domingo, 21 de fevereiro de 2010

Gosto musical duvidoso

Eu tenho e sei disso, admito. Posso dizer que sou bem eclética quanto ao meu gosto musical, gosto de tudo um pouco, com preferência por música eletrônica. Gosto de rock, de forró, de pop, conheço de tudo um pouco, o que pra muitas pessoas isso não é nada bom. Eu adoro Lady Gaga, cara, a maior modinha do momento. Com um pouco de cerveja encaro até um pagodão. Nenhuma festa é chata pra mim, topo qualquer parada. Já fui no show do Pearl Jam, do Exaltasamba, do Prodigy, do Natiruts. Já fui na Clash Club, no Out's, no Armazém da Vila, no Santa Aldeia, no Pacha Ynti (bar de salsa) e no Alcatraz (bar de rock na 13 de Maio). Tenho fases, às vezes encano em um artista, ouço a mesma música mil vezes, decoro e enjoo. Já fui viciada em psy, já soube dançar axé, já gostei muito de drum'n'bass. Adoro música dos anos 80, às vezes até acho que nasci na época errada. Adoro Bee Gees, música disco, acho que eu teria curtido muito se fosse adolescente na década de 70, talvez tenha nascido na época errada. Também teria curtido se tivesse pegado a época do Elvis, talvez eu fosse uma daquelas fãs escandalosas que gritariam por causa do rebolado do cara, apesar de preferir sem sombra de dúvida as músicas dele. Sei que música me faz muito bem e funciono muito melhor quando tem música no ambiente. Pra limpar minha casa então, música é uma ótima pedida, detesto limpar casa, mas com música até encaro o desafio. Dirigir com música então, adoro! Até me distraio quando a música é boa. Sempre me dei bem nas festinhas e baladas, danço tudo, mesmo que for pra zuar. E como eu digo, na cia da amiga cerveja encaro qualquer ritmo. E agora, enquanto escrevo, claro, estou escutando música, mais uma do meu gosto musical duvidoso... animada, para acabar esse fim de semana... amanhã já tem trabalho, semana nova começando!

Música master gay: Edson Cordeiro - Ring My Bell

Como sempre convivi com gays desde os tempos da escola, conheço essa música há bastante tempo, conheci quando voltava pra casa com meu coordenador gay da faculdade, faz teeeempo!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Medo de avião

Bom, se eu for falar desse medo e dos vários micos que já paguei embarcando, ficaremos aqui até amanhã. Hoje estou vendo passagens para visitar minha família lá no Norte e já estou sofrendo, imaginando a decolagem, estar lá em cima vendo o chão pequenininho, sabendo que meus pés estão sobre milhares de metros de altura e logo imagino a merda do avião despencando e eu morrendo de medo na hora da queda, gritando feito uma louca desvairada, que nem quando estou numa montanha russa (cafona master, grito na hora da descida de qualquer montanha "meu Deeeeus, socoooorroooo, alguém me ajude, eu vou morreeeerrr!"). Tenho muito medo de altura, medo que eu não tinha quando era mais nova, acho que tinha menos medo de morrer e mais inocência. Quando eu tinha uns 4 anos, acordei de madrugada, com insônia, e decidi ficar na janela do apartamento que moro hoje, olhando pra rua. Pra ficar mais confortável, abri a janela e sentei no parapeito, com um pé pra dentro e outro pra fora de casa e lá fiquei, por um tempo infinito na minha memória de criança, sem medo algum. Quando me cansei de olhar pra rua, entrei em casa e fui dormir, como se nada tivesse acontecido. Demorei muito pra contar isso pra minha mãe, acho que eu era tão boazinha que ela jamais acharia que eu faria uma merda dessa. Acho que por isso que minha mãe logo mandou instalar telas de proteção pela casa toda quando o Gugu nasceu (além de protetores de tomada, de quina, trocou todas as portas de madeira por sanfonadas, sei lá se a sociedade pressiona os pais a serem super proterores hoje em dia ou se foi zelo por causa do caçula). Meu medo de altura piora cada vez mais, assim como o medo de altura que meu pai tem. Tem rede de proteção na casa dos meus pais, mesmo sem ter crianças por lá. Tem também telas no apê em Long Beach e na minha casa, a primeira coisa que troquei quando mudamos pra cá foram as telas, por causa do Max e do Thomas, dois trepadores de janela. Estou pensando em tomar um remédinho pra dormir se eu for mesmo pegar um avião esse ano, pra não dar show que nem ano passado. Será que existe tratamento pra medo de avião?

