quarta-feira, 30 de junho de 2010

Parabéns, Gordinho!

Hoje meu Max faz 6 aninhos de muita vida! Acordei dando os parabéns pra ele, com muito beijo, abraço. Otto também paparicou o bichinho, que parece saber que hoje é o dia dele. Ganhou biscoitinho, passeio mais longo e agora está deitadão no sofá, bem patrão, ganhando apertos do Welington. O tempo voa, nem parece que faz quase 6 anos que encontrei aquela bolinha peluda na rua, um pingo de gente morrendo de frio naquele invernão de 2004. Apesar da enorme bagunça no começo, roendo chinelos, fazendo xixi e cocô pra tudo que é lado e as bagunças atuais como comer coisas que não deve, roer porta e outras "cositas más", ele vale demais a pena, sou muito feliz de ter meu peludo dentro de casa e saber que por muitos anos o terei ao meu lado, ele está na metade de uma vida muito boa e longa, se Deus quiser!

Te amo, meu Méx!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Hospitais

Taí uma coisa que eu detesto, hospitais. Eu sou chata, não gosto de várias coisas, mas acho que hospitais está no meu top 10, junto com barata, avião, altura, entre outros. Semana passada fiquei doente e fui no hospital ver o que tinha, apesar de já desconfiar da sinusite. Chegando lá, fui pra triagem, tirar febre, pressão, contar o que estava sentindo. Na fila da triagem já quis ir embora, tinha gente doente de tudo que é jeito, um amputado, velhinhos em cadeiras de rodas, pessoas desmaiando e eu lá, bonita, com dor de cabeça, febre e nariz entupido. Essa é a desvantagem de não ter convênio, tem que ir no Servidor pegar fila todo mundo junto, quem está com conjuntivite até quem está infartando... Me senti muito mal em estar ali, ver aquelas pessoas doentes mesmo e eu lá, doentinha, sabe? Comecei até a melhorar, me sentia uma farsa no meio das pessoas que aguardavam atendimento. Esperei, fui bem atendida, apesar da demora e fui encaminhada pro ambulatório. Mais pessoas muito doentes e muita demora. Aproveitei para assistir um dos jogos da Copa (como eu amo a Copa!) e esperar minha vez. Dei sorte, peguei uma médica muito legal e atenciosa, que diagnosticou o de sempre, pra variar. Apesar da demora, dei graças a Deus por estar saindo dali, do meio daquela bagunça, pessoas deitadas em macas no corredor, velhinhas em cadeiras de rodas, crianças berrando. Eu odeio hospitais, pena que com a evolução o número de doenças aumentou a certo ponto que dependemos cronicamente de médicos, hoje mesmo tive o desprazer de ir em um (péssimo por sinal, nunca precisem ir ao Cruz Azul, no Cambuci, é uó!). Quando preciso ir em um hospital me cuidar, procuro sair do jeito que entrei, rápido. Quando minha avó internou, há uns anos atrás, fiquei com péssimas lembranças, tanto que cheiro de hospital já me faz mal. Quando vou visitar alguém, tento não me demorar pra chegar no quarto da pessoa e se a visita fica longa, fujo para o berçário para namorar os bebês. Uma vez fui visitar uma amiga que quebrou o maxilar no Hospital São Camilo. Ela mal falava por causa da cirurgia na boca, então não quis incomodar. No mesmo andar dela ficava o berçário, fiquei uns 20 minutos olhando para os bebês, fofos, gordinhos e tão inocentes... ficam se mexendo, olhando pra cima, nem imaginam a vida toda que tem pela frente. Ainda bem que existem os berçários para salvarem minhas passagens por hospitais =)

Sem música hoje, só ouvindo tiros e bombas do maldito video game...

domingo, 27 de junho de 2010

Thom Thom

Você vale a pena demais da conta! Te amo mto, mto, mto, mtoooo!


O caipira mais lindo!

