sexta-feira, 30 de maio de 2014

Festinha na escola

Achei as ideias tão lindas! E todas podem ser usadas em festas convencionais, babei!





































Fonte: Bebê.com.br

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Perguntas e respostas: cosméticos na gravidez

O uso de hidratante garante que as estrias não surgirão?

Os cosméticos podem ajudar na prevenção do aparecimento de estrias, pois reduzem o dano ao colágeno e promovem hidratação da pele. Mas é preciso salientar que eles atuam muito parcialmente, já que a estria, na gestação, pode aparecer por pré-disposição genética, idade jovem, presença de hormônios e ganho de peso. Por isso, além do uso de hidratantes, o ideal é controlar o peso investimento em uma alimentação saudável e praticando exercícios físicos adequados.


Quais são os cuidados para evitar manchas no rosto? Basta um bom protetor solar?

O aumento dos hormônios femininos, em particular a progesterona, influencia indiretamente os hormônios reguladores da síntese da melanina (pigmentação da pele) e da síntese do colágeno (distensão da pele), predispondo ao aparecimento de estrias e manchas. Os melasmas (também conhecidos como manchas de grávida) são bastante comuns, sobretudo nas mulheres morenas ou que se expõe mais ao sol. A prevenção com protetores solares e a redução da exposição ao sol são válidas, mas não atuam 100%, pois há componentes genéticos que podem influenciar. O uso de clareadores, ou procedimentos como peeling, somente devem ser realizados após o parto, salvo em casos específicos ou a critério do médico.


Existem tratamentos estéticos permitidos na gestação?

A grávida deve buscar alternativas que não prejudiquem o bebê, pois a maioria dos tratamentos estéticos existentes não é indicada para gestantes. Mas saiba que existem algumas alternativas, cujos resultados são excelentes.


Existe algum risco em fazer drenagem linfática?

A gestante que queira fazer drenagem linfática deve ficar atenta e ter alguns cuidados. O primeiro cuidado deles é saber que os linfáticos são vasos tênues e muito sensíveis, por meio dos quais a linfa deve ser “ordenhada”. S a drenagem linfática provocar hematomas, significa que está “arrebentando” pequenos vasinhos, o que permite concluir que eles estão sendo “esmagados” e não drenados. Depois, vale ressaltar que só se deve fazer drenagem manual, e não por aparelhos, que podem causar desconfortos.


Pode-se fazer tratamentos para secar os vasinhos que aparecem durante a gestação?

Um tratamento bastante procurado não só pelas gestantes é a escleroterapia, ou secagem de vasinhos. Essa técnica é utilizada para secar os vasos que aparecem nas pernas. Durante a gestação, os especialistas indicam apenas o uso de glicose hipertônica. Outras substâncias são desaconselháveis.


Quais cuidados devo tomar ao fazer depilação?

Se você já está habituada com a depilação com cera, prossiga com o método, mas evite se expor ao sol após a prática, para não provocar manchas na pele. Além disso, é mais comum ocorrerem reações alérgicas nessa fase e algumas grávidas relatam irritação na pele após o procedimento. Durante a gestação, evite depilar o buço com cera quente, por propiciar o aparecimento de manchas.

Fonte: Revista da Gestante, nº 20, pág. 17.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A favela mais alta do planeta

Pegue um projeto megalomaníaco e, no meio das obras, decrete a falência do principal investidor. Foi assim que nasceu a Torre de David: um prédio em Caracas, capital da Venezuela, que se transformou na maior favela vertical do mundo. O edifício, com 45 andares, abriga hoje cerca de 1500 pessoas, que invadiram o local depois que a obra foi interrompida.


No centro da foto, a Torre de David


O prédio foi idealizado por David Brillenbourg, um empresário que fez fortuna explorando petróleo, para ser o centro financeiro de Caracas. Mas, em 1993, David morreu, sua empresa quebrou, e a obra parou – com apenas 60% do prédio concluído.

