue alguém deste signo. O que é excitante, pois eles tem uma aparência distinta e tímida, mas... ui!
Claro, mas com muita higiene.
E tem todos os remédios do mundo. São hipocondríacos.
São capazes de tomar Imosec antes da feijoada.

Pessoas famosas de Virgem:
A Sandy não é deste signo, viu gente?
Cameron Diaz, Greta Garbo, Hugh Grant, Sean Connery, Amy Winehouse, Marina Lima, Toni Ramos, Claudia Schiffer, Agatha Christie.

Grifes internacionais que 'combinam com este signo':
Yves Saint Laurent, Givenchi, Armani(pelo bom gosto e qualidade), Balenciaga(pela arquitetura impecável da roupa), Burberry, Celine, e as obras de arte que são os sapatos do Jimmy Choo.

Nacionais: Huis Clos (a roupa dela é clássica e distinta), Izabela Capeto(pelos bordados e detalhes), Vivara, Daslu (tanto homem quanto mulher), Sergio K, Ricardo Almeida, Marie Toscano, os vestidos de noiva do Junior e ternos que só aquele alfaiate do seu pai sabe construir.


Se é verdade ou não, dá boa fama aos virginianos =P

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Você sabe o que é uma celesta?

Pois eu não sabia até hoje cedo. Eu peguei na biblioteca da escola um livro sobre a vida de Tchaikovsky e me surpreendi descobrindo que uma música que eu já cansei de ouvir em desenhos é feita com uma celesta. Agora que minha amiga Selma virou bibliotecária aqui na escola, descobrimos verdadeiras raridades, livros antigos, interessantes, muita coisa mesmo que estava escondida e empoeirando. O livrinho que eu li é infantil e rapidinho você termina. Como amo música, mas não tenho a menor aptidão para tocar algum instrumento, não sei se vou gravar muita coisa que li... mas lendo o livro, vi que o Tchaikovsky realmente ficou famoso quando compôs O Quebra-Nozes, na época em que contrabandeou uma celesta em Paris. Um homem se consagra por causa de um instrumento que eu nem sabia que existia, tive que correr pro Google pra descobrir, claro! Aí aproveitei e peguei no youtube uma demonstração de música com celesta, pra quem também não conhece.

Fada Açucurada - Tchaikovsky

=)

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Dica da semana

A dica dessa semana dura de hoje até o dia 21 de maio deste ano. Começaram hoje as inscrições para o vestibulinho das Etecs, escolas técnicas estaduais que oferecem gratuitamente cursos profissionalizantes. Os cursos tem duração média de 1 ano e meio e estão espalhados em escolas técnicas por todo o estado de São Paulo. A variedade de cursos é bem grande, entre eles temos os de Mecânica, Mecatrônica, Enfermagem, Eventos, Cozinha, Química, entre vários outros. Conheço várias pessoas que estudaram em Etecs e eu estudei em 3, indico todas, o ensino técnico de São Paulo está bem legal.

Para mais informações visite o site do Vestibulinho Etec

PS: apesar da galera do tio Serra estar no comando, votem MARINAAAAA! Não é porque estou elogiando o ensino estadual que significa que eu aprove o governo. Eu acho que o mínimo que pode ser feito pelos jovens é oferecer um ensino de qualidade, profissionalizante e GRATUITO. O ensino abre muitas portas e tira muitas pessoas da criminalidade, das más influências. Só o fato de estar com a noite ocupada já torna um jovem mais produtivo. Não sou nada fã dos tucanos =(... mas como eles governam SP há muitos anos, o mínimo que eles podem fazer é prestar um serviço com mais qualidade para os jovens, já que a educação básica estadual está cada dia mais falida. Digo por experiência, por trabalhar em uma escola estadual e ver como a educação, assim como a segurança pública e saúde estão sucateados...

O poder do fim de semana

Só de pensar que o fim de semana está cada minuto mais próximo meu humor já muda. Estou num bom humor que nem eu acredito. E pra completar amanhã não terei aula por conta do feriado, estou mais feliz ainda! Agora eu entendi o sentido verdadeiro de feriado cair no fim de semana, para livrar os pobres coitados que tem aula aos sábados! Mesmo eu TENDO que ir pra faculdade hoje para fechar minha sexta-feira com aula de sociologia até quase 11 da noite eu estou tão animada, tão feliz! Estou com planos mil, pensando até em pegar um barzinho, sair pra dançar, chamar os amigos para uma visita aqui em casa, sei lá. Se fizer calor, tô pensando em pegar meu Otto san e o pessoal do prédio e andar de carro por aí, comprar umas brejas e ficar numa praça bem gostosa jogando conversa fora e falando da vida... mais um fim de semana se aproxima cheio de oportunidades, basta a gente aproveitar pra ele ser produtivo. A última coisa que estou pensando em fazer é dormir, mas de resto, é um leque de opções. Espero poder contar no domingão a noite, depois que passar a temida música do Fantástico, que eu tive um fim de semana muito gostoso e que eu consegui tirar esses dois dias para mimar e curtir meu maridão que eu amo tanto!