PS: acho que já postei algo sobre medo de avião, já tinha tags pré-marcados com as palavras medo e avião por aqui... que doida, preciso me tratar.

A lemas

Essa é só pra constar mesmo, porque nem uma foto sem vergonha eu tirei. No fim de semana do aniversário do Otto, levamos o Thomas na casa da Tia Nilva, pra ver o Gabriel, quase sempre fazemos isso. Enquanto levei os meninos ao cinema, pra Otto poder descansar, chegaram alguns primos por lá e resolveram fazer um churrasco. Aproveitando a reunião de última hora e a carninha rolando, resolvi comprar um boli pro Otto cantar parabéns com o Thomas. Intro feita, o que a lemas (lesma, pros íntimos) tem com isso? Estávamos no quintal, conversando e comendo carne, quando de repente vi que tinha uma lesma no braço da Patrícia, prima do Otto. Mas sério, a lesma era A lesma, devia ter uns 10 centímetros. Todo mundo conversando, ninguém se ligando na tal da lesma, e eu sacando a danada há um tempinho, matutando duas coisas, como ela subiu até o braço dela sem ela perceber e como contaria pra ela sobre a nova estampa da blusa dela. Ela estava sentada num banco, junto com a mãe e a sobrinha, perto do jardim. A bicha deve ter subido pelo banco, pelas costas, por fora, claro e estacionado no braço. Cara, o bicho era enorme, como ela não sentiu e nem ninguém viu a lesma antes? Como um tempinho atrás uma barata enorme pousou em mim, pensei muito em como falar do bicho pra ela, não queria que ela gritasse como eu gritei. Olhei pra ela e disse, na maior calma que encontrei "Pati, tem uma lesma no seu braço". Pronto, bastou isso pra ela começar a pular e gritar "tira, tiraaa isso de miiim" e todo mundo se desesperar e quase jogar a pobre lesma na churrasqueira. Depois, quando ela acalmou e tiramos a bicha dela, rimos muito da situação, além de todos ficarem me imitando por um tempão, sobre a minha calma em contar pra Pati onde a tal lesma estava.

Enfim, besta pra cacete e só estando lá pra entender, até hoje eu e Otto damos risada quando lembramos disso!