Vuvuzelando

As vuvuzelas não são novidade aqui no Brasil. Se não me falha a memória, elas sempre existiram em tempos de copa e lembro que eu nunca soube assoprar aquilo, sempre assoprava e fazia aquele barulho sofrível de nada. Esse ano a mídia, pra variar, está fazendo o maior alarde sobre as vuvuzelas, como se fosse o fim do mundo. Enche o saco? Enche. Hoje acordei com trocentas vuvuzelas tocando pela rua, mas fazer o que, é a Copa, né? Esse ano Otto me ensinou a tocar a vuvuzela, me tornei mais uma pessoa que aprendeu a usar esse trambolho. Sexta assisti o jogo do Brasil sozinha com o Max e torci com a vuvuzela, pra não destoar, rs. O pessoal anda dizendo que odeia as vuvuzelas, que é um saco e tal, mas isso tem data pra terminar (eu acho), fim da Copa e pronto. Dizem por aí que os brasileiros vão adotar as vuvuzelas em jogos nacionais e tal, mas sei não, não boto fé. Assistir jogos da Copa da África do Sul é ouvir vuvuzelas o tempo todo, tem vez que eu até abaixo o volume, porque só dá pra ouvir as vuvuzelas ao fundo. Os sul africanos devem estar todos surdos nessa altura do campeonato. Max morre de medo da vuvuzela, coitado... aqui em casa temos duas, uma do Otto, uma do Thomas, então já viu a barulheira que é. Mas nem ligo, eu amo Copa do Mundo desde sempre, assisto vários jogos e a vuvuzela foi o símbolo dessa copa, nem ligo pra barulheira (infernal) que elas fazem.

Ouvindo: David Guetta feat. Kid Cudi - Memories

Borboletas

A borboleta é meu animal preferido. Tudo bem que adoro tudo que é bicho, mas as borboletas tem um significado muito legal pra mim, acho elas livres, elegantes, bonitas. As cores são lindas, as asas desenhadas, a delicadeza, tudo me encanta. Sempre que vejo uma borboleta eu paro pra ver a coreografia que elas fazem, dançando no ar, pode ser uma, duas, várias. Já consegui pegar duas borboletas na mão, tive a oportunidade de ficar admirando o desenho das asas, as cores vivas, é uma obra de arte. Um dia eu estava voltando do serviço e em plena Radial estava passando uma borboleta amarela, linda, dançando no meio trânsito. Parei e fiquei vendo ela seguir o caminho dela, costurando entre pessoas e carros, destoando do ambiente, mas dando um toque diferente no meio dessa cidade cinza e poluída que a gente vive. A liberdade das borboletas é invejável, vivem voando, circulando por aí, independentes. Minha primeira tatuagem foi de borboletas exatamente por isso, pela liberdade, estava numa idade em que muitas coisas estavam acontecendo, acabando a faculdade, pensando em sair de casa, acho que teve tudo a ver. Hoje minha vida está mais estabilizada, encontrei um amor de verdade, casei, mas ainda assim quero fazer outra borboleta, dessa vez pela elegância e beleza que ela transmite.

Ouvindo: Stromae - Alors On Danse

Ausência

Ultimamente ando meio ausente por aqui. Além de muito trabalho, estou na reta final do semestre na faculdade, muitos trabalhos, provas, atividades. Estou cansada, querendo mais do que nunca as minhas férias... mas a vida é feita de esforços, não é mesmo? Assim que o semestre acabar vou tentar atualizar o blog com mais frequência, se não aparecer nada mais doido para me ocupar. Vou aproveitar a domingueira para escrever, e lá vamos nós!

Ouvindo: Inna - Hot

sábado, 19 de junho de 2010

Frase do dia

Como diz o ditado, intimidade só faz duas coisas: falta de respeito e filho!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Pular corda

Isso era uma coisa que eu pensei que nunca mais ia fazer na vida. Quando eu era pequena, a corda, junto com o elástico, eram a moda da escola e do condomínio. Lá no serviço as aulas de educação física chegaram nos esportes aeróbicos misturados às brincadeiras e nisso está incluso a corda e brincadeiras clássicas como queimada. Semana passada, Selminha teve a idéia de ajudar as meninas da quarta série batendo corda pra elas. Daí fui eu ajudar também e quando vimos estávamos as duas doidas lá ensinando as meninas a entrar na corda, pular foguinho, cantando músicas do nosso tempo. Desenterrei aquela do "rei, capitão, soldado, ladrão", aquela do "homem bateu em minha porta" e aprendi uma tal de "suco gelado, cabelo arrepiado, qual é a letra do seu namorado". Estava eu tentando ensinar as meninas a entrar na corda, explicando, mas não tava rolando. Selma, que tem um parafuso a menos (mas que eu amo imensamente, né, mainha?), jogava as meninas, delicadamente, claaaro, na corda, pra elas aprenderem a entrar na marra. Ri de doer a barriga com o "vaaaaaaaaaiiiiiiii" dela, kkkkkk! Restou eu entrar ao vivo e a cores para ensinar as meninas. O melhor foi entrar de primeira e o joelho ceder, falta de prática e idade são coisas cruéis na vida de uma pessoa... mas logo na segunda já estava como antigamente, só não me atrevi a pular foguinho porque não era boa nem quando era palito e novinha, imagina agora? Sei que passamos a idéia de pular corda para o recreio e isso está fazendo o maior sucesso, até os meninos mais terríveis e mal educados estão pedindo para brincar, o recreio está um sossego irreconhecível! E eu me divirto com aquela molecada! Meu trabalho tem um defeito: paga MUITO mal, porque pra mim trabalhar com os pequenos é uma terapia, juro, nada melhor do que os abraços de urso deles... e deixa eu sofrer um pouco agora pensando que falta menos de 10 dias pra Selminha me deixar... =(