Eu e meu gosto musical suspeito elegemos Rihanna - Rude Boy como a música de hoje!

Medrosa, eu?

Sim, e muito! Eu sou muito, muito medrosa. E pior que eu tenho medo de coisas muito loucas e que tem gente que não entende o por quê. Eu tenho medo de porta-giratória, de cair no vão do metrô, de barata, de avião, de sapo... mas acho que o pior medo mesmo é de dentista! Nem de vacina eu tenho tanto medo quanto de dentista... pra mim tudo no dentista é horripilante: a luz, a broca, a anestesia, a mangueirinha e até a frase "agora pode cuspir". Eu sempre choro (sim, choro) pra tomar anestesia. Depois que eu tomo a anestesia paraguaia, que nunca pega em mim por causa do nervoso, o dentista me comunica que eu tenho uma cárie, pra variar. Aí lá vai ele com a broca, barulhenta e assustadora, cavar meu dente. Eis que ele percebe que a cárie é pior do que ele imagina, oh, céus! Terá que dar outra anestesia! Que não pega, claro. Aí ele fura meu dente até deixar só a casquinha e enche de resina, para obturar. Só de pensar nesse ritual todo eu sofro. Por isso tudo faz teeeempo que não vou ao dentista, mas por causa de uma dor de dente terei que enfrentar a fera muito em breve. Adiei o quanto deu, mas agora não dá mais e estou sofrendo muito só de pensar na visita... será que vai doer muito, muito? Ai, Deus...

Adoro: Tom Novy - Your Body

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Manias e desenhos

Eu sou uma zero à esquerda para desenho, sempre fui. Nem boneco palito meu sai bonito, sempre tem algum defeito. O tanto que gosto de ler e escrever nunca se refletiu nas artes. Nunca fui muito boa em pintura, dobradura, artesanato, apesar de a vontade de fazer penduricalhos e enfeites sempre ter sido grande. Dizem que quem escreve bem, ortograficamente dizendo, usa um lado do cérebro que é incompatível com uma área relacionada à criatividade. Quem tem memória boa e decora as coisas não tem tino pra arte, resumindo. Eu sou bem daquelas que decora tudo: briga com o namorado, aquela de 1927 que ninguém lembra mais; uma aula de biologia que fala sobre as partes da célula (duvido que você lembrava que as mitocôndrias são responsáveis pela respiração celular) ou talvez a data do descobrimento da América. Eu adoro armazenar informações (in)úteis na minha cabecinha de vento, por isso não sobra espaço para ser criativa (ou relaxamento suficiente para a imaginação fluir). Tenho quase certeza que essa falta de aptidão para artes veio do meu pai. Mamis é mais prática, apesar de gostar muito de ler como eu, desenha bonitinho. Lembro que ela me ajudava muito com trabalhos da escola, inclusive um sobre dinossauros veio com um recado da professora escrito assim "Parabéns, mamãe!". Olha aí a memória inútil de novo...

Já meu pai gosta de tudo nos mínimos detalhes. Quando ele vai contar uma história você tem que sentar, porque nunca será curta. Por exemplo, a frase "João foi na padaria comprar cigarro." vai ser contada assim pelo meu pai: "Sabe o João? Aquele que foi no churrasco do Dó com a família, alto, sabe? Então, ele foi na padaria, mas no meio do caminho estava tendo uma blitz policial, nossa, a rua tava uma confusão. Ele foi andando e...". Mais ou menos isso, a parte em que ele compra o cigarro demoooora pra chegar e eu tento me controlar, porque sou igualzinha. Decoramos tudo, adoramos assistir aqueles programas interessantes, mas que no fim das contas não acrescentam nada demais em nossas vidas (tipo alguns no NatGeo), adoramos ganhar presentes nerds. Ano passado, no dia dos pais, demos pra ele uma coleção com quase trinta livros de geografia e ele amou. E eu já peguei vários emprestados com ele, eu acho que adoraria ganhar um treco desses. O dia em que confirmei minha suspeita que eu e meu pai somos esquisitos foi ano passado, quando fui levar meus pais ao aeroporto. Enquanto esperávamos o voo deles, ficamos conversando sobre várias coisas e minha mãe começou a falar do meu irmão, como ele estava dando trabalho na escola, mas que a escola não facilitava, que ele estava tendo dificuldades em biologia. E ela disse, num tom sarcástico, a seguinte coisa: "e eu vou lá saber qual é a parte da célula responsável pelo armazenamento?". Na hora veio a resposta na minha cabeça e eu e meu pai respondemos em coro, "o complexo de Golgi, ué", como se fosse a coisa mais normal do mundo saber isso depois de trocentos anos fora da escola. Minha arregalou os olhos e disse, surpresa, nossa, vocês são loucos, quem sabe uma coisa dessas...