Ansiosa, muito ansiosa por sinal

Estou ansiosa, de verdade. Eu não estava nem um pouco ansiosa, até essa semana "começar". Começar tipo ontem, quinta, quando as aulas começaram lá na escola. Segunda-feira começa meu mais novo desafio, outra faculdade. Estou cá pensando em mil coisas, se vou aguentar o ritmo de trabalhar e estudar de novo, se vou gostar do curso, da instituição, das pessoas que vão estudar comigo, de tudo. Esse negócio das pessoas é um saco. Normalmente me dou muito bem com as pessoas em cursos, faculdades e cia, mas minha experiência na GV não foi das melhores nesse quesito. Tem gente que está acostumada a estudar e fazer uma amizade. E tá bom. Eu estou acostumada a fazer panela com direito a tampa e tudo, e geralmente essas amizades de cursos duram pela eternidade (pelo menos a eternidade dos meus 24 anos). Pra exemplificar: no Carlos de Campos fiz vários amigos que falo e vejo até hoje, não com a mesma frequência, mas aniversários, casamentos, nascimentos de filhos e cia estamos lá, firmes e fortes. Da faculdade nem se fala, a panela praticamente não se dissolveu, vejo e falo com as meninas bastante, menos do que gostaria, mas o suficiente pra correria do dia a dia. Agora na GV... só por Deus, povinho metido e nojento, aff... claro que existiam as excessões. Claro que não sei como era o povo do médio e dos outros técnicos da GV, não dá pra generalizar. Mas, especificamente, no técnico em nutrição que eu fiz as pessoas se achavam as mais lindas e perfeitas, muito arrogantes e prepotentes, eca! Muita mulher e gay reunido dá nisso, discórdia, já disse isso, combinação bombástica para fofocas, comentários maldosos e desunião. Mas fiz minhas poucas, mas boas amizades por lá. Aí fico esperando pra ver o que me espera agora. Pelo dia em que fui fazer a matrícula, tinha bastante playboy, já fiquei com uma impressão mais ou menos, espero estar enganada. Tirando as amizades, fico pensando no conteúdo, se vou gostar, se vou me entreter. Detesto começar uma coisa e não terminar, principalmente quanto tem a ver com estudar. Detestaria começar o curso, não gostar e abandonar. Detestaria mais ainda começar o curso, detestar e terminar, só pra não abandonar. Louco, não? Estou com medo do trote, além do mais, detesto trote. Não participava de nenhum na São Marcos, nem quando entrei, nem quando os novatos entravam, a anormal aqui detesta trotes. Pior é que na primeira semana terei que aparecer pela faku nem que seja um dia, porque senão perco a vaga. A parte legal é que não estarei sozinha nessa empreitada, meu mano vai estudar no mesmo lugar que eu, só que fará um curso técnico. O bom é que a gente se dá muito bem (apesar de eu estar quaaaase matando ele e o Otto, que não param de gritar que nem retardados imitando os jogadores de Curling) e vai ser bom ter a compania dele, fora que vai ser legal ficar na cola dele e ter vários podres para chantageá-lo, hauhahahua! Só me resta desejar sorte pra essa nova empreitada e que tudo dê certo!

Decidi

Quero uma nova tatuagem! Sei o que quero, onde quero, só me falta duas coisas: dinheiro (o mal da humanidade) e "permissão" de la madre. Sei que ela me mataria se eu fizesse outra tatuagem, ela quase me matou quando apareci com a minha nova, escondida de tudo e ainda por cima feita pra ela e pro meu pai. Quando mostrei a nova tattoo (quer dizer, quando ela viu sem querer, por um descuido meu) ela gritava sem parar "sua idioooota, você é louuuucaaa!" e eu dizia "mas, mãe, eu fiz pra você e pro pai, não ficou linda?", e ela, meio que aos risos e berros "ficou linda, mas você é idioooota?".

Mães serão sempre mães, e eu amo muito a minha! E ela que me perdoe, mas acho que vou fazer outra tattoo...

Mais viciada em Grey's

Cada dia que passa estou mais viciada em Grey's. ADORO esse seriado, estou na quarta temporada, completamente viciada. Ainda bem que me viciei a tempo da série acabar, assim não fico passando nervoso. Imagino o desespero de um bom viciado, como eu, ter que ficar praticamente um ano esperando os roteiristas gringos pararem com a tal greve que eles inventaram para poder assistir o seriado... eu ficaria louca, eu acho. E ainda ter que se satisfazer com uma temporada curtíssima, com direito a poucos DVD's... me dá coceira só de pensar. Retomei com Otto a terceira temporada e assistimos feito loucos. Ontem acabamos o box e não resisti, comecei a quarta temporada. Era pra ter assistido só um episódio, mas sabe como é, um puxa o outro e assistimos dois. O resultado foi eu ter ido dormir muito tarde, depois de uma maratona "soft" de 6 horinhas. Pra acordar foi um parto, mas nada melhor que um dia agitado no trabalho e voltar pra casa para terminar o primeiro DVD. Paramos agora, pra dar tempo de arrumarmos a quinta temporada. Ai, como Grey's é bom... medicina, affairs pra todos os gostos e lições, muito bom!