As famílias começaram a chegar em 2007 e não saíram mais. A invasão foi liderada por um grupo de ex-presidiários evangélicos. Seu diretor é Alexander “El Niño” Daza, que comanda uma equipe de seguranças e virou a autoridade máxima do prédio.

Água e luz faltam com frequência, mas o maior problema é que não há elevadores, algo crítico num prédio desse tamanho. Os primeiros dez andares, que foram projetados para servirem de estacionamento, podem ser subidos de mototáxi. Mas dali para cima, só mesmo usando as pernas. “Alguns moradores têm que vencer até 28 andares para chegar em casa”, conta o fotógrafo Alejandro Cegarra, que passou quatro meses registrando imagens na Torre. Os últimos andares não têm nem as paredes externas, e por isso não foram ocupados. 

O edifício tem padaria, cabeleireiro, açougue, bar e uma igreja, e cobra um condomínio mensal de 150 bolívares (R$ 55). O resto da cidade tem medo do prédio - onde a polícia costuma entrar para procurar fugitivos. Mas a fama de local perigoso é questionada por moradores e visitantes. "Ninguém nunca tentou fazer nada comigo lá", diz Cegarra. 

Fonte: Revista Superinteressante, pág. 19, janeiro/2014.

sábado, 24 de maio de 2014

Maria Alergia

Eu sempre sou a premiada... tenho rinite alérgica e infelizmente meu filho herdou isso de mim, que herdei do meu pai, que deve ter herdado de alguém num erro da evolução humana. Com a rinite, eu sofro com pó, serragem, ácaros, fico com acessos de espirros, nariz com coriza e dor de cabeça. Às vezes, por culpa da rinite eu acabo ganhando uma sinusite, por conta do acúmulo de secreção no nariz. Arthur já é dos meus e vive com mal estar respiratório, tadinho... Para ajudar com a rinite, operei o desvio de septo. Ajudou? Sim, achei que valeu bastante a pena. Mas sumir mesmo, a rinite nunca irá (a não ser que um abençoado encontre um jeito de curar essa tranqueira).

Apesar da rinite, eu não costumo ter graves alergias alimentares ou de outro tipo. Quando eu tinha 14 anos, tomei um remédio chamado Keflex. Tive uma super intoxicação com ele, fiquei péssima, o corpo todo empolado e ardendo, um sofrimento! Me descobri alérgica (ou sensível) a ele.

Na volta das minhas férias, fui trabalhar e comecei a ter uma coceira chata no braço. Achei que era picada de pernilongo, já que aqui tem de quilo e não dei importância. No dia seguinte, fui trabalhar e reparei que mal conseguia abrir os olhos. Achei que estava com sono, fui para minha mesa e a coceira no braço voltou com tudo. Tiro a jaqueta e olho meu braço: inteiro de bolinhas! Mostro para minha amiga, que me avisa que minha cara está cheia de bolinhas... olho na câmera do celular, olhos do Corcunda de Notre Dame, pálpebras inchadas, bolinhas espalhadas.


Que medo!


Meia hora depois, pernas coçando. Vou ao banheiro e vejo que as pernas estão muito piores que os braços! Pescoço enche de bolinhas e algumas aparecem na barriga e costas... Apareci na secretaria da escola e todo mundo quase caiu duro de susto com minha cara. Me mandam imediatamente embora para o hospital para ver o que era, apesar das grandes suspeitas de alergia.


Chego no hospital, passo na triagem, as enfermeiras me mandam imediatamente para o consultório. Eu estava sozinha e fiquei assustada, porque achei que era só uma alergiazinha boba, né? E era, mas o médico me explicou que provavelmente era uma alergia alimentar e que da mesma forma que as pernas, braços e olhos incharam, poderia inchar minha garganta também! Depois dessa fui rapidinho para a sala de medicação sem reclamar, tomar vários remédios na veia... Antes das duas bolsas de soro terminarem, as bolinhas estavam sumindo. Eu fiquei super doida com a medicação, a língua pesada, quase não conseguia falar, andava devagaaaar, parecia que a perna não se mexia direito. Voltei para casa, caí dura e acordei bem melhor. 