Guacinha fazendo: vendo Itália x Paraguai e gorando muito a Azurra!
Ouvindo: David Guetta - Memories (mulheres virginianas fazem 10 coisas ao mesmo tempo)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Coisa gostosa

Esse clip é a coisa mais fofa e gostosa que existe!

Weezer - Island In The Sun

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Trabalhando com crianças

Quando você trabalha em escola, você ganha o dia várias vezes por semana. Eu trabalho com crianças de até 11 anos, fase gostosa em que a maioria é muito carinhosa, cheia de manhas e doçura. Na escola em que trabalho eu faço sucesso, modéstia a parte, muitos dizem que queria que eu fosse a diretora da escola, até parece, imaginem? Eu sou rígida, dou bronca, de coração partido, mas dou. Em contrapartida eu brinco, dou risada, converso muito com eles de tudo, de coisas boas, de passeios, de problemas. Como Thomas fica comigo e Otto aos finais de semana, eu sempre estou antenada no mundinho infantil. Conheço os desenhos, assisto Discovery Kids e Cartoon, vou aos parques de diversão, assisto os filmes de criança do momento, conheço os brinquedos. Isso me aproxima ainda mais das crianças, porque assunto é o que não falta! Minhas colegas de trabalho ou não tem filhos, ou tem filhos grandes, por isso acabo tendo mais assunto com a molecada. Tudo bem que quando entrei na escola eu não sabia nem fazer um curativo direito, curar galo na cabeça, roxos, estancar um nariz sangrando. Hoje, com minhas queridas amigas mães e com anos de escola, sei tirar de letra muitas mazelas infantis, tô quase uma técnica em enfermagem! Com essa aproximação com a molecada, eles tem liberdade para falar comigo, abraçar, dar beijo. O mais legal é que eles são delicados e detalhistas, é impressionante como eles reparam em tudo, em coisas que nós, adultos, deixamos passar na correria do dia a dia. Se corto o cabelo, eles reparam, se uso uma roupa diferente, reparam também. Quase todo dia ouço um "tia, como você está linda hoje!" ou "tia, seu cabelo tá lindo" ou ainda "que cheirosa que você está, tia!". É muito gostoso, porque eles são muito sinceros e tem aquelas vozinhas meigas de criança, fora que esses elogios vem junto com um abraço forte ou um beijo no rosto. Penso em procurar outro emprego para ganhar mais e pretendo fazer isso um dia, mas de pensar em sair da vida desses pequenos e eles da minha, claro, me dói muito. A gente acaba se envolvendo, conhece as histórias deles, os problemas. Como é uma escola estadual, temos muitos alunos carentes, ora de dinheiro, ora de amor mesmo. Hoje, no recreio, uma aluninha fofa estava chorando. Perguntei para ela o que ela tinha e ela disse que estava triste porque o irmão, que estuda com ela, não queria brincar com ela. Agachei e dei um abraço nela, bem apertado e disse para ela não chorar mais. Ela me abraçou e ficou com a mãozinha no meu ombro, com a cara enterrada nos meus cabelos, na maior manha, mas chorando de soluçar. Expliquei que o irmão dela será irmão para sempre, que em casa eles podiam brincar, para ela deixar o irmão brincar com os amigos e para ela brincar com as amiguinhas dela e tudo ficou bem. No fim ela queria só atenção mesmo, mas era uma meiguisse misturada com manha tão fofinha... uma cotoquinha de 6 aninhos muito da lindinha. Se eu for contar tudo o que acontece na escola, precisarei de muitos posts, mas por hoje está bom, depois conto mais. =D


Duas pequeninas lá da escola, foto devidamente autorizada pelas mães =)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Esse amor só meu

Otto san, te amo muito, cada dia mais! Só para registrar =)

Frase do dia

"Prefiro ser um fracasso em algo que amo do que um sucesso em algo que odeio."

Não que eu esteja odiando alguma coisa, mas outras coisas precisam se encaixar...

Música gostosa que ouvi hoje: Skank - Balada do Amor Inabalável