Você sabia

que o Dr. Shepherd, de Grey`s Anatomy é o mesmo cara que fez aquele filme Lover Boy?

Take a look:




Obs: como o tempo lhe fez bem...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

8 anos de Lua!

Hoje a Luri faz 8 anos! Caramba, como passou rápido... 8 anos, pra um cachorro, é bastante tempo se você analisar que um cachorro vive em média 13 anos. Não parece que foi ontem, mas também não parece que faz 8 anos que ela nasceu. Ela chegou aqui em casa com 2 meses, um bebê pequeno e fofo. Falar dela é fácil e tem um post só sobre ela por aqui: Minha paixão por animais - Lua.

Ela chegou miudinha, pequenina, a coisa mais linda. Conquistou todos da casa logo de cara, por isso eu digo que beleza conta e ajuda, ô se ajuda... e filhotes tem aquele poder, aquela coisa mágica que cativa qualquer pessoa. Filhotes em si são fofos e meigos. Minha mãe diz que até filhote de barata é bonitinho. A chegada da Lua em casa foi que nem chegada de um filho muito querido (pelo menos por mim). Eu escolhi o nome dela antes dela nascer, fiquei feliz pra caramba, pensava nela direto. Quando ela chegou em casa, escolhida a dedo pela Dani (muito bom gosto por sinal), eu não me aguentava de alegria. Ela era a primeira cachorrinha que eu tinha depois que tinha perdido a Princesa. Ela chegou e dobrou até minha mãe, que dizia que nunca mais teria um cachorro. Meu pai então, ficou todo bobo com aquela bolinha preta que só sabia dormir e suspirar... chegou pequena e cheia de personalidade, já brincava de morder sério, passeava já cheia de requebrado e claro, como toda lady que ela é, logo se apegou na minha mãe. Meu pai diz que a Lua é o fim do mundo, a legítima fêmea paulistana, fresca, cheia de vontades e temperamental. Inteligente que só, sabe tudo, entende tudo o que falamos. Odeia remédios de pulga e mais ainda ir ao veterinário, porque toda vez que vai lá significa tomar uma injeção... geniosa que só, adora um carinho na barriga e tomar a atenção do meu pai. Se eu sento do lado dele, ela logo se põe no meio, que disputar a atenção dele comigo. O que ela não sabe é que ela não precisa disso, meu pai tem um imenso carinho por ela. Depois que eu casei então, danou-se tudo... ela virou a filhinha deles de vez, tem roupas, ração da cara, biscoitinhos... mas vamos combinar, ela merece tanta adulação. Quando casei, levei ela embora comigo. Não durou uma semana, a bichinha nem comia de saudade dos meus pais... e minha mãe estava morrendo sem ela também. Desde então ela mora com eles, foi a melhor coisa que fiz para todos, ela é muito feliz lá e com certeza faz eles muito felizes também. Ela é nossa alegria, alegria essa que faz mais uma primavera hoje, parabéns, Lua!


Tinha como resistir a essa bolinha linda?

Pra finalizar, um vídeo pra pretinha mais linda da minha vida: Lua e o presente

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

E o Carnaval acabou...