Hoje ainda estou me recuperando, com algumas bolinhas no rosto e braços e mãos bem inchadas por causa do soro, além do corticoide, que incha pra caramba... espero nunca mais ter isso na vida! Mas não vou me surpreender se tiver, já que conversando com minha mãe fiquei sabendo que já tive dois episódios desse na infância. Não lembrava de nenhum deles, ela disse que fiquei como dessa vez, uma vez por causa de salsicha e outra por Skitles. Ê, Maria Alergia!

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Experimentando: Chá Mate e Chá Mate com Limão “do bem”

Eu gosto muito de dividir minha opinião sobre produtos que consumo porque muitas vezes fico em dúvida se compro alguma coisa ou não e quando vou pesquisar na internet, não encontro nada. A linha “do bem” entrou na nossa vida por um acaso, em uma visita ao Rio de Janeiro. A empresa é de lá e ainda é difícil encontrar produtos da marca em São Paulo.

Simpatizei com a marca logo de cara, quando experimentei o suco de laranja deles na casa da minha sogra. Gostoso e apesar de industrializado, tenta ser fiel ao sabor natural. Na embalagem, a marca promete produtos sem conservantes e o mais natural possível. Depois de provar os sucos, encontramos os chás e adoramos!




O mate natural é bem gostoso e muito parecido com o vendido nas praias do Rio. Não consegui provar nenhum até agora que batesse essa marca (tirando o mate concentrado da Leão, que só é encontrado no Rio também, não sei por que não vendem em Sampa!). O mate é bem docinho e me faz matar um pouquinho da saudade que tenho da terrinha do maridão, como amo aquele lugar!

O mate com limão tem um toque bem suave, fica um pouco mais amarguinho. Para quem gosta, é uma delícia! Eu adoro e sempre que posso compro um litro de cada. Custa em média R$5,00 a caixa de um litro e é tão difícil de achar quanto os sucos =(

Eu encontro produtos “do bem” raramente no Extra Mooca e com facilidade no St Marché da Mooca, assim como no Záffari e me disseram também que tem no Hirota da Mooca. 

terça-feira, 20 de maio de 2014

De volta à realidade!

Depois de uma quinzena bem aproveitada de férias, estou de volta!

A doida aqui deixou vários posts programados para esse período de férias, mas com um porém: rascunhou e não clicou em publicar, dããã, que burra, dá zero pra mim! Por um lado foi bom, esse fim de mês será super corrido e junho nem me fale!

Daqui a um mês tem aniversário do Arthur, junho tem Copa, finalização de semestre da Federal, tanta coisa para resolver! Só espero que dê tudo certo, estou muito ansiosa!

O balanço das férias: tudo ótimo, muita coisa, novidade, eu e Arthur conhecemos um país novo, aproveitamos demais, passeamos, brincamos, nadamos, compramos, tanta coisa! Vou programar posts muito bacanas para o Pé na Estrada com essa viagem, aguardem!

Como a viagem durou quase duas semanas, não fiz mais nada a não ser ela durante essas férias. Não tenho do que reclamar, tem coisa melhor que viajar? A desvantagem é que gastei todas as minhas férias, ou seja, até o fim do ano será só lerê, segura!

Maio acabando, correria chegando, ansiedade a mil! Torçam por mim e que dê tudo certo com a Federal e o aniversário do Arthur, ô, teminha difícil que inventamos de fazer!

Semana linda à todos!

terça-feira, 6 de maio de 2014

Férias, aí vamos nós!

Eu sei, eu sei, de novo de férias? Para agradar a mamis, férias em abril, para agradar o marido, férias em maio. Mulher se divide em mil e ainda falta pedaço! A parte boa é poder curtir a família e quem amamos. A parte ruim é que o segundo semestre do ano será de trabalho non stop, será bem cansativo.

Depois volto com as novidades e novamente deixarei postagens programadas, para não sair do ar.