Apesar dessa nerdisse toda que estou constatando agora e da minha falta de habilidade para o desenho, meus pais me deram uma combinação almost perfect: amo ler, escrever, decorar, estudar, mas odeio números e não consigo desenhar, mesmo querendo. Já meu brother foi feito em outro sintonia, um fool em português (mas não em inglês) e crânio em matemática, não estuda e vai bem sempre. E deve saber desenhar alguma coisa, agora que ele está fazendo um curso que tem que comprar várias réguas diferentes e pranchetas (nota-se minha falta de familiaridade com esse ramo das exatas...). Talvez nossos filhos tenham o equilíbrio perfeito e saibam de tudo um pouco.

Voltando para os desenhos... eu queria muito saber desenhar, mas não sei. Apesar disso, eu tenho uma mania antiga de desenhar em tudo o que tenho e cada época é um desenho diferente. Teve a época do cubo, do coração, da estrela. Atualmente estou na época da flor, tudo que me rodeia tem uma margarida desenhada. Meu caderno da faculdade está lotado de margaridas, as borrachas do serviço também. A carteira ganha várias florzinhas à lápis, que são apagadas depois, claro. Isso é um indicador que a aula está chata... Uma flor significa que estou no lugar e só. Muitas significa tédio. Agora, se eu não tenho mão pra desenhar, porque insisto em desenhos? E outra, quando encasqueto com um desenho, ele sai bem bonitinho. Minhas margaridas beiram à perfeição, delicadas, com pétalas iguais, sempre cinco, com cabinho e às vezes folhinha. Acho que quando eu dicidir sossegar um pouco vou me matricular num curso de artes, quem sabe só falta um pouco de treino?



Agora que acordei, essa música pode: Shakira - Gypsy

Tem radar?

Essa é uma das perguntas que eu mais faço quando ando de carro. Tenho simplesmente pavor de tomar multa, por isso os radares me apavoram tanto. Não sei se é a dor no bolso, se é o orgulho de nunca ter tomado uma multa ou medo de levar uma multa no carro de outra pessoa, porque nunca ando em carro meu mesmo. Quando estou dirigindo evito ao máximo passar em faróis vermelhos e controlo bem a velocidade. Além de cagona para andar rápido, os radares me assombram. Se passo a velocidade, logo olho pelo retrovisor procurando um radar (e rezando para que não tenha um). Quando estou com Otto então a coisa piora. Toda hora pergunto pra ele se tem radar. Esse fds fomos visitar uma tia e Otto passou no farol amarelo. Logo perguntei "tem radar?" e ele me respondeu que não. No outro fim de semana fui viajar e peguei a estrada. Como não estou acostumada, me concentrei em várias coisas como os outros carros, as saídas certas e nem me liguei tanto nos tais radares. Depois fui saber que o caminho era lotado de radares e na volta fui caçando e perguntando para a minha co-pilota "tem radar por aí?". Enfim, que post mais louco, sobre medo de radar. Essa cidade grande está me deixando paranóica, só pode ser... mas quem sabe um dia eu não escrevo sobre meu medo de porta-giratória e de cair no vão do metrô?

Para uma quarta sonolenta (estou dormindo sentada hoje): Shakira - She Wolf

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Esse meu pequeno amor



Mais um fim de semana feliz! Te amo!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Dica da semana

Pra você que tem cachorro e paciência, neste próximo domingo, dia 25 de abril, vai acontecer a Cãominhada Paulistana. É um evento que visa reunir donos e cachorros para um passeio pela região da USP, com pontos de hidratação para os dogs e distribuição de água para os donos. O evento vai rolar das 9 às 13 horas e vai ter uma infraestrutura bem legal, contando com médicos e veterinários, participação de ONG's, concursos, vai ser muito legal! Eu adoraria ir, porque tenho o Max e a tal paciência, mas o Max é tão briguento com outros cachorros... ele adora gente, principalmente crianças, mas lidar com outros caninos machos para ele é uma tortura, Otto acha melhor eu não ir, mas estou pensando no caso ainda. Mas fica a dica! Ah, não esqueçam de levar a coleira do seu amigo, senão não entra na Cãominhada!

Cãominhada Paulistana
Quando: dia 25 de abril, a partir das 9 horas
Onde: Avenida Escola Politécnica, em frente ao portão 2 da USP
Preço: grátis!