Não que eu seja super ligada ao Carnaval, mas só de ter vários dias seguidos pra descansar... é tão bom! Eu gosto de escolas de samba, bastante mesmo. Tenho vontade de desfilar em alguma há anos, todo ano eu assisto pelo menos um desfile pela TV e penso "ano que vem eu juro que desfilo em uma" e nunca desfilo. Eu acho que não desfilo porque isso exige muito esforço, tem que frequentar a escola, aprender o samba enredo, comprar a fantasia, que sempre é cara... e tenho taaantas coisas na vida pra fazer que exigem esforço... aí me enrolo e nunca desfilo. Mas assistir na TV, por enquanto, é suficiente para mim. Há uns anos atrás assisti vários ensaios da Rosas de Ouro com as meninas aqui do prédio. Não preciso dizer que amei, né? Muito legal, aquele som, aquela energia, é bom demais, não tem como ficar parado! Otto odeia a Rosas de Ouro, mas eu gosto. Quer dizer, tenho simpatia por todas as escolas, até pela Gaviões (que modéstia a parte, teve o melhor desfile do Carnaval 2010, dou o braço a torcer, mesmo sendo são paulina). Mas tirando minha vontade contida de desfilar, o feriadão foi bom demais pra mim, vi família, pessoas amadas, amigos. Fui passear com meus pais, comprei doce de leite em Pinda. Vi Karla, Igor e Morango, estava com muita saudade deles. Fiquei com Otto e estou com overdose do meu irmão, falo até que tenho guarda compartilhada dele com meus pais, de tanto que ele fica aqui. Antes que pensem mal, eu simplesmente ADORO meu irmão aqui. Apesar de odiar esse vício idiota dele por malhar, adoro a compania desse moleque. Somos tão diferentes, mas nos completamos tanto... só pra exemplificar: ele é pisciano, eu virginiana. Já dá pra sentir o drama, mas falar mais dele fica pra outro post. Hoje foi quarta de cinzas, o marco de que o Carnaval realmente acabou. Se eu estivesse na Bahia, vá lá, mas em São Paulo é a missa fúnebre de Carnaval, não tem jeito. Pra mim, a prova fatal foi ter que trabalhar hoje, depois do meio dia... mas fazer o que, é a vida, o dia foi corrido, acho que um aquecimento pro começo das aulas. Amanhã será um grande dia, dia de reencontrar alunos queridos, alunos terríveis, mães possessas por não conseguir trocar o turno dos filhos, mães meigas e educadas, conhecer as novas figurinhas e novos professores, reencontrar professores nota mil e os nota 5,5... e semana que vem começa minha faku, que overdose! Mas o que seria de mim sem essa vida louca? Basta me conhecer um pouco para me descrever em uma única palavra: PILHADA! E eu adoro isso, seriously.

Música para uma quarta de cinzas pilhada: Madonna - Celebration (é, eu gosto de Madonna)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Como eu gosto do verão...

... faz calor, é muito bom!

Não adianta: as pessoas estão reclamando que o calor está demais, que está insuportável. Eu amo o calor, ele me anima, apesar da minha pressão cair um pouco. Mas o que importa é que fico mais feliz, mais disposta, corro pro chuveiro frio e tomo um belo de um banho, lavo o cabelo, não tenho pressa de sair correndo pra pegar toalha e ficar batendo os dentes, afinal, está muito quente e a brisa é agradável (e suportável). Passeio mais com o Max, vou mais pra rua, não quero ficar em casa vendo TV. Uso shorts, blusinhas que estavam escondidas no armário, chinelinhos. A pele parece ficar mais bonita, os cabelos mais atraentes. Claro que sempre tem alguém que se dana com o calor, tipo quem ama frio e meu cachorro Max, que não sabe se casa ou se bota um ovo, coitado, fica girando e deitando na lajota aqui de casa, em vão, tentando se refrescar... o calor me enche de planos legais. Nesse Carnaval, mesmo não tendo ido pra praia nem nada, já fiz várias coisas e ainda quero fazer mais. Já fui na casa da tia, vi amigos queridos, tomei cubinhas mil, tomei água de coco. São coisas simples, mas com esse calor tudo fica mais legal. Eu amo o calor, definitivamente!

Música que viciei, mais uma que eu disse que não ia gostar... me rendi, fazer o quê!
Edward Maya & Vika Jigulina - Stereo Love

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Pensamento do dia

Se o que não me mata, me fortalece, então virarei um gladiador!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Amor faz isso?