Fomos, mas já já eu volto =P

Tudo a ver com a nossa família Buscapé, com a diferença que só temos o Bart!

domingo, 4 de maio de 2014

Filhos, filhos e mais filhos

Eu sempre quis ser mãe. Tudo bem que, inicialmente, eu queria ter sido mãe aos 30, mas Arthur veio aos 25. Foi melhor do que eu imaginava e aquela frase tããão clichê “no fim tudo dá certo” não poderia ser mais verdadeira!

Eu adoro crianças, sempre curti muito brincar e fazer passeios com eles. Como convivo com crianças desde sempre, isso deve ter influenciado para esse meu lado maternal ser bem aflorado. Cuidei de irmão e enteados até chegar minha vez de ser mãe. Fui para muito parque, muito shopping, Playland, zoológico, Parque da Mônica, da Xuxa. E o melhor: eu curtia de verdade! Tanto que na maternidade uma das coisas que mais gosto são os passeios que fazemos juntos com Arthur. Adoro Playland, mesmo com a barulheira infernal, adoro parques, acabamos conhecendo restaurantes e locais que dão estrutura para passearmos com Arthur, como o América do Mooca Plaza Shopping, que tem brinquedoteca, assim como o próprio shopping, que tem brinquedão com monitoras. Arthur está tão acostumado que fica numa boa e até presente de Natal das tias ganhou.

Com esse amor todo e o gosto por passeios infantis, pensava em ter uns três filhos. Já tinha até tudo bolado na cabeça: dois meninos mais velhos, sendo primeiro o Arthur, o segundo com o nome do meu avô e uma menininha caçula para ser bem mimada e protegida pelos irmãos, com nome escolhido pela vovó. Lindo, né? Só que eu tive o Arthur. O Arthur é lindo, mas ele também é bem levado, me deu bastante trabalho para dormir a madrugada toda, foi dormir a noite toda só com 2 anos e 5 meses. Já levou mordida de cachorro, ralou o joelho inúmeras vezes, tem cicatriz de tudo que é jeito e tamanho.  Sabe aquele menino levado que não tem medo de altura, de cachorro, de água, de fogo, de nada? É meu filho. Isso tudo me faz ficar em constante alerta, penso mil vezes no tipo de passeio que vamos fazer, onde vamos comer e quando saímos, é um revezamento para olhar onde ele está, o que ele está fazendo. Já me disseram que isso é falta de limites, de educação, mas como vamos controlar um menino espoleta de dois anos que mal entende o que falamos?

Por ele ser tão levado e dependente, afinal ainda está virando um menino grande, prorrogamos um segundo bebê. A mescla Arthur levado + Arthur que não dorme a noite + mamãe trabalhando e estudando foi decisiva para isso. Queríamos ter engravidado em julho de 2013 e desistimos. Passamos para dezembro de 2013 e desistimos também. Minha grande amiga Tatê está grávida da Alice, então logo terei uma filhota de coração para curtir. Deixamos para depois, sem data definida, só sabemos que não podemos demorar muito pela diferença de idade que Arthur terá do irmãozinho.

Um filho é tudo de bom e foi um dos meus maiores acertos, mas criar um filho com tudo que é bom, com amor, atenção, carinho, boa escola, passeios, roupas, remédios (eventuais, graças a Deus!), previdência, poupança, são tantos gastos que acabamos nos desencorajando totalmente de um terceiro filho. Enxergo claramente um segundo filho e já o amo desde já, será uma vidinha de luz em nossos caminhos. Um terceiro seria lindo e ele seria tão amado quanto o Arthur e seu futuro irmão. Mas a vida está muito cara (discurso que ouvi muito e no fim acabei me rendendo a ele) e eu sou leoa, gosto de dar atenção, ver desenho, ler agenda da escolinha, papear com a professora semanalmente, fazer lanche especial na sexta (adoro mandar bolos coberturas, cupcakes, pavês e outras gostosuras para Arthur lanchar com os amigos de vez em quando). Gosto de passear, levar ao cinema, fazer cafuné no cabelo, coçar as costas, dar banho, passar perfuminho. Em contrapartida, também amo estudar e trabalhar, ter meu dinheiro, minha ocupação. Minha vida como mãe do Arthur é muito gostosa e é melhor do que qualquer sonho que já tive, é maravilhoso o amor que enche meu coração. Estou aqui escrevendo e vendo que daqui cinquenta minutos estou saindo para buscar meu rei e papear com ele enquanto estamos no trânsito, para depois chegar em casa e vermos um desenho, para eu fazer uma mamadeira morninha pra ele.

Eu morria de medo de não dar conta de um segundo filho. Hoje ele já é realidade no meu pensamento e no meu coração. Hoje um terceiro filho não está mais nas minhas contas, porque apesar de amar ser mãe, não confio no meu taco para criar com o mesmo amor e zelo de três pimentinhas metidas a índios loiros, rs. Que Deus me dê sabedoria, que meu menino cresça cada dia mais lindo e saudável, que a coragem dê um salto e nosso segundinho pinte por esse mundo em breve!


Um beijo grande para quem me leu até aqui!

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Hipertensão na gravidez

12 por 8. Essa é a pressão arterial considerada ideal para a população como um todo. Durante a gravidez, é conveniente que esse valor se mantenha, porque 14 por 9 já é medida demarcatória para diagnosticar hipertensão.

Para começar, é preciso entender que os números da pressão arterial estão ligados à contração e ao relaxamento do músculo cardíaco. Quando o coração se contrai, o sangue é bombeado e empurrado contra as paredes das artérias para expandi-las e facilitar o fluxo sanguíneo. A força que o sangue exerce nas paredes das artérias é a chamada pressão sistólica – o maior valor da medição. Quando o músculo cardíaco relaxa, a força que o sangue faz sobre as paredes das artérias diminui, gerando o segundo número da pressão arterial, denominada diastólica.

O sinal de alerta deve surgir quando a pressão atingir 14 por 9, representando uma condição de risco tanto para a mãe quanto para o bebê. Uma medida de pressão arterial alterada não é determinante para afirmar que a gestante sofre de pressão alta, porém se ao longo da gestação a mulher tiver várias vezes a pressão arterial mais alta do que antes da gravidez, ou se já era hipertensa, esse fato inspirará atenção médica.
Na gravidez existem duas condições relacionadas com a hipertensão e que são graves: a pré-eclâmpsia, uma síndrome exclusiva da gravidez, caracterizada por hipertensão com perda de proteínas pela urina e inchaços anormais, e a eclampsia, que é a ocorrência de convulsões.

A pré-eclâmpsia é uma doença que ocorre em uma a cada dez gestações, é a principal causa de morte materna e põe em risco também a saúde do bebê. Acontece na segunda metade da gravidez, mais tipicamente no terceiro trimestre e até hoje não se sabe a causa precisa. Por conta disso, a aferição da pressão arterial é um dos exames mais importantes do pré-natal.

Os principais sintomas de que a existe alteração na pressão arterial são: PA 14 por 9 e perda de proteína na urina. Geralmente há também inchaço de membros e da face. Já as formas graves são PA maior ou igual a 16 por 11, perda acentuada de proteínas pela urina, exames de sangue que apontem comprometimento de rins e fígado. Outros sinais são o ganho de peso maior que dois quilos por semana e edema generalizado.

Os cuidados que a paciente com pré-eclâmpsia deve ter são: fazer acompanhamento pré-natal em maternidade que atenda pacientes de alto-risco, para ser possível um controle adequado da saúde da mãe e do bebê. Em casos mais graves, são indicados internação, uso de medicamentos para controle da pressão e, se necessário, antecipar o parto.

A mulher que teve pré-eclâmpsia na primeira gravidez deve atentar aos fatores de risco em uma segunda gravidez. Se a própria gestante, mãe ou irmãs tiveram pré-eclâmpsia, a probabilidade de tê-la em uma segunda gestação aumenta três vezes.


Fonte: Revista da Gestante, nº 20, pág 12