Pergunta: é possível sentir dor na perna depois que o marido opera a perna também? Estou até mancando! Isso que é amor... =P

Me deu saudade: Miss Kittin - Frank Sinatra

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Como se eu não tivesse nada pra fazer

O tempo está passando e ao invés de eu crescer, estou ficando mais infantil, só pode ser isso. Deve ser medo de ficar velha. Em 2009 eu fiz um piercing no nariz pela 4ª vez. Fiz também uma tatuagem, que me rendeu uma bela bronca da minha mãe e por sinal nem sei se meu pai já sabe da minha nova arte. Ainda tenho piercing no umbigo, que de acordo com a minha mãe estou até velha pra ter. Tenho meu piercing escondido, ainda gosto da Hello Kitty, meus cadenos da faculdade são do Pooh, tenho regatinhas do Mickey e do Tom, quando levei o Thomas no Mundo da Xuxa brinquei tanto quanto ele e estou louca para levá-lo ao Parque da Mônica, porque além de querer que ele conheça o parque antes que feche, estou com saudades de lá.

Depois que Otto comprou o video game dele, peguei uma certa antipatia por jogos. Eu sempre gostei de video game, desde os tempos do Super Mario e Alex Kid (lembram?). Tive Super Nintendo, zerei Mario World e Donkey Kong, tive um Play 1 com meu irmão, jogava o Play 2 do Gugu, era Crash, emuladores de Nintendo, Yu Gi Oh, Harvest Moon e especialmente Guitar Hero, que joguei muito já casada. Mas quando chegou o novo video game em casa, enciumei que nem irmão mais velho quando chega o irmãozinho novo em casa. Otto estava há meses planejando a compra desse trem e eu o apoiei, mesmo porque gosto de video game. Mas quando ele chegou, não gostei. Otto se juntou com meu irmão e se pos a jogar. Meu irmão comprou jogos, Otto também. Eu mesma dei de Natal um jogo pro Otto. Até o Thomas, meu fiel companheiro, se rendeu, adora Lego Indiana Jones. Eu não gostei de nenhum jogo, fiquei de fora e eu odeio ficar de fora. Não sei jogar futebol, até gosto, mas atrapalho as pontuações e eles não me deixam jogar por isso, não sei jogar jogo de tirinho, não sou boa no Silent Hill, no GTA só sei atropelar todo mundo e bater os carros. Fui pegando raiva do tal video game, bronca. Até que Otto sugeriu de comprarmos o Uno pela internet, que ele tinha encontrado bem baratinho e que ele achava que eu ia gostar, já que adoro Uno. Compramos. Como se eu não tivesse nada pra fazer, viciei nesse negócio e agora ninguém me tira mais do video game, estou ficando até de madrugada jogando, acordando com sono. Um dia desses fiquei horas seguidas jogando, até Otto e meu irmão ficaram torcendo pra mim, não sei se pra me agradar ou se Uno conseguiu ficar emocionante. Tem a opção de jogar online, então eu monto uma sala e jogo com o povo, ligo o microfone e fico lá, papeando in English. Estou viciada. Tenho que trabalhar, cuidar dos meus amores, mas acho uma brechinha pro meu Uno. Agora Otto tem que dividir o video game comigo, deve ter se arrependido de propor a compra do Uno... apesar dele ter gostado também.

Agora, enquanto escrevo, estou lembrando que tenho trocentas coisas pra fazer, ligar em vários lugares, levar um documento na Federal, tentar recuperar meu PC, comprar o presente do Quiquito, tanta coisa... então hoje o dia será agitado. Por isso, segue uma música que sempre me faz dançar muito!

David Guetta feat. Akon - Sexy Bitch

Um dia eu ainda mexo

Facebook, a mais ou menos nova moda. Eu tenho um, mas não mexo. Daí eu tava pensando que, em breve, eu acho que vou acabar me viciando nessa joça também. Eu fiz um twitter, abandonei e estou retomando os tais tweets, apesar que duvido que o ritmo vá continuar quando as aulas começarem. Dizem que o Facebook é melhor que o Orkut, que eu estou enjoando, por sinal. Dizem que o Facebook tem o Farmville, que está viciando todo mundo e eu não quero me viciar, mais um motivo pra não me interessar. Se o Farmville for como o Harvest Moon eu estou danada, por isso me recuso a me render. Eu e Otto fomos viciados em Harvest por meses, cuidando da colheita, regando, plantando, dando comida pras galinhas, pegando os ovos, procurando uma mulher pra casar, pescando, colhendo cogumelos para vender no inverno... enfim, nerd, muito nerd, mas muito legal também. Harvest Moon é legal e as pessoas me alopram quando falo que gosto e descrevo do que se trata o jogo (com a descrição que pus mais acima). Parece ríduculo você dizer que gosta de um jogo em que tem que cuidar de uma fazendinha, plantando, colhendo e tudo mais que já escrevi antes. Mas começa a jogar, começa, duvido que pare, a curiosadade é uma lástima. Eu sou adepta das modinhas virtuais: tenho fotolog, blog, orkut, msn, formspring me, twitter, facebook. Não mexo em metade. Apesar disso, sinto que minha próxima vítima será mesmo o Facebook e talvez a moda foca da fazendinha... danou-se!

Torcidas organizadas (ou seriam maloqueiros organizados?)

Domingo passado eu estava andando de carro com Otto, tínhamos acabado de devolver o Thomas pra mãe dele e estávamos indo devolver o Bi e a Lê quando passamos em frente ao metrô Penha, na Radial Leste. Nesse dia tinha acontecido a final da copinha entre o Santos e o São Paulo. Quando saímos de casa, o São Paulo estava perdendo, inclusive achamos que o Santos tinha ganhado o campeonato. A torcida jovem do Santos fica na Penha, então aquela molecada do inferno (maloqueiros organizados, na minha opinião) estava voltando do jogo, reunidos, sempre em bandos (de covardes). O ser humano é uma desgraça mesmo, quando se junta, um monte de bundão vira um bando de cabra hómi, que se firmam uns nos outros e tomam "coragem" de agir da forma que melhor convém. Eles se juntaram e tomaram duas pistas da Radial Leste sentido bairro, em frente ao metrô Penha. Tinha duas caminhonetes da CET bloqueando as duas faixas, sobrando só uma faixa pros carros, que se amontoavam tentando passar. Não tinha quem segurasse, aquele bando andando todo cheio da razão, com a camisa do Santos e putos, muito putos, porque o São Paulo ganhou o título. Otto estava com a camisa do Corinthians que eu dei pra ele, na hora gelei. Os caras passavam em volta dos carros e, quando viam Otto com a camisa do Corinthians, gritavam "galinha", "gambá", entre outros xingamentos. Eu estava ao lado dele e as crianças no banco de trás, por isso acho até que pegaram leve, porque normalmente torcida organizada quando se junta vira um bando de monstros reunidos, doa a quem doer. Estava tudo bem até que uma hora passou um cara do lado do carro e gritou "tem corinthiano aí?" e deu uma bica no carro. Achei o fim, que cara covarde e muito, muito cuzão, desculpem o termo. As crianças ficaram assustadas, eu me assustei, foi muito ruim, porque isso podia ter desencadeado uma agressão pior. Otto andou com o carro e mais pra frente parou para ver o estrago, por sorte não foi nada demais. Quando o susto passou, parei para pensar que as torcidas organizadas deviam desaparecer, não tem intuito nenhum e só gera violência. A Independente, do São Paulo, é violentíssima, a Mancha também. A Gaviões então... vira e mexe uma torcida mata alguém, quebra alguma coisa. Não podemos esquecer da final entre São Paulo e Palmeiras em que a torcida são paulina foi comemorar na Paulista e quebrou tudo o que encontrou pelo caminho, queimaram bancas de jornal, saquearam lojas, uma demonstração de vandalismo total, me deu muita vergonha de dizer que era são paulina na época... pra ajudar, descobri um tempo depois que um amigo meu e do Otto (que nem é mais nosso amigo) roubou uma loja de sapatos na Paulista com o primo, coisa feia... e ele nem precisava disso, vive com a família, trabalha. Por isso que eu falo, torcida organizada acaba virando uma válvula de escape para as pessoas liberarem o lado bicho delas, para bater, brigar, virar vândalo. Odeio torcidas oganizadas...